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LEI DO TRABALHO

- Sempre introduzimos o tema com uma conversa descontraída com as crianças. Perguntamos:
- Quem aqui trabalha?
- O que você faz como trabalho?
- Quem ajuda a mamãe em casa?
- A mamãe e o papai trabalham fazendo o que?
- Eles ganham dinheiro para fazer isso?
- Que tipo de trabalho vocês conhecem?

Legal ir relacionando em um cartaz, a medida que forem falando os tipos de trabalho.

- E quando você crescerem o que serão? Que tipo de trabalho irão fazer?

Em outro cartaz, colocar as profissões que escolheram. Pedir para que desenhem a profissão que escolheram.

- As crianças nessa idade, costumam associar o trabalho com "ganhar dinheiro" ou outro interesse material. Contamos então a Fábula da Cigarra e da Formiga:

A CIGARRA E A FORMIGA

Trabalhando a Fábula

Ao contar a fábula da "Cigarra e a Formiga", aproveite para discutir sobre o trabalho remunerado e o trabalho voluntário. Qual a diferença entre os dois, e que nem sempre ganhamos dinheiro por um trabalho que realizamos. No caso da cigarra, o trabalho dela era cantar para alegrar o dia da formiga. Você pode distribuir entre as crianças figuras de pessoas trabalhando nos dois tipos: remunerado e voluntário. Monte um cartaz para cada tipo de trabalho onde as crianças deverão colar as figuras.
Olhem esta poesia que bonitinha para ser trabalhada também:

Sem Barra
Enquanto a formiga
carrega comida
para o formigueiro,
a cigarra canta,
canta o dia inteiro.
A formiga é só trabalho.
A cigarra é só cantiga.
Mas sem a cantiga da cigarra
que distrai da fadiga
seria uma barra
o trabalho da formiga.

João Paulo Paes



by: Alice Lirio

A tristeza


Otávio estava muito triste. Seu cachorro Pitoco havia morrido. Pitoco era seu melhor amigo. Seus pais lhe deram quando ele ainda estava aprendendo a andar, e os dois cresceram juntos. Eram inseparáveis! Quanta aventura tinham feito um ao lado do outro! Sempre corriam pela praia, faziam trilha na mata perto de sua casa, nadavam juntos no rio e, de noite, Pitoco dormia num tapete aos pés da cama de Otávio. E agora, Pitoco estava morto. Nunca mais poderiam fazer essas aventuras. Otávio não parava de chorar. Seus pais, seus avós, seus amigos… Todo mundo tentava consolá-lo, mas em vão.
Sua tristeza era tão grande que acabou ficando doente. Não queria comer, não queria ir à escola, nem sair com seus amigos para brincar. Ficava o dia inteiro na cama pensando no seu amigo Pitoco. Seus pais ficaram bem preocupados com ele, então tiveram uma ótima ideia que com certeza iria acabar com aquela tristeza. Eles sabiam que, quando fazemos alguma coisa boa para os outros, nos esquecemos dos nossos problemas e nos sentimos alegres, fazendo a tristeza ir embora! Então puseram um plano em ação. O papai disse:
- Filho, dona Margarida está com a perna machucada e não pode passear com seu cãozinho Pimpo. Tadinho, ele está sem passear há vários dias e está triste igual você. Que tal levantar da cama e levá-lo para dar uma volta no parque?
- Ah, pai, eu não estou com disposição! Se eu fizer isto vou me lembrar do Pitoco e ficar ainda mais triste.
- Acho que você vai sim se lembrar do Pitoco, mas vai se sentir bem por estar ajudando outro cachorrinho e sua dona também.
Otávio concordou meio a contra gosto e se levantou, vestiu uma roupa confortável, colocou um tênis e foi passear com o Pimpo. Quando Pimpo percebeu que ia passear, começou a pular e abanar o rabinho todo serelepe e feliz. Estava com tanta energia que saiu puxando Otávio pela corrente! Parecia mais que era ele quem estava levando Otávio para passear. Logo Otávio estava correndo e rindo com as sapequices de Pimpo. Voltou para casa todo suado e com um sorriso enorme nos lábios. Seus pais ficaram bem contentes com o que viram.
- Papai, posso me oferecer para passear com mais cachorros da vizinhança? Tem bastante gente por aqui que não tem tempo para passear com seus cachorrinhos.
- Esta é uma ótima ideia! Vamos fazer alguns cartazes e espalhar pelo bairro.
E assim, Otávio e seus pais fizeram vários cartazes e espalharam pelo bairro onde moravam. O telefone não parava mais de tocar. Todo mundo queria que Otávio levasse seu cachorrinho para dar uma volta pelo parque. Sua agenda ficou bem lotada e quase não tinha mais tempo livre. As pessoas ficavam tão felizes que até pagavam para ele fazer esse trabalho. Logo Otávio tinha tantos amiguinhos cachorros que não tinha tempo para ficar triste pensando no Pitoco. Ele encheu seu quarto com fotos dos seus novos amigos caninos. Tinha a foto do Baruk, do Fred, da Hanna, da Suzi, da Laica, da Pitucha, da Nina, do Totó, do Fifo, do Hulk… Não cabiam mais fotos na sua parede!
Mas, dentre todos aqueles cachorros, o que Otávio mais gostava era um cachorrinho chamado Bimbo. Bimbo era deficiente e só andava usando uma cadeirinha de rodas própria para cachorros. Esse era seu cachorrinho predileto. Como ele se sentia feliz em ver Bimbo correndo e latindo pelo gramado! Parecia que o mundo era perfeito naquela hora! Todos os dias, Otávio saía com Bimbo e um ajudava o outro a ser mais feliz e a esquecer as tristezas da vida! E assim, Otávio aprendeu que o segredo da felicidade era fazer o bem aos outros. Nunca mais deixou que a tristeza morasse em seu coração!

TEATRO PARA O PRIMEIRO DIA DE AULA




OS ENSINAMENTOS
Texto do: Nísia Análla do Araújo Macodo.
Personagens: Lídia, Gisele, Amor, Família, Lei de Causa e Efeito, Reencarnação (esses ensinamentos poderão ser representados por uma ou mais pessoas), Narrador.
Cenário: uma sala muito bonita, no centro da qual deverá ser montado um enorme livro (pode ser confeccionado tendo como capa placas de isopor), no qual deverá estar escrito bem grande: O EVANGELHO DE JESUS.
Músicas: As músicas sugeridas podem ser substituídas por outras, desde que falem do mesmo tema. No final estarão relacionadas as letras. Se tiver dificuldades em conhecê-las ou substituí-las, o personagem poderá declama-la em forma de poesia ao invés de antar.
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Narrador: (Após cumprimentar as crianças) – Qual de vocês sonha durante a noite? No outro dia vocês se lembram do que sonharam? Comigo também acontece isso, às vezes eu me lembro, outras vezes não. Bem, mas hoje vamos conhecer um sonho de uma amiguinha nossa chamada Lídia, vocês querem?
Certa noite, Lídia teve um lindo sonho. Ela sonhou que estava... Bom, sabe o que eu vou fazer? Vou trazer o sonho da Lídia aqui para vocês verem. Atenção!
(Sai de cena. Neste momento coloca-se uma música suave. Após alguns segundos, entra uma menina observando aquele local, admirada, surpresa! A seguir começa a falar).
Lídia – Que lugar lindo! Onde será que estou? (vê o livro) – Que livro enorme! (lê em voz alta) – O Evangelho de Jesus! Nossa! Será que Jesus mora aqui? Preciso encontrar alguém para me explicar.
(Neste momento entra Gisele, se aproxima de Lídia sem que ela perceba e fala).
Gisele – Oi Lídia, tudo bem?
Lídia – (Assustando-se) – Oi! Quem é você?
Gisele – Meu nome é Gisele.
Lídia – Você me conhece?
Gisele – Sim, eu a conheço e estou muito feliz por você estar aqui.
Lídia – Que lugar é este?
Gisele – Lídia, você está em um centro espírita. Este local é uma sala, onde acontecem as aulas de Evangelização das crianças.
Lídia – Aulas de Evangelização das crianças? E o que vocês estudam nestas aulas?
Gisele – (Mostrando o livro) – Veja este livro.
Lídia – O Evangelho de Jesus! Eu estava exatamente olhando-o quando você chegou.
Gisele – Isso mesmo, o Evangelho de Jesus. Nele estão contidos todos os ensinamentos de Jesus, tudo que ele quer que nós façamos em nossas vidas.
Lídia – Que interessante! Gostaria muito de conhecer este livro para saber o que Jesus quer que eu faça.
Gisele – Sim, é exatamente isso que as crianças aprendem nas aulas de Evangelização. Hoje eu posso mostrar alguns destes ensinamentos, mas depois você precisa estudá-los para entender melhor.
Lídia – Oba gostaria muito de conhecê-los!
Gisele – Está bem. Venha, vou lhe mostrar.
(Neste momento, Gisele irá passando as páginas. Em cada uma estará escrito uma palavra ou frase. De acordo com as mesmas entrará um ou mais personagens e fala ou canta uma música)
Gisele – Vamos ver qual o primeiro ensinamento. (passa a primeira página, deverá estar escrito bem grande: AMOR).
Lídia – (Lendo em voz alta) AMOR.
(Neste momento entra o amor, um ou mais personagens, cantando a música Cor do Amor, no final, ele fala).
Amor – Eu sou o maior ensinamento trazido por Jesus. Ele quer que todos vocês tenham muito amor no coração. (afasta-se ou senta-se no chão)
Lídia – Que lindo! Posso ver outro ensinamento?
Gisele – Claro. (Passa outra página, está escrito Família. Entram os representantes da mesma, poderá ser um pai, uma mãe e um filho e cantam a música Papai e Mamãe).
Família – (Os três) – A família é muito importante. Devemos amar o papai, a mamãe, os irmãos e todas as pessoas de nossa família.
Gisele – Você gosta de sua família Lídia?
Lídia – Muito! Eu gosto muito de minha família.
Gisele – Vamos conhecer outro ensinamento? (passa a próxima página, estará escrito Lei de causa e Efeito).
Lídia – Lei de Causa e Efeito! Que Lei é essa?
(Entra o representante da Lei de Causa e Efeito, trazendo em suas mãos algumas sementes).
Lei – Aqui estou eu! Funciono da seguinte forma: tudo aquilo que vocês fizerem para as outras pessoas vocês receberão de volta. Observe esta semente, é uma semente de laranja, se eu plantá-la vai nascer um pé de quê?
Lídia – Ora, um pé de Laranja.
Lei – (Semente de Abacate ou outra qualquer – adaptar a pergunta e a resposta de acordo com a semente conseguida) – Está é uma semente de abacate, se eu plantá-la, vou colher o quê?
Lídia – (Rindo) – Abacate, ora!
Lei – Pois é assim que eu funciono. Devolvo de volta o que as pessoas plantam. Desta forma quem planta o bem para os outros recebe o bem de volta, mas as pessoas que fazem maldade recebem maldade de volta, entendeu? Portanto, faça somente o bem para colher o bem! Prestem atenção: (Canta a música Isto ou Aquilo).
Gisele – (Passando a página) – veja aqui, como é importante, é graças à sua existência que nós vamos melhorando o nosso espírito. (Está escrito REENCARNAÇÂO)
Lídia – Reencarnação? O que é isso?
(Entra a Reencarnação)
Reencarnação – Preste atenção! Reencarnar é a gente nascer de novo. Nosso espírito não morre. Quando o corpo morre o espírito vai para o Plano espiritual e depois nasce de novo, em um novo corpo, para evoluir sempre. Repita comigo: Nascer, viver, morrer, renascer, progredir sempre, tal é a Lei.
E a morte deixou de existir.
Em seu lugar, nova vida surgiu!
(Após as crianças repetirem a letra, lhes ensina a cantar)
Lídia – Meu Deus! Quantas coisas maravilhosas contém o Evangelho de Jesus.
Gisele – Sim, este é o livro mais importante que existe, e toda criança deve estuda-lo.
Lídia – Mas... Quando eu acordar, como vou estudá-lo?
Gisele – É só você frequentar as aulas de Evangelização do Centro Espírita.  Tudo o que as Evangelizadoras ensinam são lições do evangelho, ensinadas por Jesus!
Lídia – Claro que vou frequentar essas aulas. Não vou faltar nenhuma vez! Quero aprender todos os ensinamentos de Jesus e crescer sendo uma boa menina.
Gisele – Faça isso. Ao acordar lembre-se: você precisa frequentar as aulas de Evangelização. Jesus confia em você.
(Lídia sai de cena. Todos os outros personagens permanecem, sem se movimentarem. O narrador entra e conversa com as crianças).
Narrador – Vocês viram que sonho lindo que Lídia teve? Será que ela se lembrou ao acordar? (espera resposta) – Sim. Assim que acordou, lembrou-se do sonho e correu para pedir à sua mãe para leva-la às aulas de Evangelização.
(Neste momento todos se aproximam mais do centro do palco; Lídia entra e todos falam).
Todos – E vocês também amiguinhos, querem crescer com o amor no coração? Então venham aprender as lições de Jesus, nas aulas de Evangelização.
Esperamos por todos vocês!

A COR DO AMOR
De que cor, de que cor.
Você acha ser, você pensa ser.
O amor, o amor, o amor, o amor
Tem a cor do carinho, como o sol amarelinho
Tem a cor do perdão, e a beleza das mãos
Mãos que abençoam , e se juntam em oração.

ISTO OU AQUILO
Deus nos fez livres para escolher
Isto ou aquilo tens que resolver
Quem planta colhe é causa e efeito
Decida sozinho mas pense direito
Ô ô ô ou isto. Ô ô ô ou aquilo
Quem planta colhe é causa e efeito
Decida sozinho mas pense direito
Ô ô ô ou isto. Ô ô ô ou aquilo

by: PELOS CAMINHOS DA EVANGELIZAÇÃO NO MATERNAL E JARDIM" dos Grupos do Google.

Ação Espírita na Transformação do Mundo


Três são os elementos fundamentais de que o Espiritismo se serve para transformar o nosso mundo num mundo melhor e mais belo:
a) Amor,
b) Trabalho,
c) Solidariedade.

1 – Amor

O amor abrange a compreensão e a tolerância, pois quem ama compreende o ser amado e sabe tolerá-lo em todas as circunstâncias. Abrange também a Verdade, pois quem ama sabe que o alvo supremo do Amor é a Verdade. Ninguém ama a mentira, pois mesmo os mentirosos apenas a suportam na falta da verdade. O amor egoísta do homem por si mesmo expande-se no desenvolvimento psicobiológico como, segundo já vimos, em amor altruísta, amor pelos outros, a partir do núcleo familial até à Sociedade, à Pátria e à Humanidade. Alguns espíritas dizem que os espíritas não têm pátria, pois sabem que todos podemos renascer em várias nações. Isso é uma incongruência, pois então não poderíamos também amar pai e mãe, que variam nas encarnações sucessivas. O Amor não tem limites, mas nós, os homens, somos criaturas limitadas e estamos condicionados, em cada existência, pelas limitações da condição humana. Amamos de maneira especial aqueles que estão ligados a nós nesta vida ou se ligaram a nós em vidas anteriores. Amamos a todos os seres e a todas as coisas na proporção do nosso alcance mental de compreensão da realidade. E amamos a nossa Terra, o pedaço do mundo em que nascemos e vivemos e a parte populacional a que pertencemos, no recorte da população mundial que corresponde população da nossa terra. E amamos os que estão além da Terra, nas zonas planetárias espirituais, como amamos, por intuição mental e afetiva, a todos os seres e coisas de todo o Universo.

A ESCOLHINHA DE EVANGELIZAÇÃO- VOLTA AS AULAS



Casa 1- Bons Tarde, amiguinhos! Tudo bem?
Casa 1 – Sabe quem eu sou?
Casa 1 –Sou uma Escolinha de Evangelização. Parecida com essa escolinha que vocês costumam freqüentar. Existem muitas escolinhas como eu espalhada pelo mundo.

Casa  1 – Vocês gostam daqui?

Casa 1 – Nós gostamos de tê-los aqui também.
(Entra a outra casinha)

Casa 1 –Olá amiguinha, tudo bem?
Casa 2 – Eu estou desanimada....
Casa 1 –O que houve?
Casa 2 –Quando fui construída,cada tijolinho que ganhava era uma alegria nova. Fui crescendo... Crescendo, até que fiquei pronta! Quando o primeiro dia de aula teve músicas, teatrinho, oração, brincadeiras e muito mais. Igual ao que vocês estão tendo hoje no retorno à Evangelização.

Casa 1 – Vocês ficaram com saudades?

Casa 2 – Nós também ficamos com saudades de vocês! Principalmente os evangelizadores.

Casa 1 –São eles que, nos ensinam tudinho que o nosso amado Jesus deixou para o mundo.

Casa 1 – Vocês sabem, quem é Jesus?

Casa 2 – Ele é nosso Irmão, Filho de Deus,como nós. Só que Ele é  espírito perfeito e nós ainda não somos. Mas seremos um dia. É só seguir seu exemplo.

Casa 1 – Mas porque você está desanimada?
Casa 2 – Porque eu também no primeiro dia de aula fiquei lindona! Fiquei cheia de gente!Mas tive uma surpresa. Com o passar das semanas a criançada foi sumindo. Teve um dia chuvoso que nenhum amiguinho pareceu. Eu até chorei!!!

Casa 1 – Não fique assim. Jesus não irá nos desamparar. Vamos esperar confiantes que nossos amiguinhos voltem.
Casa 2 - Vamos pedir aos evangelizadores que procurem as crianças e peçam para que voltem.

(Saem às casinhas e entra a evangelizadora e as crianças)

Evangelizadora- Olá amiguinhos, porque vocês não têm comparecido as aulinhas de Evangelização?

Joãozinho- Estava chovendo muito

Evangelizadora – E você Mariazinha?

Mariazinha- Eu estava cansada.

Evangelizadora- E você Pedrinho?

Pedrinho- Eu viajei.

Evangelizadora- Tudo tem sido motivo para faltar. Só que na escola que ensina a ler, escrever e fazer continhas, ninguém falta.

Joãozinho- Mas vocês não dão diploma, nem fazem formatura.
Casa 1 – Vocês esquecem que comigo as pessoas aprendem a viver da maneira certa, por isso é que sou muito importante!

Mariazinha- Mas nós não queremos voltar,até logo!!!!
(Saem todos- As crianças entram entristecidas -  em seguida entram a casinha 2 e a evangelizadora.)

Evangelizadora-   Olá amiguinhos, tudo bem?
Joãozinho -          Que nada estamos cheios de problemas.
Mariazinha – Eu não me entendo com meus pais.
Pedrinho – Eu fiquei muito zangado com um amiguinho meu.
Mariazinha – Eu  quero uma boneca nova, mas é muito cara e eu não sei se devo pedir a meus pais. Eles teriam que trabalhar muito, para comprá-la, só para me ver feliz.
Pedrinho – Eu estou com dúvidas. O jovem da loja deu-me dinheiro a mais na hora do troco, e eu não sei se devo devolver.
Joãozinho- Estamos pensando em voltar para a Escolinha de Evangelização. Lá aprendemos a viver melhor e a encontrar solução para nossas dúvidas.

Crianças – PODEMOS VOLTAR?

Evangelizadora – Claro. Todos ficaremos mais felizes!

Crianças – NÃO VAMOS MAIS FALTAR E ESTAMOS DISPOSTOS AAPRENDER E A SERVIR
Casas 2 – Lembrem-se sempre de que a sua vida será muito melhor depois que aprenderem e praticarem as lições que Jesus deixou e que as tias ensinam a vocês.
                                 FIM

(UM EVANGELIZADOR DÁ AS BOAS VINDAS E INCENTIVA AS CRIANÇAS A NÃO FALTAREM AS AULAS E A PRESTAREM BASTANTE ATENÇÃO. LEMBRANDO QUE ELAS PODERÃOCONTAR COM A PRESENÇA, O CARINHO E O AMOR DOS EVANGELIZADORES SEMPRE QUE PRECISAREM.)

Adaptação do livro- Histórias de Ana Lúcia-Ana Lúcia de Oliveira Gobbi.
Grupo Espírita Joana D’arc

Trabalhando as diferenças




Elmer o Elefante

Era uma vez uma manada de elefantes. Elefantes novos, elefantes velhos, elefantes altos, magros ou gordos. Elefantes assim, elefantes assado, todos diferentes, mas todos felizes e todos da mesma cor. Todos, quer dizer, menos o Elmer.
O Elmer era diferente.
O Elmer era aos quadrados.
O Elmer era amarelo e cor de laranja e encarnado e cor-de-rosa e roxo e azul e verde e preto e branco.
O Elmer não era cor de elefante.
Era o Elmer que mantinha os elefantes felizes. Às vezes era ele que pregava partidas aos outros elefantes, às vezes eram eles que lhe pregavam partidas. Mas quando havia um sorriso, mesmo pequenino, normalmente era o Elmer que o tinha causado.
Uma noite o Elmer não conseguia dormir; estava a pensar, e o pensamento que ele estava a pensar era que estava farto de ser diferente. “Quem é que já ouviu falar de um elefante aos quadrados”, pensou ele. “Não admira que se riam de mim.” De manhã, enquanto os outros ainda estavam meio a dormir, o Elmer escapou-se muito de mansinho, sem ninguém dar por isso.

Enquanto atravessava a floresta, o Elmer encontrou outros animais.
Todos eles diziam: “Bom dia, Elmer.” E de cada vez o Elmer sorria e dizia: “Bom dia.”
Depois de muito andar, o Elmer encontrou aquilo que procurava – um grande arbusto. Um grande arbusto coberto de frutos cor de elefante. O Elmer agarrou-se ao arbusto e abanou-o e tornou a abaná-lo até que os frutos terem caído todos no chão.
Depois de o chão estar todo coberto de frutos, o Elmer deitou-se e
rebolou-se para um lado e outro, uma vez e outra vez. Depois pegou em cachos de frutos e esfregou-se todo com eles, cobrindo-se com o sumo dos frutos, até não haver sinais de amarelo, nem cor de laranja, nem de encarnado, nem de cor-de-rosa, nem de roxo, nem de azul, nem de verde, nem de preto, nem de branco. Quando o acabou, Elmer estava parecido com outro elefante qualquer.
Depois o Elmer dirigiu-se de regresso à manada. De caminho voltou a passar pelos outros animais. Desta vez cada um deles disse-lhe: “Bom dia, elefante.” E de cada vez que Elmer sorriu e disse: “Bom dia”, muito satisfeito por não ser reconhecido.
Quando o Elmer se juntou aos outros elefantes, eles estavam todos muito quietos. Nenhum deles deu pelo Elmer enquanto ele se metia no meio da manada.
Passado um bocado o Elmer sentiu que havia qualquer coisa que não estava bem. Mas que seria? Olhou em volta: a mesma selva de sempre, o meu céu luminoso de sempre, a mesma nuvem escura que aparecia de tempos em tempos, e por fim os mesmos elefantes de sempre. O Elmer olhou para eles.
Os elefantes estavam absolutamente imóveis. O Elmer nunca os tinha visto tão sérios. Quanto mais olhava para os elefantes sérios, silenciosos, sossegados, soturnos, mais vontade tinha de rir. Por fim não conseguia aguentar mais. Levantou a tromba e berrou com quanta força tinha:
BUUU!
Com a surpresa, os elefantes deram um salto e caíram cada um para seu lado. “São Trombino nos valha!”, disseram eles, e depois viram o Elmer a rir perdidamente. “Elmer”, disseram eles. “Tem de ser o Elmer.” E depois s outros elefantes também se riram como nunca se tinham rido.
Enquanto se estavam a rir a nuvem escura apareceu, e quando a chuva começou a cair em cima do Elmer os quadrados começaram a aparecer outra vez. Os elefantes não paravam de rir enquanto o Elmer voltava às cores do costume. “Oh Elmer”, ofegou um velho elefante. “Já tens pregado boas partidas, mas esta foi a melhor de todas. Não levaste muito a mostrar as tuas verdadeiras cores.”
“Temos de comemorar este dia todos os anos”, disse outro. “Vai ser o dia do Elmer. Todos os elefantes vão ter de se pintar e o Elmer vai-se pintar de cor de elefante.”
E é isto mesmo que os elefantes fazem. Num certo dia do ano, pintam-se todos e desfilam. Nesse dia, se vires um elefante com a cor vulgar de um elefante, já sabes que deve ser o Elmer.

MCKEE, D. (1997). Elmer (Tradução de J. Oliveira, 4ª edição). Lisboa: Caminho.

Conversação sobre a história e as diferenças:

Depois de contar a história conversamos sobre ela e as atitudes de Elmer por se achar inferior aos demais elefantes pelo fato de ser diferente. Nossa conversa foi bem proveitosa e ficou claro através das falas das crianças que o importante na vida não é ser igual à todo mundo e sim de sermos pessoas boas.

Pedi para as crianças recontarem a história e à medida que iam falando eu a anotava no quadro-negro. Solicitei que fizessem um
desenho sobre a história para que depois escolhessem o desenho que mais gostaram.

Greice Amorim - Cantinho Lúdico

Materiais da Aula-tema "Transição Planetária"


Obras Básicas:
O Livro dos Espíritos, Parte Terceira, Capítulos VI e VIII;
A Gênese, Capítulo XVII, pontos: 62, 63, 64, 65, 66, 67; e Capítulo XVIII;
O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo III.
Obra complementar:
"Transição Planetária", Divaldo pereira Franco e Manoel Philomeno de Miranda.
Divaldo Franco fala sobre o tema e o livro no “Programa Transição”.

Mensagem Dr Bezerra de Menezes – Transição Planetária

Bezerra de Menezes
Meus filhos: Que Jesus nos abençoe.
A sociedade terrena vive, na atualidade, um grave momento mediúnico no qual, de forma inconsciente, dá-se o intercâmbio entre as duas esferas da vida. Entidades assinaladas pelo ódio, pelo ressentimento, e tomadas de amargura cobram daqueles algozes de ontem o pesado ônus da aflição que lhes tenham proporcionado. Espíritos nobres, voltados ao ideal de elevação humana sincronizam com as potências espirituais na edificação de um mundo melhor. As obsessões campeiam de forma pandêmica, confundindo-se com os transtornos psicopatológicos que trazem os processos afligentes e degenerativos.
Sucede que a Terra vivência, neste período, a grande transição de mundo de provas e de expiações para mundo de regeneração.
Nunca houve tanta conquista da ciência e da tecnologia, e tanta hediondez do sentimento e das emoções. As glórias das conquistas do intelecto esmaecem diante do abismo da crueldade, da dissolução dos costumes, da perda da ética, e da decadência das conquistas da civilização e da cultura…
Não seja, pois, de estranhar que a dor, sob vários aspectos, espraia-se no planeta terrestre não apenas como látego mas, sobretudo, como convite à reflexão, como análise à transitoriedade do corpo, com o propósito de convocar as mentes e os corações para o ser espiritual que todos somos.
Fala-se sobre a tragédia do cotidiano com razão.
As ameaças de natureza sísmica, a cada momento tornam-se realidade tanto de um lado como de outro do planeta. O crime campeia a solta e a floração da juventude entrega-se, com exceções compreensíveis, ao abastardamento do caráter, às licenças morais e à agressividade.
Sucede, meus filhos, que as regiões de sofrimento profundo estão liberando seus hóspedes que ali ficaram, em cárcere privado, por muitos séculos e agora, na grande transição, recebem a oportunidade de voltarem-se para o bem ou de optar pela loucura a que se têm entregado. E esses, que teimosamente permanecem no mal, a benefício próprio e do planeta, irão ao exílio em orbes inferiores onde lapidarão a alma auxiliando os seus irmãos de natureza primitiva, como nos aconteceu no passado.
Por outro lado, os nobres promotores do progresso de todos os tempos passados também se reencarnam nesta hora para acelerar as conquistas, não só da inteligência e da tecnologia de ponta, mas também dos valores morais e espirituais. Ao lado deles, benfeitores de outra dimensão emboscam-se na matéria para se tornarem os grandes líderes e sensibilizarem esses verdugos da sociedade.
Aos médiuns cabe a grande tarefa de ser ponte entre as dores e as consolações. Aos dialogadores cabe a honrosa tarefa de ser, cada um deles, psicoterapeutas de desencarnados, contribuindo para a saúde geral. Enquanto os médiuns se entregam ao benefício caridoso com os irmãos em agonia, também têm as suas dores diminuídas, o seu fardo de provas amenizados, as suas aflições contornadas, porque o amor é o grande mensageiro da misericórdia que dilui todos os impedimentos ao progresso – é o sol da vida, meus filhos, que dissolve a névoa da ignorância e que apaga a noite da impiedade.
Reencarnastes para contribuir em favor da Nova Era. As vossas existências não aconteceram ao acaso, foram programadas. Antes de mergulhardes na neblina carnal, lestes o programa que vos dizia respeito e o firmastes, dando o assentimento para as provas e as glórias estelares. O Espiritismo é Jesus que volta de braços abertos, descrucificado, ressurreto e vivo, cantando a sinfonia gloriosa da solidariedade. Dai-vos as mãos!
Que as diferenças opinativas sejam limadas e os ideais de concordância sejam praticados. Que, quaisquer pontos de objeção tornem-se secundários diante das metas a alcançar.
Sabemos das vossas dores, porque também passamos pela Terra e compreendemos que a névoa da matéria empana o discernimento e, muitas vezes, dificulta a lógica necessária para a ação correta. Mas ficais atentos: tendes compromissos com Jesus…
Não é a primeira vez que vos comprometestes enganando, enganado-vos. Mas esta é a oportunidade final, optativa para a glória da imortalidade ou para a anestesia da ilusão. Ser espírita é encontrar o tesouro da sabedoria.
Reconhecemos que na luta cotidiana, na disputa social e econômica, financeira e humana do ganha-pão, esvai-se o entusiasmo, diminui a alegria do serviço, mas se permanecerdes fiéis, orando com as antenas direcionadas ao Pai Todo-Amor, não vos faltarão a inspiração, o apoio, as forças morais para vos defenderdes das agressões do mal que muitas vezes vos alcança.
Tende coragem, meus filhos, unidos, porque somos os trabalhadores da última hora, e o nosso será o salário igual ao do jornaleiro do primeiro momento.
Cantemos a alegria de servir e, ao sairmos daqui, levemos impresso no relicário da alma tudo aquilo que ocorreu em nossa reunião de santas intenções: as dores mais variadas, os rebeldes, os ignorantes, os aflitos, os infelizes, e também a palavra gentil dos amigos que velam por todos nós.
Confiando em nosso Senhor Jesus Cristo, que nos delegou a honra de falar em Seu nome, e em Seu nome ensinar, curar, levantar o ânimo e construir um mundo novo, rogamos a Ele, nosso divino Benfeitor, que a todos nos abençoe e nos dê a Sua paz.
São os votos do servidor humílimo e paternal de sempre, Bezerra.
by: Alice Lirio

PEÇA ESPÍRITA : Confusão de Natal


 

Grupo de Teatro Espírita Sentimento do 20º CRE DA USEERJ
Autores : Sidney Pinto Guedes
                Margareth Silva Rocha Cavalcante
Autor Espiritual : Odilon Silva, psicografado por
Psicografado por : Sidney Pinto Guedes e Margarth Silva Rocha Cavalcante

Cena I

Dois palhaços de nome Fraterninho e Cardidoso, entram em cena procurando algo, um de costas para o outro. Ao se tocarem, ambos se assustam

Fraterninho e Caridoso

Uai!

Fraterninho
Ah é você ! Que susto que eu levei

Caridoso
Susto levei eu ora essa! (Olhando para o público)
Caramba! Quantas crianças!

Fraterninho
Nossa, tem criança pra dedeu! E nós nem nos apresentamos.

Caridoso
É mesmo, que distração a nossa. Oi criançada tudo bem ?
(Após a resposta) Eu sou o Caridoso e esse aqui é o meu amigo Fraterninho.

Fraterninho
Oi gente! É muito bom termos vocês aqui.

Caridoso
Bem Fraterninho, agora que nós já nos apresentamos para a criançada, me diga um coisa.

Fraterninho
Com prazer caridoso, pode falar.

Caridoso
Você viu, por acaso, um palhaço todo emburrado por ai ?

Fraterninho
Mas eu estava justamente procurando esse tal palhaço.

Caridoso
Você também já ouviu falar nele?!

Fraterninho
Claro que já! Me falaram que ele anda dizendo por aí, que o natal é um dia muito chato e sem alegria

Caridoso
O que!? Mas como pode um coisa dessas? Isso não é verdade.

Fraterninho
Claro que não é, mas ele com essa conversa, anda desanimando muita gente.

Caridoso
Já que é assim, nós precisamos fazer uma coisa.

Fraterninho
(Para o público) Vocês viram esse palhaço emburrado por aí ?
(Após a resposta) O que vamos fazer agora ?

Caridoso
Eu tenho um plano ! Que tal agente se esconder, e esperarmos esse tal palhaço aparecer ?

Fraterninho
Ótima idéia ! E assim, quando ele aparecer, agente vê com podemos ajudá-lo. (Ambos se escondem)

  
Cena II

Entra em cena um palhaço com ar de desânimo
           
Aborrecido
Droga ! Todo mundo só fala nesse tal de natal. Se eu ligo a televisão, dou de cara com um monte de propaganda de presentes, todos tão caros, que eu nem posso comprar. Se ligo o rádio, é a mesma coisa. Todo mundo fala que o papai Noel, no natal, dá presente pra todo mundo. Mas eu nunca vi ele entrar na minha casa. (Pensativo) Mas será que é porque  na minha casa não tem chaminé ? Mas casa com chaminé, aqui no rio de janeiro, com esse calorão, não tem mesmo ! Eu acho que o papai Noel não gosta de mim.

Fraterninho
Então é isso ! Ele é triste assim porque pensa que a alegria do natal está nos presente.

Caridoso
Mas o natal, não é nada disso !

Fraterninho
Fica quieto, vamos observar mais um pouco.

Aborrecido
Nossa! Eu nem tinha reparado, vocês (o público) Ai! Tudo bem crianças ? (Após a resposta) Pois comigo está tudo muito mal. Eu sou o palhaço Aborrecido, uso esse nome toda a vez que chega o natal, pois se o natal é dia de Papai Noel dar presente pra todo mundo, então eu fico aborrecido. Pois ele sempre se esquece de mim (choramingando)


Neste instante, entra em cena um menina muito aborrecido.

Menina
Então seu palhaço pode me chamar, também, de aborrecida, pois o Papai Noel sempre se esquece de mim também!


Entra um menino emburrado

Menino
Eu também nunca sou lembrado pelo Papai Noel. Por isso tive uma idéia.

Aborrecido e a Menina
Idéia, que idéia ?!


Menino
Vamos criar o clube dos aborrecidos, e você (aponta para o palhaço) será o presidente !


Enquanto o  Menino pega uma faixa de presidente do "Clube", Fraterninho e Caridoso cochicham.

Fraterninho
Caramba, a coisa tá feia mesmo!

Caridoso
Precisamos resolver este problemão, senão, daqui a pouco, vai Ter um monte de gente entrando para esse clube.

Fraterninho e Caridoso se escondem novamente.

O menino pega a faixa e diz com pose de  locutor, colocando a faixa no Palhaço Aborrecido

Menino
A partir desta data nós inauguramos o clube dos aborrecidos. E se alguém tiver alguma coisa contra, que fale agora ou cala-se para sempre.

Fraterninho e Caridoso

(Atrapalhados) Nós temos algo a dizer !
Os Três Aborrecidos

Nós quem ?!
Aborrecido
(Para o público) Nó mínimo esses dois ai, são daqueles que ganham presentes todos os anos.

Caridoso
Não é nada disso! O que queremos dizer, é que esse clube não pode existir.

Menina
 Mas porque não ?

Fraterninho
Porque está havendo um grande confusão.

Menino
Confusão ?! Nós não estamos entendendo.

Caridoso
 Nós vamos explicar. A confusão está em pensarmos que o natal é uma festa para apenas se ganhar presentes.

Aborrecido
E por acaso não é ?

Fraterninho
Claro que não ! Os presentes são apenas um maneira de nos lembrarmos dos nossos amigos.

Caridoso
E o Papai Noel, não passa de uma estória para alegrar a criançada.

Menina
Ué, mas eu pensava......

Fraterninho
Pensava errado. O natal é um dia onde se comemora um aniversário muito especial.

Menino
Quer dizer que o natal é uma festa de aniversário ?!

Caridoso
Isso mesmo ! E sabe de quem é esse aniversário ?!

Os Três
Menino, Menina e Aborrecido
Não !


Fraterninho e Caridoso
De Jesus !!!

Aborrecido
Nossa, eu não sabia disso !

Fraterninho
Pois é, o nascimento de Jesus representa a chegada do amor entre nós.

Menino
 Caramba !!

Caridoso
E sendo assim, como é que nós vamos ficar aborrecidos, no dia em que festejamos o amor !

Aborrecido
É mesmo! E se o aniversariante é Jesus, nós e que devemos dar um presente a ele.

Menina
Mas o que vamos dar a ele ?

Fraterninho
Todo o nosso amor ! O que Jesus quer de nós e que amemos a todo mundo.

Menino
(Rasgando a Faixa) Então não tem mais clube nenhum.

Caridoso
Nada disso! Vamos aproveitar a cerimônia, para fundar um clube.

Todos
Clube ?!

Caridoso
(Com ar de cerimônia) A partir desta data, esta inaugurado, não o clube dos aborrecidos, e sim o clube dos agradecidos, para lembrar-mos a todos que o natal é a festa do agradecimento a Jesus por tudo o que ele nos fez e faz até hoje!

Todos
Viva Jesus !


Todos Cantam o Parabéns pra você......


Psicografia : Sidney Gudes
Autor Espiritual : Odilon Silva

Personagens
Palhaço Fraterninho       
Palhaço Caridoso           
Palhaço Aborrecido      
Menino                    
Menina                    


Cenário :

Circo   : Construído com Latas de Tinta com cimento, tubos de pvc,
              Filo colorido.

Acessórios :

·         Lanterna para o palhaço Fraterninho
·         Nariz de palhaço
·         Faixa de Cartolina para o Palhaço Aborrecido