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Espíritos Protetores




Objetivo: A criança deverá desenvolver um sentimento de segurança maior perante a Vida e sentir-se estimulada à prática do bem, pela certeza no amor de Deus, que nos concede a bênção de termos Espíritos Amigos a nos ampararem e inspirarem em Seu nome.

Referências bibliográficas:
Lucas, 1:11; Mateus, 26:53 e 28:2
ESE cap. XXVIII, 11 a 24; LE itens 489 a 522
O consolador, perg. 226

Aula:
a) Incentivação Inicial: Iniciar um diálogo com as crianças, com perguntas por exemplo: quem toma conta de vocês? Quando vocês estão tristes, quem os ajuda? Quando fazemos algo errado, quem nos chama a atenção? Quando nosso pai, mãe, avó, avo, tio, tia, etc não está por perto, será que ninguém está nos olhando, nos protegendo?

b) desenvolvimento: Contar a história do Chiquinho, vamos ouvir?

Chiquinho e o Anjo da Guarda

Este é Chiquinho (mostrar ilustração)
Chiquinho é um menino alegre, muito bonzinho, Ele mora com o seu pai em uma casa no alto do morro. Sua mãe já desencarnou, assim são apenas ele e seu pai. E, como seu pai não ganha muito bem, Chiquinho o ajuda vendendo jornais depois da aula.
Vamos ver como é um dia na vida de Chiquinho?
Ele acorda cedinho, faz sua prece, se apronta e toma uma xícara de café com um pedacinho de pão. Depois ele vai para a escola, que é muito longe. Ele terá que atravessar ruas e ruas, algumas desertas , o que é perigoso. Mas, Vejam só... parece que Chiquinho não está sozinho (mostrar uma ilustração que corresponda a Chiquinho e um espírito "invisível) ) quem será este que o acompanha e parece estar tomando conta dele? não é seu pai... também não é seu tio...
É alguém diferente, alguém que Chiquinho não pode ver.. quem será? (deixar as crianças darem suas respostas)
Pois é, é um espírito, é o espírito que chamamos de nosso espírito protetor, também conhecido por Anjo guardião. lembram-se que Chiquinho ao se levantar orou pedindo a Deus e a Jesus que o protegesse e a seu pai também? pois então.
Seu Espírito Protetor está ali ajudando-no , protegendo-o. Nós não o vemos, porque seu corpo não é material; ele é um corpo mais sutil, mais leve.
E esse Espírito Protetor, toda vez que Chiquinho está zangado, quando ele vai brigar ou quer gritar, quando está em uma situação de perigo, fala lá dentro de sua cabeça: Não faça isso, Chiquinho, você irá ficar triste depois, se arrependerá; mude o caminho hoje, vá por outra rua...
E assim, Chiquinho não vê, mas seu Espírito Protetor está escutando cada palavra, cada atitude, cada situação vivida.


E não só Chiquinho tem um Espírito Protetor , todos nós o temos e como é bom saber e sentir essa proteção não é?
Mas se lembram que Chiquinho, ao se levantar , fez uma oração? Pois então, é necessário também buscarmos estar ligados ao nosso Espírito Protetor.

c) Fixação

Montar um jogo do caminho

1) de um lado colocar a figura do Chiquinho fazendo sua oração pedindo proteção ao Espírito Protetor.
2) montar alguns caminhos , sendo que apenas um deles chegará até a figura do outro lado
3) a figura do outro lado deverá ser a do Espírito Protetor

obs: deixar as figuras sem colorido, para que após as crianças acharem qual caminho será o correto entre a oração e o chegar ao Espírito Protetor, possam colori-las

Material didático: figuras ilustrativas; jogo do qual o caminho?, lápis de cor


(fonte: AME/JF)



ANJO DA GUARDA










Meu amigo invisível


Assuntos abordados
Amizade; família; protetor espiritual; convivência; encarnação; mundo espiritual; imortalidade da alma; vidas passadas.
Orientações para contar a história
 Apresente a história a partir dos aspectos positivos. Alguém já teve um amigo imaginário? E um amigo que ninguém conseguia ver? Às vezes, crianças têm amigos imaginários, mas outras vezes, crianças também podem ter amigos invisíveis. Vamos conhecer a história de Juca para sabermos se o seu amigo é invisível, ou imaginário. Vamos descobrir, também, o motivo desta visita tão diferente... 

Juca era um garoto de oito anos. Muito inteligente, mas muito teimoso e egoísta. Apesar das tentativas dos pais em torná-lo mais amável, Juca não mudava de comportamento. Juca tocava mesmo o terror onde passava. Já havia sido expulso de duas escolas e estava prestes a ser expulso mais uma vez. Seus pais não sabiam mais o que fazer. Juca era acompanhado por psicólogo, psicopedagogo, benzedeiras e nada..., continuava mesmo teimoso. Aprontava todo tipo de traquinagem e implicava muito com o irmão. Certa vez, sua mãe pediu ao anjo da guarda (Espírito protetor) de Juca, que lhe ajudasse de alguma forma, pois temia o futuro do filho. Juca adorava jogar futebol. Era a única brincadeira, a qual ele brincava obedecendo bem as regras. Num final de semana, enquanto ele se preparava para o jogo de futebol, Juca teve uma visita diferente. Entrou sem bater, em seu quarto, André, um garoto que parecia ter a sua idade.

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Objetivo da Encarnação


Nível: Jardim (3 a 5 anos)


1) Prece Inicial

2) Incentivação
 Riscar no chão uma linha sinuosa. Formar a fila das crianças e entregar à primeira uma colher e uma bolinha de isopor. Pedir para que ela caminhe rapidamente sobre a linha traçada equilibrando a bolinha na colher, sem deixar cair.
Quem conseguir caminhar sem deixar a bolinha cair, termina a atividade. Aquele que deixar a bolinha cair no chão, tem nova oportunidade de recomeçar (no início da linha), mas com um grau de dificuldade maior: deverá segurar a colher com o um dos braços esticados. (Aproveitar pra criar aquele suspense: vocês acham que ele merece uma nova chance?)
Terminada a atividade perguntar as crianças:
Como foi chegar ao final da linha sinuosa?
Você ficou feliz quando teve uma nova oportunidade de recomeçar?


Seria mais fácil se tivesse prestado maior atenção na primeira vez para não deixar cair a bolinha no chão?

3) Narrar a história – A nova Chance
 Ritinha era a filha única de um casal bondoso e trabalhador. Desde criança, demonstrou que era cheia de vontade. Não lhe faltaram os conselhos, nem o carinho dos pais. Entretanto, a menina rebelde, desprezava-os, respondia mal e nunca se interessava em cumprir seus deveres escolares.
 O tempo passava e Ritinha continuava a não aproveitar as oportunidades que seus pais ofereciam. Jovem ainda, adoeceu e desencarnou.
 Ao despertar no mundo espiritual, se arrependeu e percebeu que perdeu uma grande oportunidade. Ritinha sofreu muito. As respostas mal criadas que havia dado a seus pais ecoavam sem descanso em sua mente e sentia-as como verdadeiras flechadas no coração. Todos os momentos eram de angústia.
 Um dia suplicou ao seu Espírito Protetor para que lhe fosse dada uma nova chance, reencarnando novamente, isto é, nascendo outra vez e crescendo para tornar-se uma boa menina.
 Ritinha conseguiu a nova chance, porém, não mais nas condições anteriores. Reencarnaria em outro lar, ficando órfã, ainda menina e cedo teria de trabalhar para pagar seus estudos. Vencendo essas dificuldades, ela teria um grande progresso espiritual.
 Ritinha agradeceu comovida a nova chance, compreendendo a importância das lutas que teria de enfrentar.
 Alguns meses depois, renascia Ritinha, em novo corpo, em outro lar.
 Será que aproveitará bem a nova chance?
De que dependerá a vitória ou o fracasso?

Comentar sobre a história "A Nova Chance", em que Ritinha teve nova chance de aprender as lições ignoradas para ser feliz e que quando se perde esta oportunidade as dificuldades aumentam. A reencarnação é uma dádiva de Deus e quando nos esforçamos para seguir o caminho do bem, estamos buscando nossa própria felicidade.
 Por que reencarnar? Para corrigir os erros, aprender a ser bom, amoroso, amigo.
Reencarnamos para evoluir, para aprender.

4) Fixação – brincadeira
Jogo de tabuleiro. Jogo das virtudes. Os alunos são divididos em duas equipes. Devem percorrer o caminho com o objetivo de atingir o final.

Ao girar o ponteiro terão o direito de andar X casinhas. Caso retirem um cartão com virtude, poderão andar mais uma casa. Caso retirem um cartão com má tendência, eles deverão permanecer na mesma casa.

by: PELOS CAMINHOS DA EVANGELIZAÇÃO NO MATERNAL E JARDIM

DINÂMICA PARA FALAR DE CORPO E ESPIRITO



Para entender que o que morre é o corpo e não o espírito trabalhamos a música “Morto Vivo”, do grupo Evangelizar é amar (RS), presente no Cd ‘Sou criança’.

Abertura da evangelização infantil: Duração - 30 minutos

Material:
Dois contornos de bonecos de papel num papel cenário branco, que serão colados na parede, um ao lado do outro.
Várias figuras de órgãos do corpo humano: boca, nariz, sobrancelhas, pulmão,coração...
Vários nomes de sentimentos impressos: gentileza, bondade, fé, coragem, caridade...

Atividades:
- Iniciar perguntando o que há de diferente na parede. Quem é essa pessoa? São duas pessoas? Vamos ver...
Procurar as figuras e palavras escondidas pelo salão (embaixo das cadeiras, parede...). Quem encontrar segue até a frente do salão para vermos o que encontraram.
Elas falam o que encontraram e passamos a conversar sobre isso. Eles colam as figuras adequadas nos dois bonecos.
Chegar à conclusão de que os órgãos pertencem ao corpo e os sentimentos ao espírito. Perguntar: quando a gente desencarna, qual desses morre?
Ouvir o que elas têm a dizer. Falar da música.

Fazer a brincadeira de morto vivo com elas e depois ensinar a música “Morto Vivo”
Letra da música:
“Ensina o Espiritismo, Você não vai morrer
Quem morre é o corpo, A gente vive pra valer.
Entre na brincadeira
De morto-vivo:
Quem morre é o corpo, Quem vive é o espírito.
Você não vai morrer, E pode acreditar
De morto-vivo, Vivo,Vivo: Você vai ficar
Morto vivo/ Vivo morto/ Morto vivo/Vivo
Vivo morto, vivo morto
Quem morre é o corpo
Morto vivo morto vivo
Quem vive é o espírito.
Entre na brincadeira (...)”
Morto Vivo - Evangelizar é Amar - Legendado


BY: Islene Santos

AMOR: DO EGOCENTRISMO AO ALTRUÍSMO



OBJETIVOS: 
Reconhecer que o Amor é um sentimento necessário ao pleno desenvolvimento do ser.

1- ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões no MA-03 e MA-05.

2- HARMONIZAÇÃO INICIAL

3- ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

OBJETIVOS:

Reconhecer que o Amor é um sentimento necessário ao pleno desenvolvimento do ser.

1- ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões no MA-03 e MA-05.

2- HARMONIZAÇÃO INICIAL

3- ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

Conversar com as crianças sobre a diferença de comportamento dos cães e gatos que vivem nas ruas abandonados e os outros, que possuem um dono que cuida deles, dando atenção e carinho.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA

4.1- Dialogar com as crianças sobre a seguinte questão:

Os animais se tornam mais espertos e alegres quando recebem atenção e carinho. Será que o mesmo acontece com as pessoas?

4.2- Narrar: LUANA DESCOBRE O AMOR

4.3- Misturar as gravuras e pedir ao grupo que as ordene novamente recontando a história.

4.4- Concluir:

Ü Podemos mostrar que sentimos amor pelas pessoas de muitas formas. (Relembrar o que as crianças falaram durante a narrativa e acrescentar outros exemplos).

Ü O amor faz feliz quem sente e quem recebe (dar exemplos do cotidiano da criança).

Ü Deus, nosso Pai do Céu, é o Amor maior e mais perfeito.

5- ATIVIDADE CRIATIVA

5.1- Desenhar em  material  emborrachado,  de  preferência,  dois  grandes  corações, recortando-os. Uni-los deixando uma abertura tal como o do anexo 1. Será o “coração da turma”. 

Fixá-lo em lugar visível.

5.2- Durante uma semana pedir que as crianças prestem atenção às ações dos colegas e de outras pessoas, as quais revelem amor. Anotar e colocar no “coração da turma” até a reunião seguinte, quando serão lidos os papéis, estimulando, na ocasião, o grupo a prosseguir com a mesma conduta.

5.3- Outra forma de estimular o grupo poderá ser dividi-lo em subgrupos e, a cada dia, todos se preocuparão em oferecer uma atitude amorosa para com o subgrupo escolhido que, ao final do dia, expressará como se sentiram em relação ao que receberam.

6- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE

Com as crianças sentadas na rodinha, pedir que cada uma imagine que tem na mão esquerda um ovinho de passarinho. A mão direita, sobre a outra, dará calor e amor ao ovinho para ajudar a desenvolver o passarinho. Fazer a demonstração. Em seguida, as crianças iniciam a harmonização, com os olhos fechados, durante um minuto. Dizer que o passarinho desenvolveu-se com o calor e o amor que recebeu e já pode sair do ovo e voar. Contar até três quando todos abrirão suas mãos, deixando o passarinho voar.

7- AUTO-AVALIAÇÃO

LUANA DESCOBRE O AMOR

Luana era uma menina de seis anos que morava com a irmã mais velha numa casinha bem pequena. A menina não tinha mãe, nem pai, nem avó e nenhum parente. Sua irmã saía cedo para o trabalho.

Fig.1Luana vivia no fundo do quintal sempre cavando um buraco no chão. Que estranho! Ela ficava muitas horas, triste, muito triste...

Todos os vizinhos se preocupavam com a tristeza de Luana.

– Que fazer? – perguntavam eles.
E ninguém conseguia descobrir o jeito de espantar a tristeza da menina.
Um dia, alguém descobriu.

Fig2Um bondoso velhinho, que conhecia bem a vida e o coração das pessoas, falou:
– Luana está com o coração vazio de amor.
E logo todos quiseram encher de amor o coração da menina (ver modelo no anexo1).

(Perguntar às crianças: – “Quem quer também encher de amor o coração de Luana? Cada um pensa um pouquinho o que pode fazer”. Ouvir cada criança, anotando as respostas em tiras de papel, que serão colocadas no coração pela abertura na parte superior).

O coração de Luana ficou agora cheio de amor!
Sabem o que aconteceu depois ?

Fig.3- Luana aprendeu a sorrir e a brincar com amigos.

Fig.4Luana gosta de cuidar das flores e dos animais.

Fig.5- Luana gosta de ajudar as pessoas.

Seu coração está agora batendo fortemente, cheio de amor (apresentar o coração do anexo2 feito em dobradura, fazendo-o “pulsar”.) 





by: Pelos Caminhos da Evangelização

AMIZADE NA ESCOLA- MUSICA

LIVRO DOS ESPIRITAS

 Quero dois mil cruzeiros em livros espíritas! Era uma jovem senhora no balcão, a fazer o pedido. Mas o gerente da casa solicitou: — Faça, por obséquio, a relação.
 — Não há necessidade — afirmou a dama —, escolha os melhores e mande ao Dr. Anísio Fortes. E forneceu o endereço exato. O chefe do serviço, porém, coçou a cabeça, encabulado. Aquela moça sorridente a fazer uma compra significativa, assim desacompanhada... A indicação do nome de um médico que ele sabia materialista, embora respeitável... Não desejava criar um caso entre a instituição que a livraria representava e o clínico referido. — A senhora está credenciada por ele para fazer a compra? A cliente sorriu, compreendendo a dificuldade, e, rogando ao diretor de vendas um minuto de atenção, explicou: — Bem, o senhor não me conhece e devo esclarecer a questão, em meu próprio benefício. Esboçou na face a expressão silenciosa de quem ouve a própria consciência e continuou: — Narrando os próprios erros, atendemos à profilaxia necessária contra as nossas imperfeições. Imagine o senhor que, há precisamente quatro anos, cometi falta grave. Recém-casada, vi meu esposo adoecer sem recursos. Não tendo o apoio de qualquer parente que me pudesse prestar auxílio, aceitei a única oportunidade que me apresentavam, a de zelar pelo asseio no gabinete do Dr. Fortes. Encerrar, porém, duas salas e limpar instrumentos e vidros, móveis e vasos asseguravam-me ninharia... O ordenado dava mal para alguns sanduíches. Minha luta crescia. Penhorei o que pude. Mesmo assim, os débitos aumentavam. Apareceu, entretanto, a grande oportunidade. Amigos de meu esposo lembraram-me o nome numa prova de habilitação para atendente. Poderia ingressar, assim, no Serviço Público. Contudo, a preparação de papéis requeria dinheiro. A aquisição de traje novo requeria dinheiro. Vivia na expectativa inquietante, quando, de caminho para o trabalho, encontrei precioso vaso quebrado, sob elegante janela. Fina porcelana estilhaçada. E veio-me ideia estranha. Por que não aproveitar? Juntei fragmento a fragmento, recompus a peça o quanto me foi possível, adquiri papel fino, adequado a presentes e fiz pequenino volume de bela aparência. Apressei o passo e cheguei mais cedo. Fiz todo o serviço que me competia e, postando-me atrás da porta com o presente numa das mãos, esperei que o Dr. Fortes viesse. Eu sabia que ele chegava de repente, varando a porta à feição de vento tempestuoso. Aconteceu o que previa. O Dr.Fortes empurrou a porta de vaivém com força, e zás!... O embrulho rolou no piso e os cacos com grande ruído deram a impressão perfeita de que a preciosidade se perdera naquela hora. Meu jogo fora certo. O bondoso amigo, cavalheiro corretíssimo, fitou-me consternado... Como a voz da interlocutora se fizera hesitante, o gerente indagou, interessado: — E o resto? — Ante as perguntas do médico, que se supunha responsável pelo desastre, menti que se tratava de uma lembrança que meu marido e eu havíamos adquirido a custos para ofertar a minha irmã, prestes a casar-se... O Dr. Fortes consultou os remanescentes da peça e, homem muito experimentado, avaliou-a pelo justo valor. “Não quero que a senhora tenha qualquer prejuízo” — disse, pesaroso. E, de imediato, sacou do bolso dois mil cruzeiros, entregando-nos a título de indenização, pedindo desculpas. Embora desconcertada, recebi o dinheiro e utilizei-o nas providências que desejava. Concorri ao cargo e consegui nomeação para trabalhar num instituto assistencial. Abandonei minhas antigas atividades. Conquistei salário digno. Depois de algum tempo, buscando auxílio moral na Doutrina Espírita em benefício de meu esposo, tornei-me espírita, igualmente, e compreendi meu erro grave, percebendo que me fiz ladra, através do que podemos chamar uma “falta perfeita”. Procurei, então, o Dr. Fortes e confessei-lhe o meu gesto infeliz. Ele ouviu-me, com simpatia e respeito, mas não concordou com a devolução do dinheiro. Abraçou-me, benevolente, e apenas pediu que eu lhe desse um livro do nosso movimento, à guisa de amostra, desejando conhecer os princípios que me revolviam, assim, o fundo da consciência... O gerente da livraria, ao vê-la terminar a história, estendeu-lhe a mão, cumprimentando-a e falou, comovido: — Minha irmã, seu exemplo me obriga a pensar... A dama pagou a importância fixada, e, quando voltou à livraria, três dias depois, para recolher o certificado de que o médico havia recebido a encomenda, encontrou o gerente, atarefado, preparando um fardo de livros. — Está vendo? Disse ele à recém-chegada — hoje faço igualmente o meu pacote com mil e duzentos cruzeiros, em livros da nossa Causa, para oferecer a um amigo... — Como assim? — perguntou a visitante, evidentemente intrigada. O gerente, contudo, apenas sorriu e falou, entre satisfeito e hesitante: — Eu também tenho um caso... 

















BY: peloscaminhosdaevangelizacao.blogspot.com.bR

Cuidar do corpo e do espírito



Objetivo: 
Mostrar os cuidados que devemos ter com nosso corpo e espírito, no caminho da evolução
Conteúdo:
 Deus – Pai e Criador; O corpo – dádiva divina; Cuidados que devemos ter com o corpo e o espírito.
Desenvolvimento da aula:
· Falar sobre Deus e sua criação – Dinâmica senta-levanta (levanta quando disser algo que foi Deus que criou e senta quando for algo que Deus não criou).
·Perguntar quem criou o nosso corpo.
·Falar sobre os cuidados com o corpo: higiene, alimentação, água, sono, atividades físicas, evitar vícios, etc.
·Falar sobre os cuidados com o espírito: pensamentos, atitudes, ações/reações, ligação com Deus: oração, boas maneiras/gentileza, etc.
Atividades sugeridas:
· Mímica de cuidados com o corpo.
· Brincadeira com bola: todos sentados em círculo, de olhos fechados. Evangelizador coloca uma bola atrás de alguém. Todos abrem o olho. Quem estiver com a bola (ou outro objeto) atrás, diz um cuidado que deve ter com o corpo e o espírito e será a próxima pessoa a colocar a bola nas costas de alguém.
·Brincar de casinha: cuidar de boneca, levar cachorro pra passear, fazer comidinha, fazer compras, consertar coisas quebradas na casa, dirigir o carro levando as crianças no colégio, etc.
Técnicas a serem utilizadas:
Exposição dialogada, brincadeiras (senta-levanta, mímica, boneca)
Recursos necessários:
Brinquedos: bonecas, objetos de casinha, mamadeira, toalha, ferramentas, carro, bola
Avaliação:
 Através do diálogo sobre o tema e participação nas brincadeiras

Bibliografia:
* Livro dos espíritos para infância e juventude – vol. 1

HISTÓRIA SIMBÓLICA SOBRE EVOLUÇÃO ESPIRITUAL



     Numa pequena escola de aldeia, o professor (grav.1) surpreendia seus alunos com a revelação de que no alto de (grav.2) íngreme montanha havia extraordinário tesouro. Tão grande era aquela riqueza, que encheria de felicidade a vida de quem a possuísse.
    Os alunos mostravam-se muito interessados em conquistar o precioso tesouro, mas, para tanto, seria necessário escalar a montanha, onde existiam muitos obstáculos e perigos.
    Como não estivessem preparados, o mestre, pacientemente, passou a instruí-los, dia após dia, desvendando todos os segredos da difícil escalada.
Não iludiu os aprendizes quanto às dificuldades que encontrariam, mas falou da importância da cooperação entre eles. Ensinou-lhes técnicas de difícil execução, fez inúmeras demonstrações, que bem revelavam todo o seu saber; despediu-se e partiu.
Os aprendizes puseram-se em campo para a conquista, do tesouro. Muitos, do sopé da montanha, olhavam desanimado o caminho a percorrer e desistiam (grav.3). Outros começavam a subida, mas arranhados nas asperezas da caminhada, doloridos, mostravam-se contrariados com os obstáculos a transpor (grav.4). Alguns, mais perseverantes punham em prática as lições aprendidas com o mestre e nem irritados nem desanimados, iam vencendo um a um os obstáculos cada vitória dava-lhes alegria. Nas dificuldades maiores, amparavam-se mutuamente e emprestavam as ferramentas de que dispunham para facilitar a caminhada (grav. 5). Os que iam á frente ensinavam o segredo das suas vitórias aos que estavam mais abaixo. Assim, alguns já haviam alcançados o cume da montanha. Exultavam de alegria (grav.6). Alcançaram o tesouro inestimável e singular! Todos o compartilhavam, mas ninguém era seu proprietário. Entenderam que a grande felicidade que sentiam era justamente poder compartilhá-lo.
      E do alto da montanha, contemplavam os que estavam abaixo, indecisos e sofridos. Resolveram, então, ir ao encontro deles, estender-lhes as mãos e ensinar-lhes novamente as experiências vitoriosas da subida.
     Cada um, tomando uma direção retornou confiante ao sopé da montanha para auxiliar seus companheiros (grav.7).

Essa história retrata a evolução do espírito.

A montanha íngreme com seus obstáculos representa o caminho da evolução, isto é a vida e seus desafios, exigindo-nos paciência e esforço para vencê-los.

A escola é a Terra, cujo mestre principal é Jesus, que nos ensinou os meios de alcançarmos os tesouros da felicidade.

Os aprendizes somos todos nós, em níveis diferentes de evolução. Uns desanimados, outros queixosos diante das dificuldades, outros mais à frente, vencedores e alguns já tendo alcançado o tesouro da bondade e da sabedoria.
Estes vêm a Terra desempenhar importantes missões de ajuda às criaturas.







JOGO DO ESPIRITO PROTETOR



Aplicação:
Jogo para revisão de conteúdo da aula.
Número de participantes: acima de 6.
Idade: a partir de 6 anos.

Como confeccionar:
01) Clique aqui para imprimir as peças do jogo.
02) Recorte e cole as peças numa cartolina conforme mostrado abaixo e depois plastifique para dar maior durabilidade.

Desenvolvimento:

Primeiro passo - Introdução ao jogo
01) Mostre a peça do espírito obsessor e explique: "Este irmãozinho ainda não evoluiu e fica vagando por ai procurando espíritos encarnados para dar maus conselhos."
02) Mostre a peça do Espírito protetor e explique: "Esse é nosso espírito protetor, que cuida de nós e nos ajuda dando bons conselhos."
03) Mostre a peça dos espíritos encarnados e explique: "Nós, encarnados, sofremos influência constante de espíritos desencarnados, tanto bons quanto ruins, cabe a nós somente seguir o conselho dos espíritos bons, afastando de perto de nós espíritos menos esclarecidos através do nosso comportamento"
04) Faça a pergunta: "Quais são as atitudes que podem atrair para perto de nós espíritos menos esclarecidos"
05) Deixar que os evangelizandos respondam. Ex: brigar com as pessoas, assistir, ler, falar e pensar sobre violência ou assuntos inferiores.
06) Depois perguntar: "Quais são as atitudes que podem atrair para perto de nós espíritos bons?"
07) Deixar que eles respondam. Por exemplo: Ler bons livros, ajudar os outros, ter bons pensamentos, ter o hábito da prece, etc.
08) Qual dos dois espíritos vocês querem ter ao lado de vocês? Deixar eles responderem.
09) Explicar que cada evangelizando vai receber uma cartela que poderá ser: o espírito encarnado, o espirito protetor ou o espírito obsessor.

Segundo passo - jogando
10) Distribuir uma cartela para cada evangelizando.
11) Cada evangelizando deverá olhar sua cartela sem revelar qual tirou.
12) Os evangelizandos deverão circular livremente pela sala.
13) Quem tirou o espírito obsessor deverá piscar discretamente para alguém, sem que os outros vejam.
14) Quem for espírito encarnado, se receber um piscar de olhos do espírito obsessor, deverá se abaixar, sem revelar quem é o espírito obsessor.
15) O espírito obsessor deverá continuar piscando para os outros evangelizandos, tentando não ser descoberto.
16) Sempre que alguém se abaixar o evangelizador diz: "oh! alguém foi influenciado pelo espírito obsessor"
17) Quem recebeu a cartela do espírito protetor deverá tentar descobrir quem é o espírito obsessor e quando encontrar deverá abraça-lo.
18) Quando o espírito obsessor for descoberto o evangelizador diz: "vejam o espírito protetor conseguiu ajudar o espírito obsessor a se afastar de nós, pois estamos agindo no bem e pensando coisas boas"
19) Repetir o jogo enquanto haja interesse do grupo.

DINÂMICA- ESPÍRITOS PROTETORES



Um grupo de crianças deverá atravessar um rio, cujos limites serão demarcados no chão com giz, separados uns três metros aproximadamente. Elas receberão duas folhas de jornal ou papelão, onde poderão pisar para a travessia. Outro grupo representará os espíritos protetores. O evangelizador explicará a estes a maneira de atravessar o rio, duas crianças atravessarão juntas, colocando as folhas no chão pisando alternadamente sobre elas. Depois uma delas volta para buscar a outra. Assim a única maneira de todos atravessarem é colaborando uns com os outros. Os protetores não poderão ensinar diretamente mas apenas incentivar ou sugerir que uns colaborem com os outros e todos acabarão conseguindo atravessar o rio.

Conheça o espiritismo

Espírito, perispírito e corpo