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TEATRO - JESUS, O MAIOR PRESENTE

JESUS, O MAIOR PRESENTE





NARRADOR; Uma alegria muito grande percorria o planeta.Era o
nascimento de Jesus. Maria havia se tornado mãe, uma mãe muito especial.
Mãe daquele que Deus enviara a Terra nos ensinar a amar. A natureza
ficou sabendo e estava muito feliz.O vento, em forma de brisa passa
avisando:

VENTO: Jesus nasceu! Jesus nasceu!

NARRADOR: Toda natureza queria presentear Maria pelo nascimento de
Jesus.O mar ficou muito feliz e resolveu enviar os peixinhos para que
levassem seus presentes.

PEIXES: 1- Trouxemos-lhe água,
2- pois será com ela que toda Terra será abençoada em
forma de chuva de amor.
SOL: O sol, astro-rei do planeta envia seus raios luminosos, para
que na Terra haja maisluz.
NARRADOR: Nas florestas, as árvores gigantescas também souberam da
notícia e como não pudessem ir, enviaram as flores e os frutos.
FLORES: 1-Trouxemos flores
2-Queremos que a terra se torne um lindo jardim.

FRUTOS: 1-Trouxemos também os frutos,
2- para que alimentem todas as criaturas e saciem sua fome.

NARRADOR O céu cobriu-se de luz.Estrelas que piscavam e
brilhavam
saudavam a chegada de Jesus.
ESTRELAS: 1-Trouxemos nosso piscar para embalar com ternura o
sonho de Jesus
2- e o sonho de todas as crianças deste planeta.

NARRADOR: O vento não pára. Incansável, leva a todos os cantos do
planeta a notícia.
VENTO: Maria é mãe! Jesus nasceu!

II parte(Cada um volta e fala para Maria)

VENTO: Senhora, Mãe Santíssima, ao tornar-se mãe de Jesus deu-nos
todos esses presentes!

AGUA-(PEIXE 1) A água que saciou a sede do saber.
SOL: A luz que iluminou a noite de nossas almas.
FLORES: 1- O perfume que suavizou nossas vidas.
FRUTOS: 1- O fruto que matou a nossa fome de entendimento.
VENTO: A brisa que nos envolve e acaricia.
ESTRELA: 1- A estrela maior, que brilha no firmamento e nos
ilumina.
TODOS: Maria Santíssima, através de ti nasceu Jesus, o maior
presente de Deus para todos nós.

(DESCONHEÇO O AUTOR)

Abraço a Jesus




by: PELOS CAMINHOS DA EVANGELIZAÇÃO NO MATERNAL E JARDIM

TEATRO: JESUS, O MAIOR PRESENTE


NARRADOR; Uma alegria muito grande percorria o planeta.Era o
nascimento de Jesus. Maria havia se tornado mãe, uma mãe muito especial.
Mãe daquele que Deus enviara a Terra nos ensinar a amar. A natureza
ficou sabendo e estava muito feliz.O vento, em forma de brisa passa
avisando:

VENTO: Jesus nasceu! Jesus nasceu!

NARRADOR: Toda natureza queria presentear Maria pelo nascimento de
Jesus.O mar ficou muito feliz e resolveu enviar os peixinhos para que
levassem seus presentes.

PEIXES: 1- Trouxemos-lhe água,
2- pois será com ela que toda Terra será abençoada em
forma de chuva de amor.
SOL: O sol, astro-rei do planeta envia seus raios luminosos, para
que na Terra haja maisluz.
NARRADOR: Nas florestas, as árvores gigantescas também souberam da
notícia e como não pudessem ir, enviaram as flores e os frutos.
FLORES: 1-Trouxemos flores
2-Queremos que a terra se torne um lindo jardim.

FRUTOS: 1-Trouxemos também os frutos,
2- para que alimentem todas as criaturas e saciem sua fome.

NARRADOR O céu cobriu-se de luz.Estrelas que piscavam e
 brilhavam
saudavam a chegada de Jesus.
ESTRELAS: 1-Trouxemos nosso piscar para embalar com ternura o
sonho de Jesus
2- e o sonho de todas as crianças deste planeta.

NARRADOR: O vento não pára. Incansável, leva a todos os cantos do
planeta a notícia.
VENTO: Maria é mãe! Jesus nasceu!

II parte(Cada um volta e fala para Maria)

VENTO: Senhora, Mãe Santíssima, ao tornar-se mãe de Jesus deu-nos
todos esses presentes!

AGUA-(PEIXE 1) A água que saciou a sede do saber.
SOL: A luz que iluminou a noite de nossas almas.
FLORES: 1- O perfume que suavizou nossas vidas.
FRUTOS: 1- O fruto que matou a nossa fome de entendimento.
VENTO: A brisa que nos envolve e acaricia.
ESTRELA: 1- A estrela maior, que brilha no firmamento e nos
ilumina.
TODOS: Maria Santíssima, através de ti nasceu Jesus, o maior
presente de Deus para todos nós.

(DESCONHEÇO O AUTOR)

ATIVIDADES COM OS JOVENS


INTEGRAÇÃO
 
VIRAR PELO AVESSO
 
PROCEDIMENTO: Forma-se um círculo. Todos de mãos dadas.O animador propõe para o grupo um desafio: o grupo deverá ficar voltado para fora e de costas para o centro do círculo sem soltar as mãos. Este detalhe é importante: ninguém pode soltar a s mãos em hora nenhuma. Se alguém já conhece a dinâmica, deve ficar de fora observando ou então não tomar iniciativa no grupo.O grupo deverá buscar alternativas até atingir o objetivo.
Nota: O grupo todo deve passar por baixo dos braços, entre duas pessoas. Como? Alguém toma a iniciativa e vai entrando no círculo até passar debaixo dos braços da pessoa que está do outro lado do círculo. E leva consigo as outras pessoas sem soltar as mãos. Quando todo mundo passar, basta os dois últimos virarem também, que todos ficarão de costas formando um novo círculo ainda de mãos dadas.Se for o caso pedir para desvirar o círculo sem soltar as mãos. Só dará certo se repetir o mesmo processo. Serve para verificar se o grupo assimilou o aprendizado.
 
O SALTO DO CANGURU
 
MATERIAL: Duas bolas.
PROCEDIMENTO:
1.     Organizam-se duas equipes, com número igual de participantes, e ambas se colocam por detrás de uma linha de partida, formando fila.
2.     Todos os jogadores formam um túnel com as pernas bem abertas.
3.     O jogador que encabeça a fila de cada equipe, a um sinal dado, lança a bola pelo “túnel” até alcançar o último jogador, que a recolhe e prende por entre os joelhos, saltando procurando entregá-la para o segundo jogador da fila.
4.     Este segundo jogador da fila lança a bola novamente pelo “túnel”, e o jogo prossegue.
5.     Será vencedora a equipe que terminar por primeiro.
 
O ESPELHO
 
PROCEDIMENTO: Dividem-se os jovens em duplas e pede-se que as duplas fiquem de frente uma para a outra. Em seguida, um dos componentes da dupla assume a função de espelho e vai ter que seguir os movimentos propostos pelo outro componente.
 
 
 
 
 
FAÇA-ME RIR
 
PROCEDIMENTO: Dividir os jovens em duplas e pedir que fiquem um de frente para o outro, em seguida durante um minuto um de cada vez terá que fazer o outro rir, no entanto não pode falar e nem tocar no outro. Em seguida troca-se os lugares.
 
 
 
A MENSAGEM DE SILVA
 
PROCEDIMENTO: Todos os participantes estão sentados, formando duas colunas. A uns cinco metros de distância umas da outra. O animador lerá uma frase para cada um dos representantes das filas e terá um minuto para absorver a frase.Os dois jogadores voltam para sua respectiva coluna e retransmitem oralmente a mensagem recebida, no ouvido do segundo jogador da fileira, e este para o ouvido do terceiro, e assim por diante.Finalmente, o último de cada fileira deverá falar toda a frase.
 
 
 
BRAÇOS UNIDOS
 
PROCEDIMENTOS: formar duplas. Seus componentes deverão ficar de costas um para o outro e entrelaçar seus braços. Ao comando do monitor, eles deverão realizar todos os movimentos que ele mandar (pular, ir para esquerda, ir para a direita, sentar, levantar, SEM SOLTAR OS BRAÇOS). Após alguns segundos realizando as tarefas, unir duas duplas e repetir a brincadeira, que ficará cada vez mais difícil de executar os movimentos em sincronia, sem soltar os braços. Depois, formar sextetos. Encerrar perguntando como é mais fácil trabalhar, com pouca gente ou muita gente? Como fazer para trabalhar em harmonia se é necessário ter muita gente?
 
NÓ HUMANO
 
PROCEDIMENTO: Todos os participantes formam um círculo dando as mãos. Cada um verifica quem está à sua direita e à sua esquerda. Isto é muito importante, pois pode haver confusão depois, portanto, peça que cada um fale alto para si e para os outros: "João está à minha direita e Ana, à minha esquerda", etc. Diga para soltarem as mãos e caminharem pelo espaço, aleatoriamente, até ouvirem um sinal (palma ou assovio). Ao ouvi-lo, todos param EXATAMENTE ONDE ESTÃO. Agora, sem sair de suas posições, deverão dar sua mão direita para quem estava à sua direita e sua mão esquerda para quem estava à esquerda. Vai se formar um nó de pessoas, e deverá ser desfeito, voltando o círculo à posição inicial, sem que ninguém solte as mãos.
 
CASA, MORADOR E TEMPESTADE

PROCEDIMENTO: O ANIMADOR fica encima da cadeira ou banco explicando para que se formem os trios, sendo que em cada trio ficam duas pessoas, uma de frente para outra, de mãos dadas e a terceira pessoa no meio das duas. Após
formado todos os trios, tem que ficar sobrando uma pessoa (somente uma pessoa). O ANIMADOR vai descrevendo os papéis de cada um. Aqueles que estão no trio no meio das duas pessoas serão os MORADORES, os que estão de
mãos dadas serão as CASAS e aquele que sobrou deverá, após o comando, fazer parte de uma CASA ou ser um MORADOR. Os comandos: 
1.o) Quando o ANIMADOR falar MORADOR, aí os MORADORES de cada trio deverão sair de suas CASAS e procurar outra, aquele que estava de fora aproveitará e procurará uma nova CASA . 
2.o) Quando o ANIMADOR falar CASA, as CASAS deverão deixar seus MORADORES e procurar outro MORADOR mas só pode sobrar uma pessoa, se sobrar duas pessoas os integrantes da CASA poderão virar um MORADOR . 
3.o) Quando o ANIMADOR falar TEMPESTADE aí vai ser uma bagunça geral, tanto os MORADORES quanto as CASAS deverão se desmanchar por completo e formarem novas CASAS e novos MORADORES. Aquela pessoa que sobrar fica no meio.

BY:"PELOS CAMINHOS DA EVANGELIZAÇÃO NO MATERNAL E JARDIM"

O AMOR DE JESUS PELAS CRIANÇAS


Pedrinho tinha completado quatro anos e, naquela semana, começaria a ir à escola. Sua mãe precisava fazer os serviços da casa e também trabalhar, e assim, não poderia estar com ele todo o tempo.
Mas Pedrinho preocupado perguntava à mamãe:
- Quem vai cuidar de mim quando eu estiver longe de casa, na  escola ou na rua?
A mãe sorriu, como quem não tem medo de nada e disse:
- Quem vai cuidar de você é alguém que lhe quer muito bem, que gosta da todas as crianças.
Pedrinho arregalou os olhos e perguntou:
- Quem poderá gostar mais de mim do que a senhora e o papai? Eu vou ficar sem vocês...
Sua mãe então explicou:
- Vou contar-lhe todas as coisas que essa pessoa faz e você logo adivinhará quem estará com você.
Pedrinho não estava entendendo nada. Mamãe dizia que ele deveria ficar sozinho na escola! Agora ficaria com alguém que gostava muito dele e de todas as crianças! E tinha que adivinhar o nome!
- Quem vai cuidar de você, meu filho, e cuida de todas as crianças perto ou longe da mamãe, é um moço que morou aqui na Terra há muitos anos. Ele curava doentes. Ensinava às pessoas sobre Deus. Amava todos como irmãos. Perdoava qualquer ofensa. Tratava bem as plantas e os animais. Por onde esse moço passava todos os seguiam, encantados, e as crianças viviam agarradas às mãos d'Ele, porque Ele sabia lindas histórias e era muito carinhoso com elas.
- Mas, mamãe, quem é ele, afinal?
- Espere e ouça mais um pouco com atenção. Você vai adivinhar sozinho. Desde aquela época nunca deixou de ajudar e proteger  todas as pessoas que precisassem de ajuda, principalmente as crianças, porque Ele é muito amigo delas. Sabe, Pedrinho, uma criança nunca está sozinha, porque, sem ser visto, esse moço está sempre ao lado de cada criança. Nunca tenha medo de nada, meu filho. Você nunca está só. Quando alguma criança está triste ou com medo, Ele se aproxima devagarinho e, sem que ela note, lhe dá um abraço. E a tristeza logo vai embora, ela foge para longe.
- E quando alguma criança está em perigo?
Quando algo de grave acontece?
- Ele abre os braços e faz todo o possível para protegê-la. Se você soubesse, Pedrinho, como é bom conversar com Ele na hora da
prece! Ele sempre ouve com atenção o que as crianças dizem. E como fica contente quando fazemos alguma coisa que Ele ensinou! Quando somos obedientes, carinhosos, quando cuidamos das plantas e dos animais.
- Mamãe! - gritou Pedrinho. - Acho que já sei quem é esta pessoa! É Jesus!






by: "PELOS CAMINHOS DA EVANGELIZAÇÃO NO MATERNAL E JARDIM

A Samaritana no Poço de Jacob


PRIMÍCIAS DO REINO (CAPÍTULO 9 "A MULHER DE SAMARIA") - ESPÍRITO: AMÉLIA RODRIGUES / MÉDIUM: DIVALDO PEREIRA FRANCO

A jornada do Mestre e seus discípulos fora longa: cerca de cinqüenta quilômetros.
A garganta ressequida, o corpo cansado e coberto de pó pedem linfa cristalina e refrescante.
Ao chegarem às cercanias da cidade, o Rabi assentou-se junto ao tradicional "poço de Jacó", nos terrenos que pertenceram a esse venerando ancião e foram legados a seu filho José, onde fica-ra sepultado.
Os discípulos subiram à cidade para aquisição de víveres e frutas, enquanto Jesus aquietou-se em profundo cismar, perdido na paisagem colorida.

* * *

Cântaro ao ombro, mergulhada em íntimas inquietações, uma mulher desce ao poço sob o Sol queimante e a pino.
Surpreende-se com o estranho olhar que lhe dirige o forasteiro judeu, que ali parece aguardá-la.
Atira, porém, o vaso sobre a água e recolhe o precioso líquido na bilha que repousa sobre o paiol.
Sente-se intranquila, como se algo estivesse para suceder-lhe.
Emoções desconhecidas tumultuam-lhe o espírito.
Quando se dispõe a tomar o vasilhame e retornar ao lar, ouve:
– Dá-me de beber!
Volta-se, surpresa, dominada por estranhos e profundos ressentimentos.
Como ousa aquele estrangeiro dirigir-lhe a palavra, atentando contra os costumes vigentes? – interroga mentalmente. Que homem é este que se atreve a dirigir a palavra a uma mulher, sabendo-se que ninguém ousava fazê-lo na rua, mesmo que fosse à esposa, filha ou irmã? Ignorará ele essa regra comezinha, parte integrante dos deveres sociais? E, solene, retruca, com proposital ironia na voz, com que extravasa a própria amargura:
– Como sendo tu judeu me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana?
No vale, maio cantava através de mil cigarras no trigal; a estrada deserta e silenciosa perde-se montanha a dentro.
Jesus conhece as dissensões que separam os dois povos: judeus e samaritanos.
Não seria esta a única vez que Ele provocaria escândalo, afrontando costumes odientos e convencionais.
Tem uma mensagem a dar – mensagem de conciliação e consoladora.
Para isto deixara propositalmente a estrada do Jordão e subira as serras. Programara aquele encontro, desde antes...
Aquela mulher, Ele a escolhera para ser a condutora do seu aviso a Siquém.
Responde-lhe, então, sem aspereza nem revide, por conhecê-la, talvez, intimamente.
Sua voz é cantante, compadecida:
– Se tu conhecesses o Dom de Deus, e quem é o que te diz: dá-me de beber, tu Lhe pedirias, e Ele te daria água viva.
Vibrações incomparáveis estrugem no coração da mulher.
Guardava ânsias de paz e não sabia como ou onde encontrá-la.
Uma dúvida, porém, a inquieta.
O espanto dá-lhe à voz uma tonalidade de respeito.
– Senhor! – exclama – tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde pois tens a água viva? És tu maior do que nosso pai Jacó que nos deu o poço, dele bebendo, ele próprio, seus filhos e o seu gado?
Os olhos do estranho fulguram com um fascínio desconhecido.
A revelação não tarda; a mensagem espraiar-se-á no ar, embalando o mundo, quando Ele a enunciar.
– Qualquer que beber desta água tornará a ter sede; – foi explícito – mas aquele que beber da água que eu lhe der, nunca terá sede, porque a água que eu lhe oferecer se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.
– Dá-me dessa água – disse, pressurosa, – para que não mais tenha sede, e aqui não venha tirá-la.
Penetrara a mulher o sentido das palavras do Rabi? Desejava libertar-se da exaustiva tarefa ou buscava mais clareza no ensino?
Os meigos olhos dEle incendeiam-se e se fixam nos olhos dela, penetrando-lhe o recôndito do espírito.
– Vai chamar o teu marido e vem cá – ordena-lhe com brandura e segurança.
Ela se perturba.
Era uma pecadora, e Ele o sabia, – conjectura...
Esse era o seu tormento íntimo.
Quanto se sentia ferida, humilhada no seu amor, receosa!...
As lágrimas afloram e escorrem abundantes; a palavra empalidece o vigor nos seus lábios e, quase sem fôlego, esclarece:
– Não tenho marido...
A vergonha estampa no seu rosto moreno a própria dor.
– Disseste bem: não tenho marido; – confirmou Jesus – pois que cinco maridos tiveste, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade.
Surpreendida, a samaritana não mais oculta a alegria, a felicidade.
Grita, quase:
– Senhor, vejo que és Profeta!
A mente está em desalinho.
Quantas dúvidas a atormentaram a vida toda!... Agora está diante de um Profeta de Deus. Deve aproveitar cada instante, reabilitar-se, encontrar a paz, por fim.
Comovida, interroga com docilidade.
– Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar.
– Mulher, acredita-me – elucida o Enviado Divino – que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus. Mas a hora vem, e agora é em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem.
A mulher, perplexa, enche-se de ventura.
Tão indigna se considera, e, no entanto, fora chamada à Verdade, ouvindo o que nenhum ou-vido jamais escutara antes.
O Desconhecido olha em derredor, e continua com música harmoniosa nas palavras:
– Deus é o Espírito, e importa que os que O adoram, O adorem em espírito e em verdade.
A humilde "aguadeira" terá compreendido a grandeza universal do ensino?
Transfigurada pela revelação, deseja informar-se com segurança, e indaga:
– Eu sei que o Messias (que se chama o Cristo) vem; quando ele vier – nos anunciará tudo...
A sinfonia imponente irrompe do coração do Mestre, e, ante a Natureza em silêncio e expectação, Ele conclui:
– Eu o sou; eu que falo contigo! Por isso digo que a salvação vem dos judeus.
O suor escorre-lhe pelo rosto rubro e másculo.
Já não há segredo.
Despedaçam-se as comportas do mistério e a verdade esparze alegria e consolo.
Não mais silêncios.
A mulher está conquistada.
O Reino amplia fronteiras entre os "desgarrados"...

***

Os discípulos retornam e "maravilham-se de que estivesse falando com uma mulher", mas nada disseram.
Tomando o cântaro, a samaritana demanda a cidade e, aos gritos, proclama:
– Vinde, vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito; porventura não é este o Cristo?
Pela afeição com que se ligou a Jesus, primitivos cristãos, que se alentaram na sua coragem de proclamar as imperfeições, denominaram a Samaritana "A Iluminadora", que a tradição oral acatou e conservou até os nossos dias.






A TEIA DA AMIZADE





Material:
Um rolo (novelo) de fio ou lã.

Como Fazer:

1. Dispor os participantes em círculo.
2. O coordenador toma nas mãos um novelo (rolo, bola) de cordão ou lã.
3. Em seguida prende a ponta do mesmo em um dos dedos de sua mão.
4. Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo. Assim, logo após se apresentar brevemente, dizendo que é, de onde vem, o que faz etc, joga o novelo para uma das pessoas à sua frente.
5. Esta pessoa apanha o novelo e, após enrolar a linha em um dos dedos, irá repetir o que lembra sobre a pessoa que terminou de se apresentar e que lhe atirou o novelo.
6. Após fazê-lo, essa segunda pessoa irá se apresentar, dizendo quem é, de onde vem, o que faz etc...
7. Assim se dará sucessivamente, até que todos do grupo digam seus dados pessoais e se conheçam.
8. Como cada um atirou o novelo adiante, no final haverá no interior do círculo uma verdadeira teia de fios que os une uns aos outros.

Comentários:Pedir para as pessoas dizerem:

- O que observaram;

- O que sentem;

- O que significa a teia;

- O que aconteceria se um deles soltasse seu fio etc.

Mensagem:
Todos somos importantes na imensa teia que é a vida; ninguém pode ocupar o seu lugar.

A VIDA DE JOSE



Aprendendo com Jesus

. Trabalhar com a canção: José, que fala sobre o papel do pai de Jesus: Levar os personagens e montar uma maquete com: uma casinha com um coração iluminado por trás, uma carpintaria ou materiais e instrumentos de trabalho... (Utilizar as figuras de José ). Aproveitar o ensejo e deixar gravuras que representem outros tipos de família. Só com a figura do pai, da mãe, avó...

“Teve alguém na história de Belém, que a história quase não falou,
Mas fez também a noite de Natal, foi companheiro, amigo e pai leal.
Teve um sonho, lindo sonho e uma flor, linda flor e um lar tão pobre, mas rico de amor.
No dia a dia trabalhava com suor, trabalhava talhando a madeira com amor.
Oh! Carpinteiro de Nazaré inspira o homem a ser fiel, ter sua casinha de amor e fé.
Fazer do lar seu próprio céu.
De tardezinha, voltava para o lar e o aguardavam Jesus e Maria.
Todas as tardes eram tardes de amor, a mesa posta e o pão de cada dia.
Teve um sonho, lindo sonho e uma flor, linda flor e um lar tão pobre, mas rico de amor.
No dia a dia trabalhava com suor, trabalhava talhando a madeira com amor.”
(desconheço o autor da canção)
. O evangelizador pode levar a foto de seu próprio pai e relembrar as virtudes e valores que lhes foram ensinados quando criança: amor, respeito, amizade, trabalho. Se possível, levar cartazes, para facilitar a compreensão das crianças.
. Trabalhar com uma caça-ao-tesouro: Espalhar pela sala ou pátio, vários objetos que o pai usa: calça, boné, óculos, sapatos masculinos, cueca... À medida que eles forem encontrando, vão trazendo para a sala para juntos descobrirem o tema da aula.
. Trabalhar com situações-problema: pai que bebe, agressivo... e que tipo de atitude devemos ter perante esses casos. Principalmente, esclarecer que o pai que se encontra nessas condições sofre bastante por não conseguir no momento seguir os exemplos de José, pai de Jesus, e que mesmo assim devemos respeitá-lo e orar por ele para que aos poucos consiga vencer tais dificuldades.

Trabalhando com Jesus

. Confeccionar uma lembrança para o papai: um porta-chave, um porta-canetas...
. Decorar uma caixinha com mensagens diversas de reflexão ou alguns cartõezinhos de amor e agradecimento para serem espalhados pela casa.
. Pintar um lenço para presentear o papai: carimbar com a mão usando tinta de tecido.





MISSÃO E VIDA DE JESUS



ObjetivosA criança deverá ser levada a sensibilizar-se para o estudo do tema Jesus, a partir de situações do seu dia a dia, referente ao tema abordado.
-Refletir acerca dessas ideias para avaliar sua importância e valorizar os benefícios para praticar o ensinamento de Jesus sobre o amor ao próximo, fazendo aos outros o que gostaria que os outros lhe fizessem.

Conteúdo: Aplicar esses conceitos ao seu dia a dia, identificando suas dificuldades para isso, tais como: egoísmo, orgulho, vaidade (dificultando a prática do amor ao próximo).
Concluir pela necessidade de mudar esses hábitos, atitudes e comportamentos, substituindo-os por outros que facilitem a vivência dos ensinamentos, tais como: fraternidade, solidariedade, cooperação, caridade, etc.
Sensibilização: Apresentar o Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo, perguntando quem conhece esse livro e o que estudamos com ele? Explicar a importância do Evangelho Segundo o Espiritismo, onde estão contidos alguns dos ensinamentos de Jesus.

Atividades do Evangelizador: 
- Começar brincando de siga o mestre.
·  O Evangelizando deverá imitar o evangelizador, caminhar engraçado, apertar a mão do amigo do lado, palavras bonitas, expressão do rosto, deixar as imitações bem marcantes e engraçadas, mais sempre ações relacionadas ao bem.
- Perguntar qual seria a pessoa mais legal que os evangelizandos gostariam de imitar. Se é legal imitar os outros. Questionar o porquê de querer imitar a pessoa escolhida e conduzindo a conversa dizendo que as coisas boas que as pessoas fazem é imitação dos atos e ensinos de Jesus. Dizer que imitamos o que ele fazia, porque são coisas boas, porque ele é um bom espírito, e tudo que é bom devemos imitar, que é seguir o exemplo. Ao final, chega- se à conclusão que a pessoa que Deus nos enviou na Terra para imitarmos suas atitudes, foi Jesus.
- Harmonizar a sala com musica para preparar as crianças para a historia.
- Contar a historia do nascimento de Jesus (anexo) mostrando as figuras para melhor fixar.
-Mostra as atitudes de Jesus que vemos no nosso dia-a dia. (anexo)

Jogo: Jesus a Porta, Kardec a Chave



Esse jogo é muito legal para o tema: Os Quinze Princípios Básicos da Doutrina.
Quando eu fiz, montei assim: Em um cartaz grande colei as portinhas com passagens do evangelho selecionadas, sobre cada um dos quinze princípios. No meu caso, fiz duas portinhas para cada princípio, ou seja, 30 portinhas.
Claro que fiz bonitinho, com título: Jesus a porta, Kardec a chave, com figuras ou desenhos de Jesus e Kardec e tudo mais.
Nesse caso, imprimi 30 chaves em papel mais resistente, ou seja, 2 de cada princípio básico. Recortei-as.
Na sala, distribuí as chaves entre os jovens (sim, esqueci de falar: fiz com a pré mocidade) e ia falando cada passagem do evangelho. Os jovens descobriam de qual princípio é a passagem e o jovem que tinha a chavinha, me entregava.
Algumas passagens são bem óbvias, como a descrita acima, mas outras exigiram um pouco dos jovens.
Os jovens adoraram!
De lembrancinha, pode-se fazer um molho com as chaves, impressos os quinze princípios da doutrina.
by: Janaina Faria

Jogo- Jesus/ Livro dos Espiritos






ATIVIDADE: JESUS PARA COLORIR



Pedagogia de Jesus

É só clicar:

Pedagogia de Jesus

Fatos Extraordinários da Vida de Jesus



A ressurreição de Lázaro – Jo 11:1 a 45
Imortalidade da Alma / Desencarnação / Ressurreição 1010. O dogma da ressurreição da carne será a consagração da reencarnação ensinada pelos Espíritos?
A Gênese – Cap. XV.
Numerosas curas operadas por Jesus:
26. - Jesus ia por toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o Evangelho do reino e curando todos os langores e todas as enfermidades no meio do povo. - Tendo-se a sua reputação espalhado por toda a Síria; traziam-lhe os que estavam doentes e afligidos por dores e males diversos, os possessos, os lunáticos, os paralíticos e ele a todos curava. - Acompanhava-o grande multidão de povo da Galiléia, de Decápolis, de Jerusalém, da Judéia e de além Jordão. (S. Mateus, cap. IV, vv. 23, 24, 25.)
27. - De todos os fatos que dão testemunho do poder de Jesus, os mais numerosos são, não há contestar, as curas. Queria ele provar dessa forma que o verdadeiro poder é o daquele que faz o bem; que o seu objetivo era ser útil e não satisfazer à curiosidade dos indiferentes, por meio de coisas extraordinárias.
Aliviando os sofrimentos, prendia a si as criaturas pelo coração e fazia prosélitos mais numerosos e sinceros, do que se apenas os maravilhasse com espetáculos para os olhos. Daquele modo, fazia-se amado, ao passo que se se limitasse a produzir surpreendentes fatos materiais, conforme os fariseus reclamavam, a maioria das pessoas não teria visto nele senão um feiticeiro, ou um mágico hábil, que os desocupados iriam apreciar para se distraírem. Assim, quando João Batista manda, por seus discípulos, perguntar-lhe se ele era o Cristo, a sua resposta não foi: «Eu o sou», como qualquer impostor houvera podido dizer. Tampouco lhes fala de prodígios, nem de coisas maravilhosas; responde-lhes simplesmente: «Ide dizer a João: os cegos vêem, os doentes são curados, os surdos ouvem, o Evangelho é anunciado aos pobres.» O mesmo era que dizer: «Reconhecei-me pelas minhas obras; julgai da árvore pelo fruto», porquanto era esse o verdadeiro caráter da sua missão divina.
28. - O Espiritismo, igualmente, pelo bem que faz é que prova a sua missão providencial. Ele cura os males físicos, mas cura, sobretudo, as doenças morais e são esses os maiores prodígios que lhe atestam a procedência. Seus mais sinceros adeptos não são os que se sentem tocados pela observação de fenômenos extraordinários, mas os que dele recebem a consolação para suas almas; os a quem liberta das torturas da dúvida; aqueles a quem levantou o ânimo na aflição, que hauriram forças na certeza, que lhes trouxe, acerca do futuro, no conhecimento do seu ser espiritual e de seus destinos. Esses os de fé inabalável,
porque sentem e compreendem. Os que no Espiritismo unicamente procuram efeitos materiais, não lhe podem compreender a força moral. Daí vem que os incrédulos, que apenas o conhecem através de fenômenos cuja causa primária não admitem, consideram os espírita". meros prestidigitadores e charlatães. Não será, pois, por meio de prodígios que o Espiritismo triunfará da incredulidade será pela multiplicação dos seus benefícios morais, porquanto, se é certo que os incrédulos não admitem os prodígios, não menos certo é que conhecem, como toda gente, o sofrimento e as aflições e ninguém recusa alívio e consolação.


by: Alice Lirio


Vida e as curas de Jesus















by: Diana Primo e Sandra

MEU AMIGO JESUS




OBJETIVOS - Desenvolver a atenção, a habilidade verbal, a rapidez de reação e fixação de conhecimentos.

MATERIAL - Humano e cartões coloridos

FORMAÇÃO - O evangelizador distribuirá os cartões entre as crianças que formarão pequenos grupos de acordo com as cores.

DESENVOLVIMENTO - O evangelizador anuncia o seu amigo e a letra que escolheu para iniciar as respostas das perguntas. Só serão aceitas respostas que iniciarem com a letra escolhida, e responderá o grupo que primeiro pedir a palavra.

Exemplo: Letra J
Perguntas.
Em que província Ele nasceu? - Judá

Quem era seu pai? - José

Ele era descendente de que povo? - Judeu

As margens de que rio foi simbolicamente batizado? - Jordão

Quem o batizou simbolicamente? - João Batista
Para que cidade se dirigia o homem que foi atendido pelo Bom Samaritano? - Jericó

Qual o apóstolo que se destacou por sua afinidade com Jesus? - João Evangelista

Qual o profeta que como Jesus também falou a respeito dos falsos profestas? - Jeremias

Como se chamava o pai do apóstolo Pedro? - Jonas

Qual o apóstolo que traiu Jesus? - Judas Iscariotes

(não conheço a autoria dos desenhos, mas seria grata se me informassem, pois colocarei seus devidos créditos)

A família de Jesus – Formas geométricas




            1) O papel de fundo azul escuro foi salpicado com guache branco, utilizando-se uma escova de dentes velha;
            2) Recortar em folhas coloridas três triângulos em tamanhos diferentes para fazer o corpo de José, Maria e o bebé Jesus;
            3) Recortar três círculos em tamanhos proporcionais aos triângulos para representar as cabeças;
            4) Recortar dois retângulos finos para os braços de José e Maria e duas gotas para as mãos.
            5) O manto é opcional - cortar dois rectângulos com um dos extremos em arco;
            6) Os animaizinhos podem ser feitos com figuras circulares (ver o modelo dos animais em 3D), como exemplo da ovelha acima. (Nesse modelo, a vaca e o burrinho foram desenhados e pintados pelo Pedro – 7 anos). O galo pode ser feito a partir do desenho de um triângulo com as 2 pontas da base arredondadas.
            7) As crianças irão colar, desenhar os olhos, a boca, o nariz, barba e os cabelos (poderão colar fios de lã ou outro material).
            8) A cabana poderá ser feita com 4 palitos de gelados ou com recorte de 4 retângulos estreitos, conforme o modelo acima.

            9) A estrela foi desenhada com palito de dente e guache a partir do esboço de uma cruz. 

(chegou sem menção de autoria ou fonte. Se Souber qual seja, por favor nos informe, afim de darmos os devidos créditos)