Em defesa da VIDA Diga SIM à vida e NÃO ao aborto!



Em defesa da VIDA

Diga SIM à vida e NÃO ao aborto!

       
         Primeiro momento: salientar que a aula que terão é muito importante e é necessário que eles estejam atentos para não ficarem com dúvidas. Que talvez, para alguns, será a primeira vez que terão contato com o assunto.

         Segundo momento: perguntar, de uma maneira bem amorosa, se eles sabem como nascem os bebês. Ouvir as respostar e dar os esclarecimentos que se fizerem necessários.

         Em nossa aula as crianças responderam:

          
   Os bebês nascem da barriga da mãe;

          
   Através do ato sexual entre o homem e a mulher.

         Complementamos dizendo que eles estavam certos, que o homem e a mulher mantém relacionamento sexual no período certo e algum tempo depois, em torno de nove meses, o bebê nasce.

         Terceiro momento: contar uma das histórias abaixo.

         História 1: NÃO MATARÁS - www.momento.com.br (ANEXO)

         História 2: ABORTO NÃO REALIZADO - www.momento.com.br (ANEXO)

         História 3: Em defesa da VIDA. (ANEXO)

         Quarto momento: fazer comentários a respeito da história:

          
 O Bebê na barriga da mãe é um ser vivo;

          
 Matar o bebê que está na barriga ou o que já nasceu é a mesma coisa (ambos são crimes);

          
 Quando a família entende que não tem condições de criar o bebê que está para nascer, ele pode ser entregue para adoção. Há muitas famílias em filas de esperas para adotar crianças.

          
 Lembrar dos Dez Mandamentos recebidos por Moisés no Monte Sinai: um deles diz respeito à vida. É o quinto mandamento: NÃO MATAR.

         Quinto momento: fizemos uma apresentação em power point com as fases da gestação. Incluímos, também, outras reportagens que julgamos necessárias, salientando/alertando que há vida desde a concepção.( http://youtu.be/YwW7er0fMA0 )

         
         Subsídio ao evangelizador: (ANEXO)

         Em defesa da vida, retirado do site www.febnet.org.br.

         Marcela: RIE (Revista Internacional de Espiritismo), de julho de 2007.

         Marcela: RIE (Revista Internacional de Espiritismo), de setembro de 2008.

         Sexto momento: comentar:

          
 Está sendo votada uma lei no Congresso que quer liberar o aborto, para que não seja mais considerado crime. Cabe a cada um alertar aos demais que aborto é assassinato. É crime perante as leis de Deus, porque existe vida desde o momento da concepção.

          
 Ver em O Livro dos Espíritos, as questões 344, 358 e 880. Pode-se colar no caderno as questões.

          
 A vida material é necessária para o aperfeiçoamento do Espírito. O Livro dos Espíritos, questão 196.

          
 Não devemos julgar as pessoas que cometeram erros, como aquelas que realizaram aborto. Todas as pessoas têm oportunidade de reparar os seus erros. Quem realizou um aborto, pode se propor a realizar um trabalho voluntário, no bem, ajudar crianças com necessidades materiais e afetivas. Podemos ajudar esclarecendo e oportunizando tarefas na Seara de Jesus.

          
 Como podemos participar da Campanha em defesa da Vida? Esclarecendo as pessoas que o aborto é crime e somos responsáveis por todos os nossos atos. Mas que sempre há tempo para fazer o bem, reparando o mal realizado.

         Sétimo momento - atividade: cartazes com figuras de crianças e frases contra o aborto e a favor da vida.

          Para conhecer os nossos cartazes.(anexo)

         Prece de encerramento.
 
ANEXOS:
NÃO MATARÁS

         O médico já havia atendido várias pacientes, naquele dia, quando uma jovem mãe adentrou seu consultório, levando nos braços um precioso fardo: seu lindo bebê.

         Assim que o profissional lhe perguntou em que poderia ajudar, ela desabafou, ansiosa: “doutor, preciso que me ajude a resolver um problema grave.

         Meu filho tem pouco mais de um ano e estou grávida novamente!

         Não pretendo ter outro filho agora. Ainda é muito cedo. Pretendo dar um espaço maior entre um e outro.”

         O médico, muito atencioso lhe perguntou: “e em que eu poderia lhe ajudar?”

         A mulher, já esperançosa, respondeu: “quero interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.”

         O médico a olhou atentamente, como a buscar inspiração para a solução do caso, depois lhe disse: “eu tenho uma alternativa melhor para lhe propor. Resolve o seu problema e não oferece risco nenhum para a senhora.”

         A mulher, muito atenta, ouviu a sugestão: “para a senhora não ficar com dois bebês, de idades tão próximas, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer, sem problemas. Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Sacrificar esse que já nasceu é bem mais fácil e mais barato. Ademais, a senhora não sofre nem corre risco algum. Então, o que me diz?”

         A mulher ficou horrorizada.

         “Não, doutor! Que horror! Matar uma criança é crime! É infanticídio!”

         O médico, consciente do seu dever, usou mais alguns argumentos e convenceu a mãe de que não havia diferença entre matar a criança já crescida ou a que estava para nascer.



         “Não matarás!”

         Este é um dos dez mandamentos recebidos por Moisés, no Monte Sinai, cerca de 1.500 anos antes de Cristo.

         O direito à vida é uma lei divina, mas o ser humano deseja se sobrepor ao Criador, criando leis que permitam esse tipo de crime.

         O abortamento, permitido pelas leis humanas ou não, não deixa de ser um crime perante as leis morais que regem a vida.

         Embora grande parte da humanidade se diga espiritualista, ainda se comete em seu meio esse crime bárbaro contra um ser indefeso, dentro do útero materno.

         Salvo os casos prescritos por médicos sérios, em que se deve optar pelo abortamento para salvar a vida da mãe, os demais serão crimes contabilizados na economia moral dos responsáveis.

         Como bem disse o médico à mãe que desejava se livrar da gravidez indesejada, não há diferença nenhuma entre matar uma criança no colo ou no ventre.

         Hoje em dia existem muitos meios de se programar o nascimento dos filhos, em espaços adequados, sem precisar lançar mão do infanticídio.

         O abortamento não é compatível com a civilização. Pelo menos com uma civilização de maioria espiritualista, que admite a existência da alma.

         Está mais do que na hora de pensar nisso.

         Mesmo porque o espírito que tem sua vida ceifada no ventre materno, não será extinto com a eliminação do seu corpinho em formação.

         Se for um espírito elevado, ele perdoará seus assassinos, e perde quem se priva de conviver com uma alma boa que viria para ajudar. Mas, se for um espírito infeliz, poderá perseguir os responsáveis em busca de vingança.

         Não é outro o motivo que leva aqueles que praticam abortamentos, à perturbação e até à loucura. E é geralmente nos sonhos que essas cobranças ocorrem, quando estão face a face com suas vítimas.

         Por tudo isso, vale a pena ter sempre em mente esse mandamento divino: “não matarás!”.

         Se, por desventura você tenha cometido algum crime, busque a reparação. Rogue a Deus, sinceramente, pela sua misericórdia, e faça algo em prol da vida.

         Se já praticou o aborto, dedique um pouco do seu tempo às crianças órfãs, dê-lhes carinho e atenção, seja um colo amigo e afetuoso.

         Afinal, Deus não quer a morte do ímpio, mas a eliminação da impiedade.

         Pense nisso, e lembre-se: matar, nunca!
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em um fato verídico.

ABORTO NÃO REALIZADO

         A gravidez veio na hora indesejada, lembrava-se Laura.

         Veio na hora errada e ainda trazia riscos de várias ordens.

         A saúde debilitada, problemas familiares, o desemprego...

         Seu primeiro impulso foi o aborto. Tomou uns chás que, em vez de “resolver”, a debilitaram ainda mais.

         Recuperada, buscou uma dessas pessoas que arrancam, ainda no ventre, o chamado problema das mães que não desejam levar adiante a gestação.

         Naquele dia, a parteira havia adoecido e faltara.

         Laura voltou para casa preocupada, mil situações lhe passavam pela mente.

         À noite, deitou-se e custou a adormecer, mas foi vencida pelo sono. No sonho, viu um belo jovem pedindo-lhe algo que, na manhã seguinte não soube definir.

         Durante todo o dia não conseguiu tirar aquela imagem da mente, de sorte que esqueceu a gravidez.

         Na noite seguinte voltou a sonhar com o mesmo jovem, só que acordou com a agradável sensação de tão doce quanto agradável “Obrigado”.

         Era como se ainda visse seus lábios pronunciando palavras de agradecimento, enquanto de seu coração irradiava uma paz indefinível.

         Desistiu do aborto.

         Enfrentou tudo, superou todos os riscos e saiu vitoriosa...

         Hoje, passados 23 anos do episódio, ouve emocionada seu belo e jovem filho pronunciar, do púlpito da solenidade de sua formatura, ante uma extasiada multidão:

         ...Agradeço sobretudo à minha mãe, que me alimentou o corpo e o Espírito, dando-me não só comida, mas carinho, companhia, amor e, principalmente, vida.

         E, olhando-a nos olhos, o filho pronunciou, num tom inconfundível:

         “Obrigado!”

         Ela não teve dúvidas. Foi o mesmo Obrigado, doce e agradável de um sonho, há 23 anos...


         A mulher que nega o ventre ao filho que Deus lhe confia, nega a si mesma a oportunidade de ouvir a cantiga alegre da criança indefesa a rogar-lhe carinho e proteção.

         Perde a oportunidade de dar à luz um Espírito sedento de evolução, rogando-lhe uma chance de reencarnar, para juntos superarem dificuldades e estreitarem laços de amizade e afeto.

         Se você mulher, está passando pela mesma situação de Laura, mire-se no seu exemplo e permita-se ser mãe.

         Permita-se sentir, daqui alguns meses, o agradecimento no olhar do pequenino que lhe roga o calor do colo e uma chance de viver.

         Conceda-se a alegria de, daqui alguns anos, ornamentar o pescoço com a jóia mais valiosa da face da Terra: os bracinhos frágeis da criança, num abraço carinhoso a lhe dizer:

         Obrigado mamãe, por ter me permitido nascer e crescer, e fazer parte desse Mundo negado a tantos filhos de Deus.
* * * * * *

         Todos nós voltaremos a nascer um dia...

         Se continuarmos negando oportunidades de reencarnação aos Espíritos com os quais nos comprometemos antes do berço, talvez estejamos negando a nós mesmos a chance de uma mãe ou pai, no futuro.

         Pensemos nisso!
Redação do Momento Espírita, com base em história publicada no Jornal Caridade, de maio/junho 1997

Em defesa da VIDA

“Qual o primeiro de todos os direitos naturais do homem?

O de viver.”


O Livro dos Espíritos, Allan Kardec – Questão 880



         Preserve a vida. Diga não ao aborto! Era isso que dizia o pequeno cartaz no corredor da escola. Aninha parou para olhar os lindos bebês que ilustravam a campanha. Rodrigo, que conversava com ela, parou também.

         - Não compreendo por que uma mãe mata um bebê que cresce em sua barriga – pensou alto.

         - Algumas pessoas acham que enquanto o bebê não nascer não existe vida – respondeu Rodrigo.

         - Que absurdo! Elas não sabem que o Espírito imortal está ligado ao corpo desde que o espermatozóide encontra o óvulo?

         Aninha falou em tom mais alto e logo outros adolescentes pararam para ouvir.

         - As mulheres têm direitos sobre o próprio corpo! – interrompeu uma menina que passava por ali.

         - Mas o bebê é uma vida diferente da vida da mãe! Matar um bebê é assassinato! E não importa a idade dele! – era Rafaela, se envolvendo na conversa.

         Foi quando bateu o sinal, e os adolescentes se dirigiram para a sala de aula. Enquanto caminhavam e conversavam, mais alunos se interessaram pelo assunto.

         - Mas e se a mãe não tiver dinheiro para criar o bebê? Se a mãe for alguém da nossa idade, com 15 ou 16 anos? - perguntou alguém.

         - Deveria ter tomado cuidado para não engravidar. Mesmo assim, matar um ser que não pode se defender não é a solução. Já pensou se a mãe da gente tivesse decidido que não deveríamos nascer?

         Depois que Rodrigo falou, houve alguns segundos de silêncio até que Rafaela continuasse:

         - Agora querem legalizar o aborto... Alguns políticos querem autorizar assassinatos, em vez de esclarecer sobre métodos anticoncepcionais e criar condições para que as crianças possam nascer em famílias onde os pais tenham emprego e condições de se manter.

         Percebendo o interesse do grupo, a professora entrou na conversa:

         - Vocês conhecem a história do fotógrafo que registrou uma cirurgia que acontecia dentro do útero da mãe e que salvou um bebê de apenas 21 semanas de gestação? Ele fotografou o momento em que o bebê segurou um dos dedos do médico! O bebê estava vivo e queria continuar vivendo!

         Como os adolescentes não conheciam a foto usada em muitas campanhas contra o aborto, a professora prometeu trazer na próxima aula.

         - E se alguém já cometeu aborto, o que fazer? – era Aninha, ainda sem entender os motivos que levam alguém a matar um bebê.

         A pergunta gerou várias respostas: doar carinho e coisas materiais às crianças carentes, se envolver em campanhas contra o aborto, realizar um trabalho voluntário e adotar crianças órfãs. Alguém também lembrou que no lugar de ficar se culpando, a pessoa deveria fazer o bem ao próximo.

         Como a turma continuava curiosa sobre o assunto, a professora incentivou os alunos a anotarem as perguntas e formularem frases para serem comentadas. Eles pesquisaram, entrevistaram autoridades, cientistas, religiosos e promoveram nas escolas do município uma importante campanha contra a legalização do aborto, que incluiu até um teatro. Todos participaram, assim, da luta pela preservação da vida.
Claudia Schmidt
Sem cérebro sim, mas sem alma não.  - J. Garcelan


         Venho acompanhando os acontecimentos em torno de uma menina, agora com cinco meses (22-4-07), de nome Marcela, nascida na cidade de Patrocínio Paulista, ali pertinho de Franca. 
         A imprensa, devido à falta de resposta dos médicos que assistem a esse bebê que nasceu sem cérebro, ou seja, anencéfalo, tece comentários perguntando qual seria o tempo que ainda resta de vida à criança, filha de pais felizes e esperançosos. Assim nos mostrou a reportagem exibida pelo programa Domingo Espetacular do dia 22 de abril.
         A médica, surpresa e totalmente insegura quanto às respostas a respeito do tempo de vida que ainda restaria àquele fenômeno (é como o chamam, apesar de não ser muito raro).
         Mais surpresos ainda estão pelas reações de Marcela; busca do peito para mamar durante cinco meses; reconhecimento da mãe quando se aproxima; agarrar o dedo das pessoas, segurando-os e o carinho que ela desperta a todos que se aproximam.
         Tanto médicos como jornalistas ainda não se perguntaram o que poderia haver além da vida material que poderia estar contribuindo para esses acontecimentos. Limitam-se aos estudos científicos e estatísticos referentes aos casos de anencefalia.
         Os médicos e cientistas (não todos) limitam-se aos conhecimentos até agora descobertos a respeito desse problema. Evidentemente não estou me referindo aos Médicos e Cientistas que já se dedicam à vida após a morte, tanto é que as associações médico-espíritas proliferam e os cientistas cada vez em maior número buscam uma resposta, ou já a têm, mas tentam provar de maneira para que todos possam ver que “dois mais dois são quatro”.
         Causa estranheza é que os meios de consulta nos dias de hoje são tão fáceis (Internet), livros, jornais, revistas, etc. e os jornalistas não se dão ao trabalho de pesquisar e, pelo menos, sugerir de maneira condicional que “Há mais coisas entre o Céu e a Terra do que nossa vã Filosofia poderia Imaginar”.
         Sabemos que a massificação foi realmente devastadora durante mais de 19 séculos, mas a história aí está. A modernização nos mostra mentes abertas dispostas a ver a verdade. Já existem correntes fortíssimas tentando fazer voltar o pensamento Cristão na sua origem.
         Assim, no caso presente, apenas os espíritas e doutrinas esclarecidas com a reencarnação teriam uma resposta para o caso que estamos abordando. Até mesmo o Dicionário Aurélio na sua definição de Anencefalia diz: [De na- + encéfalo + - A¹.] – Substantivo Feminino – 1. Ter. Monstruosidade em que não há abóbada craniana e os hemisférios cerebrais ou não existem, ou se apresentam como pequenas formações aderidas à base do crânio (acho a palavra monstruosidade fora de propósito para o caso presente).
         Atualmente, estamos lutando contra o aborto, uma vez que novamente parte da sociedade, apoiada por políticos, tenta legalizar essa prática no País. Os casos de Anencéfalos já têm o apoio da Lei, quando constatado que o feto nascerá sem o cérebro. Assim, o aborto é legal perante a sociedade materialista, nesses casos especificamente e em outros, particularmente (no caso de estupro), etc.
         PAI DE AMOR E BONDADE, quando o homem entenderá que Suas leis não são revogadas? Quando a humanidade se conscientizará que este mundo é de expiação e provas? Quando, se compreenderá que aqui estamos para resgatar débitos do passado, mesmo que eles atinjam terceiros envolvidos nos mesmos fatos ou em até outros em que postos à prova têm o livre-arbítrio de responder com o bem ou com o mal? No caso que estamos enfocando, nota-se muito amor por parte dos pais e reciprocidade no caso de Marcela. Qual o drama que teria envolvido essas pessoas em outras vidas e qual seriam as provas escolhidas por eles para a presente encarnação? São respostas que não nos dizem respeito, pois cada um responde segundo suas obras. Mas, isso não impede que avancemos no conhecimento além da vida material e o Espiritismo aí está para que possamos desenvolver a Filosofia, a Ciência e a Religião.
         Lembramo-nos do famoso físico inglês Willian Crookes (1832-1919), que tudo deixou para pesquisar a vida após a morte. Sua biografia é extensa e positiva a respeito do assunto. Há uma história em que a Rainha teria pedido ao cientista que pesquisasse um castelo que diziam povoado por fantasmas. Ele deveria proceder a estudos para provar que fantasmas não existem. Crookes aceitou e tempos depois se dirigiu à Rainha dizendo-lhe que os fantasmas existem. A alusão a este famoso cientista neste artigo é apenas para chamar a atenção de como se pode chegar a conclusões de fenômenos espiritualistas ou pelo menos deles tomar conhecimento quando ocorrem fatos como o de Marcela, entre outros.
         O Livro dos Espíritos em sua Questão de número 267 responde à pergunta: “O Espírito poderia fazer a sua escolha durante a vida corporal?” – Resposta: “Seu desejo pode ter influência; isso depende da intenção; mas, no estado de Espírito, freqüentemente vê as coisas de maneira diversa. É o Espírito quem faz a escolha; mas, ainda assim, ele pode fazê-la nesta vida material, porque o Espírito tem sempre os momentos em que se liberta da matéria”. Na Questão 267-a. a pergunta é: “Muitas pessoas desejam grandezas e riquezas, mas não o será, por certo, como expiação nem como prova? Resposta: - Sem dúvida; a matéria deseja essa grandeza, para gozá-la, e o Espírito a deseja para conhecer suas vicissitudes.
         É ainda O Livro dos Espíritos que responde definitivamente o problema alma-cérebro. 
         Questão 146. A alma tem, no corpo, uma sede determinada e circunscrita?
         – Não. Mas ela se situa mais particularmente na cabeça, entre os grandes gênios e todos aquêles que usam bastante o pensamento, e no coração dos que sentem bastante, dedicando todas as suas ações à humanidade.
         Por que os anatomistas, os fisiologistas, e em geral os que se aprofundam nas ciências naturais, são freqüentemente levados ao materialismo? Essa é a Questão 147. A resposta: – O fisiologista refere tudo ao que vê. Orgulho dos homens, que tudo crêem saber, não admitindo que alguma coisa possa ultrapassar o seu entendimento. Sua própria ciência os torna presunçosos. Pensam que a natureza nada lhes pode ocultar.
         A tradução de O Livro dos Espíritos que usei é de J.Herculano Pires, edição de abril de 1966, Livraria Allan Kardec Editora. As questões seguintes trazem ainda mais esclarecimentos; portanto, caro leitor, vamos à leitura...
         À Marcelinha e seus familiares nossas preces para que possam obter forças e agüentar com estoicismo suas provas, pois, como disse Jesus: “Vós sois felizes, vós que agora chorais, porque rireis (São Lucas, cap. VI, v. 24.25).



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