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PRECE



Atividade de Introdução: Brincadeira do chocolate: é dado a cada criança um pequenino pedaço de chocolate e pede-se que ela saboreie o chocolate, deixe-o derreter na boca, enfim, que coma bem devagar. Depois, dá-se a cada criança um outro pedaço de chocolate do mesmo tamanho do anterior e pede-se que ela engula inteiro (um pedaço bem pequeno, assim que colocar na boca, sem nem sentir o gosto, rapidamente mesmo).
Explicar que, quando fizemos nossas preces sem pensar, com pressa, sem sentimentos, é como comer o chocolate sem sentir o gosto, não fica o gosto em nossa boca, é quase como se não tivéssemos comido.
Se oramos com amor e sinceridade no coração, com calma, pensando no que estamos fazendo, é como comer o chocolate devagarinho, saboreando-o, com vontade, sentindo o gosto do chocolate que fica na boca.
É assim que temos que orar, sentindo o gostinho da prece, sentindo o gostinho da felicidade de estarmos falando com Jesus.

Atividade de Desenvolvimento: História do Fariseu de do Publicano:
Dois homens subiram ao templo, a fim de orar; um era fariseu e o outro publicano. O fariseu, estando em pé, orava assim consigo mesmo: “Meu Deus, eu vos rendo graças porque não sou como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem mesmo como esse publicano. Jejuo duas vezes por semana e dou dízimo de tudo que possuo.”
O publicano, ao contrário, mantendo-se distante, não ousava sequer erguer s olhos ao céu; mas batia no peito dizendo: “Meu Deus, tende piedade de mim que sou um pecador.”

Conversa:
Começar explicando que quando vamos falar com Deus, não podemos ser orgulhosos como aquele homem que se colocava acima dos outros na história, porque ele se achava mais que os outros e Deus não gosta disso, porque ele nos ama a todos do mesmo jeito.
Falar que existem 3 coisas que podemos fazer na prece, perguntar quais são. Pela prece podemos pedir três coisas diferentes: Louvar, pedir e agradecer. Qual deles vcs mais fazem??? (pedir para que as crianças falem o que elas pedem... se agradecem, louvam as criações de Deus, a vida, se pedem)
Vocês sabem qual é o primeiro ato que nós devemos ter ao acordarmos??? É a prece, a primeira coisa que temos que fazer ao acordarmos é rezar. Mas e com o que nós temos que rezar pessoal? Com o nosso coração, devemos retirar do nosso coraçãozinho aquilo que nós mais queremos pedir, agradecer a Deus, agradecer por todas as coisas boas que nos aconteceram até aquele dia, pela noite passada e pela oportunidade de reencontrar os nossos parentes, amigos, nossos guias espirituais.
A nossa prece também pode ter pedidos do que necessitamos, por exemplo... A Maria está muito magoada com a coleguinha dela, então ela pode pedir para que Deus ajude ela a perdoar e assim tirar a mágoa do coração dela. E assim podemos pedir paciência, força, aceitação do que nos está acontecendo, sabedoria. 
E ai gente... quero que vcs me digam em qual hora devemos orar? Devemos orar ao acordar, pela manhã, antes de dormir pela noite, certo... Mas só? Não podemos orar durante o dia? Agradecer a Deus quando ficamos felizes com algo bom que nos aconteceu? Ou quando ajudamos alguém? Pessoal, nós podemos rezar a qualquer hora do dia, e para isso não precisamos nos “esconder” ou nos ajoelharmos na praça pública, basta apenas rezarmos pelo pensamento. E as nossas boas ações, que fazemos durante o dia, vcs acham que também são orações?? Sim pessoal, as boas ações que nós fizermos para o nosso próximo agrada muito a Deus e é como uma oração, me falem alguns exemplos... (eles já viram boas ações na aula de lei).


Atividade de Conclusão: Entregar uma folha dividida em 3 partes, pedir que eles desenhem na primeira parte algo que querem pedir à Deus, na segunda parte um desenho louvando à Deus e na terceira, algo agradecendo à Deus

A PRECE











BY ALICE LIRIO

SÍMBOLO DA PAZ


Para  incentivar  a  convivência em grupo  e  a  afetividade, promova  a  confecção de uma pombinha de  papel  e  trabalhe  a  importância  de diversos  gestos  e  sentimentos  de  solidariedade.
Em uma roda de conversa, fale com as crianças o que elas acham que poderia deixar as  pessoas  mais  felizes.  Deixe que se expressem  à   vontade.  Em seguida, pergunte  o  que compreendem sobre  "PAZ",  "fraternidade", "amizade", "amor", "tolerância", "respeito", "solidariedade",   "harmonia", "carinho", "lealdade", "sinceridade", "educação", "felicidade", alegria", "gentileza", "gratidão",, "sorte", etc.  Trabalhe  a  construção  coletiva  da  lista  dos dizeres  mencionados  e  peça  aos  alunos  que  façam  a  releitura  ou,  ainda, a pseudoleitura  deles.  Solicite  que  realizem  um desenho  para  representar  cada  uma  ou  algumas  das palavras com as quais  mais  se  identificaram.

by: Alice Lirio

PALAVRINHAS MÁGICAS


Paz / Bem - aventurados aqueles que são mansos e pacíficos


Objetivos:
§  Conscientizar para a importância da construção e manutenção da PAZ, seja em casa, na escola ou na rua, ressaltando o valor da vivência cristã como recurso facilitador desse processo
§  Refletir sobre os últimos acontecimentos na cidade e sua influência no nosso cotidiano. O que é paz? Como conquistá-la? Posso ajudar a construir a paz?
Desenvolvimento da Aula:
1.      Prece inicial
2.      Incentivação:
- Diálogo com as crianças:
*      Como foi a semana? Pedi para eles que relatem acontecimentos no Brasil e no mundo.
*      De que forma podemos construir a paz?
*      Onde encontra – la?
*      Mostrar que Jesus falou: Bem - aventurados aqueles que são mansos e pacíficos e relatar:

§  Jesus é a própria doçura, mansidão, paciência; espelhou muito bem a Harmonia e a Ordem divinas que começam dentro do próprio homem.
§  Ser manso e pacífico está longe de ser acomodado: é luta interior perene, para a construção de um caráter evolutivo. Os pensamentos e as ações humanas podem mudar a face da Terra. Jesus disse: os mansos herdarão a terra e os pacificadores serão chamados Filhos de Deus.
§  A busca na prece e na meditação da renovação de forças e disposição para o bem, são elementos de pacificação e mansuetude para a alma. A intenção e o interesse desencadeiam as forças da vontade que comandam os pensamentos e as ações. As virtudes devem ser cultivadas pela Reforma Íntima, na implantação da renovação mental e ir se espalhando pelo lar, junto à família, prolongando-se aos amigos sadios ou aos necessitados.
§  A base dos bons pensamentos é a constante e vigilante sintonia elevada das radiações mentais e vice-versa. Os bons pensamentos acalmam as emoções descontroladas, produzindo boas ações, dispensando a intolerância e a cólera (curto-circuito pensante). A mansidão,a moderação, a prudência, são o retrato da alma afável e justa.
§  Quando Jesus explicitou que os mansos herdarão a Terra e que os pacíficos serão chamados Filhos de Deus, ele prometeu a paz na Terra como no Céu.
§  Não se tem a paz e a serenidade no coração, enquanto não se compreender, com paciência, as necessidades dos semelhantes, principalmente quando a ignorância é dirigida pela violência; só se alcança esta compreensão com a afabilidade, a doçura, a tolerância, a brandura e a pacificação.
§  Jesus mostrou ao homem que com a medida que ele julgar, será julgado. (Mt., 7:1-2)
§  Muitos são severos e rígidos com os outros, não lhes permitindo infrações, pois se consideram infalíveis. São sempre ríspidos no falar e no agir, às vezes até com quem estimam. Têm prazer em denegrir as pessoas. Não sabem perdoar nem mesmo as pequenas falhas humanas. O senso crítico e seu poder de análise os tornam exigentes, radicais e duros.
§  A benevolência com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, gera a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação. (E.S.E., Cap. IX). As pessoas são mansas porque não permitem que nada as irritem, uma são verdadeiras tanto no trato formal, como na meiguice do coração para com os íntimos.
§  A brandura e a mansidão complementam a delicadeza de espírito. O ódio, o fanatismo, a ambição do poder e os privilégios da riqueza, crescem ao nosso redor, entretanto, o foco de luz do Evangelho é cada vez mais forte.
3.      Contar a História: A PAZ. Contarei com várias gravuras
A Paz
         Kiko, um menino alegre, de 10 anos de idade, voltava da Escola pensando na lição de casa: uma redação sobre a PAZ. Logo ao chegar, abriu o caderno para fazer a lição. Mas não conseguiu começar, pois se deu conta que não sabia o que era exatamente a paz, nem onde encontrá-la. Saiu, então, a procurar a "tal PAZ". Lembrou de um sábio que morava ao pé da montanha e foi indagar-lhe. Mas o sábio lhe disse apenas:
  - Procure pela PAZ e você a encontrará. Ela não está longe de você.
         Kiko subiu a montanha, imaginando que assim estaria mais perto de Deus, pensando entender as palavras do sábio. Ao chegar no topo, sentiu uma grande tranqüilidade, mas com certeza não era ali que estava a PAZ. Do alto da montanha ele viu a praia e se dirigiu até lá. Ficou a ouvir o barulho do mar e a sentir o vento em seus cabelos. Pensou um pouco, e achou que, apesar de agradável, não era bem isso a PAZ que procurava.
Caminhou, então, em uma floresta, e viu flores, árvores e muitos animais, encantou-se ao observar a natureza, obra de Deus. Mas logo se sentiu triste e solitário e decidiu procurar alguém para conversar.
   No caminho de casa encontrou Juca, um senhor muito rico, que tinha muito dinheiro, muitas propriedades. Kiko perguntou-lhe sobre a PAZ, e logo se lembrou que ele era mal-humorado, parecendo estar sempre de mal com o mundo. Juca apenas lhe disse que estava muito ocupado, não tinha tempo para bobagens, que não entendia nada de PAZ.
O garoto resolveu, então, voltar para sua casa. Kiko tinha uma família muito legal, pais carinhosos e inteligentes, que estavam ao seu lado em todos os momentos, e uma irmã pequena de quem ele gostava muito.
 Ao chegar em casa sua mãe estava triste, pois ele havia saído sem avisar e demorou muito para voltar. Ela mandou ele tomar banho e não deixou jogar bola com seus amigos. Kiko ficou chateado, afinal saiu para descobrir onde morava a "tal de PAZ", que era o tema de sua redação.
 O domingo chegou. Era o seu aniversário; ganhou de sua avó um presente que há muito tempo queria: uma bola de futebol. Ficou super contente, chegou a pensar que estava descobrindo o que é a PAZ e foi jogá-la com seus amigos. Acabou discutindo com seu melhor amigo no jogo e achou que o presente tinha lhe trazido bastante alegria, mas não a "tal da PAZ".
 Na segunda-feira, ao voltar da escola encontrou muitas pessoas no caminho e pensou: será que o PAZ não mora mo meio do povo? Ficou distraído pensando, quase se perdeu. Logo descobriu que, às vezes, estamos junto de muitas pessoas e mesmo assim nos sentimos sozinhos.
 Chegando em casa, pegou o seu caderno, sentou-se no jardim e escreveu "A PAZ". Como não conseguia sair do título, resolveu refletir sobre sua busca.
         A PAZ não estava na imensidão das montanhas; na calma da praia ou na beleza da natureza. Também não parecia estar junto aos bens materiais, pois Juca, apesar de rico, não parecia conhecer a PAZ; não estava nos brinquedos ou no meio do povo, nem na família, pois discutiu com sua mãe acabou de castigo.
Nestes momentos começou a lembrar-se de suas aulas de evangelização: dos ensinamentos de Jesus; lembrou que as evangelizadoras falaram tanto dos dez mandamentos; das aulas de conduta; da colaboração e respeito na família; da importância do perdão e da amizade em nossa vida; que a prece pode ser feita em qualquer hora e qualquer lugar, que não precisamos subir em uma montanha para estar mais próximos de Deus. Lembrou-se das palavras do sábio: "Procure pela paz e você a encontrará. Ela não está longe de você." Parecia um enigma... Pensou... E finalmente descobriu onde morava a PAZ.
O evangelizador deve perguntar às crianças se elas já descobriram onde mora a paz. (A paz mora em nosso coração). Após um breve diálogo com as crianças, concluir a história.
         Kiko percebeu que o sábio tinha razão, pois só encontraremos a PAZ através de nossas atitudes positivas: na família, na escola, no trabalho, no grupo social, no Centro Espírita, em qualquer lugar onde nos encontrarmos. O garoto pegou o lápis e começou sua redação assim: Procure pela PAZ e você a encontrará. Ela está dentro de você, pois a PAZ do mundo começa dentro de cada pessoa.

4.      Mostrar as duas gravuras e analisa – las com as crianças

3.   Dar a atividade: cortar em forma de tirinhas pedir que eles as peguem, leia e se possível analisa - las.
01. Sei que posso me tornar um pacificador: alguém que escolheu trabalhar ativamente na construção de valores e ações de paz, alguém que não depende do estímulo ou cobrança de outros para exercer a sua cidadania, alguém que dá o bom exemplo, ao invés de esperar que outra pessoa o faça.
02. Sei que não vou mudar o mundo, mas posso mudar o meu jeito de ver, pensar, sentir, falar e agir – assim, estarei transformando o meu mundo. Pois reconheço que eu também carrego impulsos agressivos, egoístas ou violentos, mas posso controlar e canalizar essas energias de modo construtivo. Essa transformação, por mais interna e sutil que seja, contribuirá para que as pessoas com quem me relaciono sintam o desejo de mudar também.
03. Talvez eu só consiga fazer pequenas coisas, mas sei que se as fizer com amor e pureza de motivos, serão sementes frutíferas. Sei que na dimensão espiritual, o que conta é a qualidade, não a quantidade.
04. Talvez ninguém jamais me agradeça ou elogie pelo que fiz. Mas minha motivação é muito mais profunda do que o reconhecimento externo. Quero estar feliz comigo mesmo por saber que a minha existência tem significado, que a minha passagem por este mundo contribuiu para a felicidade de outras pessoas.
05. Talvez eu mesmo não veja os frutos de minhas ações, pois a Paz é uma árvore que cresce discretamente no solo dos corações e demora a brotar. Mas sei que depois de mim, virão meus filhos, netos... E as gerações por vir merecem um mundo melhor.
06. Sei que posso construir a paz, por onde passar, bastando, para tanto, silenciar quando for provocado (a), não provocar os outros, ignorar insultos alheios, procurar defender-me de agressões, buscarem a prudência quando houver tumultos ou brigas, recorrer à oração e à prática do Evangelho quando diante de situações difíceis.
4.      Entregar a pomba da paz para colorir. E ensiná – los a dobradura se der tempo.






3.      Conclusão
§  Uma vida em paz é um direito de todas as pessoas.
§   Jesus nos disse: “Minha paz vos dou...” Então, por que razão ainda temos guerras e tantas desavenças entre países e no seio das famílias? Simplesmente porque ainda não aprendemos a AMAR, como Jesus nos ensinou... Amar ao próximo como a nós mesmos, é amar incondicionalmente (sem impor condições), perdoando as falhas e deslizes, sendo tolerantes, fraternos... Se compreendo o sentido do amor ao próximo, sou capaz de amar a todos os seres humanos e não apenas aqueles que me ensinaram a amar ou quando esteja com aqueles cujo reconhecimento valorizo particularmente. O amor se torna uma questão de princípio - amo inclusive os que não conheço ou os que não me amam. Como cidadão do mundo, amo à família universal.
§  Uma vida sem violência é um direito da gente e a paz começa, ou deve começar, em casa.
§  Muitos atos de violência nascem de motivos fúteis como um xingamento, uma diferença (de credo, de religião, de preferência política ou esportiva), do preconceito racial ou sexual, do machismo, da falta de autocontrole, de tolerância, de equilíbrio, de atitudes egoístas e mesquinhas...
§  A impunidade do agressor, que, muitas vezes, não repara os danos causados às suas vítimas, estimula a novas atitudes de violência, mas não deve justificá-las, pois sabemos que “um erro não justifica o outro”.
§  Os adultos, de um modo geral, e os policiais, em particular, devem evitar o abuso de força e de poder, procurando atitudes que ajudem as vítimas da violência.
§  Devemos compreender que a violência só educa para a violência.
§  A prevenção e o controle da violência é um problema de saúde pública e a epidemia que mais cresce no mundo é a violência provocada pelo homem        
§  Devemos evitar todas as formas de violência na família (maus tratos, gritos, xingamentos, palavrões) e adotar o lema: “A Paz Começa em Casa”.
§  Muitas vezes o desequilíbrio de nosso próximo é teste para nos mantermos calmos, para sermos indulgentes com suas faltas, pacientes e tolerantes. Também pode ser expiação por faltas que cometemos anteriormente...
§  Nada justifica sermos violentos somente porque os outros estão sendo – Jesus nos ensinou a oferecermos a outra face e isso quer dizer que não devemos revidar, nem pensar em vingança – ou usarmos bebidas ou drogas, somente porque outros estão usando (mesmo que esses “outros” sejam nossos parentes próximos ou pais)...
§  Aprendamos a compreender, aceitar e perdoar nossos pais, quando eles se tornam violentos, pois eles têm, não raras vezes, problemas graves que desconhecemos.

by:grupodeapoioaevangelizacao

O PRÓXIMO

Ciclo:  Maternal

OBJETIVO GERAL

Levar o evangelizando a compreender a importância de amar e respeitar os animais.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Dizer por que devemos amar os animais, enumerar maneiras de demonstrar esse amor.
DESENVOLVIMENTO

Dizer às crianças que os animais foram criados por Deus, que devemos amar os animais, os animais são nossos amigos e merecem respeito e amor.
Ler a história :Um Gato Chamado Faceiro(Anexo 1 )(Com figuras-Anexo 2)
Ao terminar a história fazer as seguintes perguntas :
-Quem era Faceiro?
-O que aconteceu com ele ?
-O que ele fez com Denise ao tirá-lo do balde?
-Como devemos tratar os animais?
-De qual animal você mais gosta?
-Você cuida dele? Como?
.

CONCLUSÃO

A aula será considerada satisfatória se as crianças souberem tratar bem seus animais, respeitando-os e dando amor e carinho.

ANEXOS

Anexo 1

UM GATO CHAMADO FACEIRO

Faceiro era um gato todo branquinho e muito bonito.Sua dona, a menina Denise, gostava muito dele, como também gostava de todos os animaizinhos. Faceiro era bonito, porém teimoso e desobediente.Certo dia, desobedecendo à sua mãe, a gata Mimosa, trepou num balde de tinta que estava pendurado na escada.Perdeu o equilíbrio, escorregou pelas paredes do balde, quase se afogou e molhou as patinhas, tão brancas, na tinta preta.– Miau, miau, quem me socorre? – gritava Faceiro, com muito medo.Gata Mimosa veio, mas vendo que nada conseguiria fazer, começou também a miar tão alto que todos puderam ouvir.– Miau, miau, chorava Faceiro.– Miau, miau, gritava Mimosa.Ante tantos “miaus” desesperados, Denise correu para ver o que acontecia. Deparou-se com Faceiro com metade do corpo dentro do balde e metade fora.Imediatamente, segurou-o pelo pescoço e retirou-o do balde, tratando, em seguida, de lavar-lhe as patinhas para que não ficassem pretas para sempre!









Fenômenos Naturais/Deus/Providência Divina

Faixa Etária: Jardim
Tema: Fenômenos Naturais/Deus/Providência Divina
Fonte: Mérito ao autor da obra  

OS COELHINHOS DO VALE FELIZ


Quanta alegria no vale feliz! A família dos coelhinhos vai fazer um passeio maravilhoso para visitar parentes que moram um pouco longe. Papai Coelho, mamãe Coelha e seus coelhinhos saíram de madrugada, dando pulinhos. O sol começava a nascer. Fazia um pouco de calor, mas ninguém se queixava.
Foram caminhando felizes, observando o céu coberto de nuvens vermelhas, as árvores grandes e os pássaros cantando. De repente ouviram um trovão, depois mais outro. Começou a ventar mostrando que o temporal estava perto. Mamãe Coelha ficou preocupada e os filhinhos começaram a chorar. Papai Coelho falou com sua voz calma:
– Que é isso? Não há razão para medo. Nada mais natural que os trovões. Vamos voltar, pois vai chover. Muita calma! Todos obedeceram e logo depois começou o temporal! Mamãe abriu seu guarda-chuva de flores, mas a chuva era de vento e pouco adiantava. Chegaram em casa molhados e, naturalmente, muito aborrecidos com a chuva.
Mais tarde, papai resolveu reunir os filhos para ouvirem lindas histórias. O papai começou a fazer perguntas:
– Dengoso, você gosta de cenouras?
– Se gosto, quanto mais novinha melhor, respondeu o coelhinho.
– E você, cinzentinho, ainda almoça couves? Continuou o papai.
– É o meu almoço de todos os dias.
– Muito bem! E das flores, quem não gosta?
– Todos nós gostamos, gritaram os coelhinhos.
– E de beber água?
– Esta é boa, respondeu o Peludinho. Sem beber água ninguém pode viver.
– E de banho no rio?
– Viva! Um banho no rio é uma delícia... suspirou a Rosadinha.
O papai Coelho continuou a falar:
– Bem, pelo que vejo todos vocês gostam de cenouras, de couve, de flores, de beber água, de tomar banho no rio. Sabem vocês que tudo isso poderia acabar?
– Acabar? Como? Perguntaram os coelhinhos.
– Se deixar de chover – falou, muito calmo, o Papai Coelho.
– Não diga! Falou Cinzentinho.
– Que coisa horrível! Falou a Rosadinha. Nem é bom falar!
– Sabe quem nos manda as chuvas? O papai do céu e para que possamos viver! Respondeu o papai Coelho.
– É isso mesmo! Falaram muito sem jeito os coelhinhos.
– Agora entendemos e nunca mais vamos falar mal da chuva, falou o caçula.
– Por falar em chuva, disse o papai Coelho, ela já passou. Vamos dar um passeio?
– Que bom! Vamos logo! Disseram os coelhinhos.
Lá fora, o tempo estava maravilhoso. A terra molhada não fazia mais poeira e, em vez de calor, a tarde estava fresca e agradável. Os coelhinhos, muito felizes, falaram a um só tempo:
– Graças a Deus que choveu!









O LADO BOM DAS PESSOAS

Objetivo: Levar as crianças a perceberem que é pelo pensamento que nós criamos o ambiente favorável ou desfavorável que nos perturba ou garante a paz e harmonia. 

Primeiro momento:
Hoje vamos falar da importância dos nossos pensamentos e sentimentos e como eles são responsáveis pelo nosso estado de felicidade e infelicidade.

Atividade de observação e reflexão

Objetivo: Possibilita a reflexão sobre os próprios sentimentos, de modo que sejam trabalhados com vistas ao nosso progresso espiritual.

Tempo de aplicação: Cerca de 15 minutos.
Material: papel celofane (preto, vermelho, amarelo, azul, transparente).
Desenvolvimento:
1. Distribuir  pedaços de papel celofane, em formato de coração, de diversas cores.
2. Pedir que eles andem pela sala, olhando através do papel colorido, dizendo baixinho como se sentem, olhando o mundo através daquela cor.
3. Após alguns minutos, as crianças devem trocar os pedaços de papel com os colegas, diversas vezes, até que todos tenham observado a sala com todas as cores de papel.


Terceiro momento: 

Enxergaram bem com todas as cores?
Era mais fácil  ver com alguma cor específica? Por quê?
Com qual cor gostaram mais? Por quê?
Após ajudar os alunos a concluir que é difícil enxergar através do preto, que tudo parecia triste; que através do amarelo as coisas pareciam ter cores que não possuem; que quanto mais escura a cor (vermelho, azul), mais difícil de ver; que através do papel celofane transparente era possível perceber melhor os objetos, os outros papéis coloridos e a expressão dos colegas.
A ideia é comparar as cores com os sentimentos que temos: preto – tristeza, negatividade; vermelho - raiva; azul - calma; transparente - paz, harmonia; amarelo – alegria.
Explicar que os papéis celofanes são em forma de coração simbolizando que cada pessoa vê a vida e o mundo conforme os sentimentos que possui.
Por isso as pessoas percebem de diferentes maneiras as mesmas coisas, como se cada uma olhasse através de uma folha colorida diferente.

Quarto momento:
O que é preciso fazer para mudar sentimentos negativos no coração?
Esperar até que respondam que é preciso mudar os pensamentos, então explicar que mudando a forma de pensar mudamos nossos sentimentos.
Como sentimos vemos a vida e as pessoas, se somos rancorosos, egoístas, orgulhosos e muito egoístas veremos e sentiremos o mundo as pessoas assim e nos tornaremos pessoas infelizes de difícil convivência, poucos se aproximam de nós.
E, se ao contrário, alegres, generosos, compreensíveis com as pessoas e as situações, humildes, serenos, somos pessoas felizes, pois o que pensamos estamos sentindo e isso influencia os outros a nossa volta, sabem como?
Nossos pensamentos são como nuvens, eles ficam em torno de nós como as nuvens no céu.
Não vemos com nossos olhos físicos esses pensamentos, essas ideias que formamos, mas percebemos com nossos olhos espirituais e sentimos, pois pensamentos bons, positivos são aqueles que trazem bem-estar, simpatia e já os ruins trazem sensações ruins e desagradáveis àqueles que se aproximam de nós. E nós atraímos as companhias  conforme nossos pensamentos, e isso é chamado de sintonia.
E para manter o equilíbrio do corpo e mente, devemos vigiar constantemente nosso pensamento. Pensamentos negativos e  pessimistas trazem doenças, tristezas. São como lixo: poluem a mente e o corpo, ocasionando as sensações ruins. O positivo sempre nos traz bem-estar, harmonia, saúde, disposição e alegria e é um hábito que se adquire praticando.
Dependendo de nossos pensamentos vamos ser muito felizes ou infelizes, pois os bons pensamentos são a garantia das grandes realizações. Através dos pensamentos que se originam nossas atitudes, por isso, a importância dos pensamentos positivos.
Mas como ter pensamentos bons?
Como podemos mudá-los?
Procurando ver sempre o lado bom das coisas, vigiarem as atitudes os comportamentos e as palavras, escolhendo coisas construtivas para fazer, leituras edificantes, brincadeiras e conversas positivas (sem fofocas, brigas, brincadeiras de guerra ou filmes de terror); estando em sintonia com a Espiritualidade Superior através da prece, sendo otimista.
Perante as dificuldades devemos ter atitudes de fé e confiança em Deus, crença em si mesmo (nas capacidades que possuímos), oração e vontade de agir corretamente.

Quinto momento:
1. Distribuir quadradinhos de papéis onde estão escritos vários sentimentos (positivos e negativos).
Sugestões: perdão, paciência, harmonia, confiança, perseverança, bondade, gratidão, alegria, bom humor, sensibilidade, desapego, educação, lealdade, entusiasmo, doçura, paz, carinho, responsabilidade, fé, humildade, simplicidade, cooperação, prece, trabalho, respeito, calma, coragem, sinceridade, justiça, amor, honestidade, caridade, raiva, tristeza, injustiça, ódio, mau-humor, mentira, preguiça, briga, desconfiança, falsidade, guerra, orgulho, egoísmo, maldade, pessimismo, rancor, fofoca, inveja, ciúme.

2. Distribuir corações recortados em cartolina a cada um.. Explicar  que o desenho representa o coração de cada um.
Solicitar que eles separem os sentimentos bons dos ruins, entre os papeizinhos que receberam.
Cada criança deverá colar o "sentimento positivo" no seu coração de cartolina.
Explicar que devemos cultivar estes sentimentos em nossos corações e vivenciá-los através de nossas atitudes.
 Perguntar onde devemos guardar (ou colocar) os sentimentos ruins (os papéis que sobraram).
( No lixo, deve ser a resposta das crianças.)
 Pedir que cada  um coloque no lixo "os sentimentos negativos" (os papeizinhos que restaram).
Agora que temos espaço mental, que pensamentos legais podemos colocar nele?
Pedir sugestões.

Sexto momento:
Atividade escrita: cada criança deve escrever sentimentos, pensamentos, atitudes e fatos positivos e negativos em uma folha.
De um lado, os sentimentos positivos e do outro os negativos.
Outra: Atividade escrita: cada criança deve escrever pensamentos (folha A4 com desenho de balões /pensamento). De um lado os sentimentos positivos e do outro os negativos.









OU

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by: Alice Lirio