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Aula sobre obediênca e resignação – Chico Xavier

Historinha:

Raul, era um menino muito esperto. Ele prestava atenção em tudo que acontecia na escola, na sua casa e na rua em que morava. Seus pais eram muito bons . Eles, os pais de Raul, trabalhavam muito, quase nunca descansavam ou se divertiam porque queriam dar tudo pro seu amado filho. Mas Raul tinha 2 defeitos que não eram legais: ele não gostava de obedecer ninguém e estava sempre querendo ter coisas caras que seus pais não podiam dar à ele. Ele reclamava de tudo e seus pais ficavam tristes com isso.
Um dia, ele queria ir brincar na rua e seus pais não deixaram. Ele fez muita malcriação, saiu de casa escondido e depois, com muita raiva, foi andando, andando, andando e sem perceber acabou se perdendo. Estava escurecendo e ele sentiu muito medo. Quanto mais escuro ficava, mais medo ele tinha e começou a pensar nos seus pais. Com frio, fome e muito medo, Raul sentou na calçada e começou a chorar muito.
Um tempo depois, uma menina junto com uma senhora, aproximou-se dele e perguntou
- O que você faz sozinho aqui, amiguinho? Cadê seus pais? Você está precisando de ajuda?
Raul respondeu, chorando:
- Sim! Eu briguei com meus pais, saí andando sem prestar atenção no caminho e me perdi. Estou com muito frio, muita fome e muito medo.
A menina, que se chamava Sara, pegou a mão de Raul e falou:
- Como é seu nome?
- Raul, ele respondeu.
Então Sara, carinhosamente, lhe disse:
-Meu nome é Sara e essa é Lucia, minha mãe. Vamos te levar para nossa casa e cuidar de você, enquanto pensamos em uma forma de te levar de volta para os seus pais. Você aceita?
- Aceito, respondeu Raul, se sentindo protegido.
Ao chegarem próximos a casa de Sara, Raul estranhou o lugar. Era um lugar muito pobre, feio, e a casinha de Sara era muito simples. Ele nunca tinha visto tanta pobreza. Apesar de tudo, as pessoas pareciam felizes ali. Sara tinha 3 irmãos e ela e seus pais moravam naquela pequenina casa; ele achou estranho que eles fossem tão alegres tendo tão pouco. Tudo era muito pouco quando ele comparava com tudo que tinha na sua casa. Ele não era rico, mas tinha tudo. Aí, ele se lembrou de todas as vezes em que reclamou com os pais porque eles não podiam comprar as coisas caras que ele queria, ou quando reclamava da comida que sua mãe fazia. Ele sentiu saudades de sua família...
Lucia, a mãe de Sara, era uma pessoa muito alegre e fazia tudo cantando. Ela forrou a mesa com uma toalha bem simples, colocou os pratos com comida para cada um e apesar da comida ser muito simples (só arroz com feijão), o cheiro era muito bom. Raul estava faminto e rapidamente pegou a colher. Então percebeu que todos estavam de olhos fechados e largando a colher, ele fechou os olhos também e nem sabia pra que. Nesse momento ouviu a voz de Sara:
- Jesus, abençoe a nossa comida, a nossa casa, a nossa família e o nosso amigo Raul. Obrigada, Senhor Jesus, por nossa saúde e por tudo que o senhor nos dá. Pedimos que nos ajude a encontrar a família do Raul, para que ele possa voltar feliz para a família dele. Amém
Depois da prece, todos comeram com alegria. A comida estava deliciosa.
O Pai de Sara fez algumas perguntas a Raul, pra ver se conseguia descobrir onde era a casa dele. Depois de algumas informações, acabou descobrindo o endereço do menino e o levou até seus pais. Eles estavam muito nervosos e chorando porque o filho tinha sumido. Quando viram Raul, correram e o abraçaram com muito amor. Raul se sentiu muito feliz nos braços dos pais e por estar de volta a sua casa.
Sara e o pai se despediram do novo amigo com um longo abraço. Prometeram se encontrar mais vezes e foram embora.
Depois que tudo se acalmou, Raul olhou para sua casa, suas roupas, brinquedos e para a comida rica que seus pais botaram na mesa. Lembrou-se da prece que aprendeu na casa de Sara e pediu aos pais que orassem com ele. Agradeceu, de coração, por tudo que tinha e por ter conhecido Sara e sua família.
Nunca mais Raul desobedeceu seus pais ou fez malcriações e passou a aceitar a vida que tinha, com alegria e simplicidade.
Raul aprendeu que a felicidade verdadeira é ter família e amigos.
Fim
Conversar com as crianças sobre a história que ouviram e perguntar se eles são como Raul e vivem querendo mais do que tem; se obedecem seus pais e se agradecem a Deus por tudo que tem.
Falar que o menino Chico Xavier foi muito pobre, que sua mãe morreu quando ele era muito pequeno e que por isso, seu pai teve que separá-lo dos irmãos. Cada um foi morar em uma casa diferente. Que ele, Chico, foi morar com a madrinha dele e que ela não tinha amor por ele e o fazia sofrer muito. Chico passou por muitas necessidades, como a saudade da mãe e dos irmãos.
Um dia, seu pai casou de novo com uma mulher muito bondosa e que ela juntou todos os irmãos dele, de novo. Chico ficou feliz.
A vida de Chico foi muito difícil; ele começou a trabalhar quando tinha 8 anos, teve muitas doenças, sofreu muito. Mas, Chico era como Sara: ele não reclamava de nada e agradecia à Deus por tudo que tinha.
Chico cresceu, escreveu muitos livros lindos, ajudou a todas as pessoas que conheceu, doava comida, remédios, passes, abraços e foi muito amado por todos que o conheceram.
Chico sempre amou Jesus acima de tudo. Chico só fazia o bem. Hoje ele é uma das estrelas mais brilhantes que tem no céu.
Chico Xavier é uma estrela que ilumina a todos nós. Obrigada, Chico!


Ordem - benefícios



1. TEMA: Ordem - benefícios


2. OBJETIVO: A criança deverá perceber que a ordem , existindo na base de qualquer projeto, auxilia a realização do mesmo com segurança.

3. BIBLIOGRAFIA:
I Cor, 14:40; I Pe, 2:13.
LE, it. 877 e 878.
Convites da Vida (Joanna de Ângelis / Divaldo Franco), cap. 32; Palavras de Vida Eterna
(Emmanuel / F.C.Xavier), cap. 138; Sol nas Almas (André Luiz / Waldo Vieira), cap. 54; Nosso Lar (André Luiz / F.C.Xavier), cap. 8.

4. AULA:
a) Incentivação inicial: Brincadeira.
O evangelizador conversará com as crianças sobre o alfabeto, lembrando que ele tem 23 letras, sendo cinco as vogais: a, e, i, o , u. Dirá que as letras servem para compor palavras, mas que, para isto, devem obedecer a uma ordem.
Distribuirá para as crianças folha de papel branco e lápis, e escreverá no quadro as vogais,
pedindo-lhes que tentem juntar aquelas letras numa ordem que formem vocábulos. Por exemplo: eu, ia, ai, ou, etc..
Depois acrescentará três consoantes: r, m, t. As crianças deverão formar o máximo de palavras juntando as vogais e as três consoantes. Por exemplo: rua, mia, rio, mata, moto, Rita, tomate, teatro, etc..
Comentar que a ordem é necessária para formar as palavras, e quanto maior a palavra, mais
atenção devemos ter com a ordem das letras, para não errarmos.

b) Desenvolvimento: Exposição dialogada e jogo didático.
O evangelizador conversará com as crianças sobre os itens abaixo, entre outros que achar
adequados:
- a ordem é essencial em nossa vida;
- sem ordem, dificilmente conseguimos realizar um projeto, sem perda de tempo, de energia, de material, etc..;
- tudo em a Natureza segue uma ordem, como a nos indicar a maneira melhor de agir. Por
exemplo: as estações têm um tempo certo, as folhas das árvores caem no outono, os rios se encaminham para o mar, etc..;
- a pessoa que se recusa a agir dentro da ordem, sempre paga um preço desagradável por isso, seja uma repreensão, uma punição, um atraso, uma perda, a falta de promoção na escola ou no emprego, etc..;
- quem sabe dizer o que está escrito na faixa branca da bandeira do Brasil? (se possível, mostrar uma bandeira brasileira, ou dar uma bandeira para cada criança, para que escrevam a divisa ORDEM e PROGRESSO). Como podem ver, a ordem é importante para que o progresso aconteça, e todos nós podemos e devemos colaborar, colocando ordem em nossa vida, agindo com disciplina e organização, tendo horários para as várias atividades, não nos atrasando em nossos compromissos, mantendo nossas coisas em ordem ( para quando precisarmos delas, não gastarmos tempo procurando), etc..
Vamos brincar mais um pouco com palavras ... Temos aqui no quadro algumas palavras cujas
letras estão embaralhadas. Vamos tentar colocá-las em ordem e descobrir os significados? Todas formam nomes de bichos.
O evangelizador levará quadros de cartolina segundo os modelos da página 120, e os colocará afixados no quadro-de-giz, um a um. De cada vez, pedirá a uma criança que vá até o quadro e desembaralhe as letras, formando a palavra.

c) Fixação: Exercício anexo.

d) Material didático: folhas de papel branco, lápis ou canetas, sílabas de palavras em cartolina, fita gomada, cópias da Fixação.


ORIGEM E NATUREZA DOS ESPÍRITOS


  • O ABACATE. A casca é o corpo físico, a polpa é o corpo fluídico e a semente é o espírito. A semente é o espírito porque quando ela deixa aquele abacate, pode voltar pra terra e nascer um outro abacate a partir dela.
  • MOSTRAR BONEQUINHO E EXPLICAR SOBRE A LIGAÇÃO DO ESPÍRITO COM O CORPO. O ESPÍRITO PRECISA DO CORPO PARA REENCARNAR E PODER EVOLUIR. TODAS AS NOITES O ESPÍRITO SE DESPRENDE DO CORPO FÍSICO, E TRABALHA, PASSEIA, ANDA PELO PLANO ESPIRITUAL. DAR O CELOFANE PARA QUE CORTEM O SEU ESPÍRITO COMO QUISEREM.

Falar dos cuidados com Corpo que nos foi emprestado, cuidar da alimentação, higiene. (fazer perguntas a eles), e como cuidar do Espírito.
Cada Perispírito adquire a forma do corpo da sua última encarnação para ser reconhecido por seus familiares e seus amigos no plano espiritual, os espíritos mais evoluídos podem escolher.
Cada planeta tem um fluido universal diferente com isso o corpo, o espírito e o perispirito adquirem formas diferentes ( mostrar livro dos espírito infantil)

  • Espírito - Cada criança corta o seu espírito da forma que quiser ( chama, coração, estrela, sem forma, etc.). O espírito é feito com papel celofane colorido. Colar onde quiser na parte de trás do perispírito.
  • Cordão de Prata - Colar um pedaço de fitilho ou barbante, uma ponta na parte de baixo do perispírito e a outra ponta na parte de baixo dentro do corpo, ou seja, abra o envelopinho do corpo e cole lá dentro.

ANEXOS:





Origem e natureza dos Espírito



UM FRASCO DE PERFUME, onde o vidro é o corpo material, o perfume é o perispirito e o cheiro, a essência é o espírito.
O ABACATE. A casca é o corpo físico, a polpa é o corpo fluídico e a semente é o espírito. A semente é o espírito porque quando ela deixa aquele abacate, pode voltar pra terra e nascer um outro abacate a partir dela.
  • MOSTRAR BONEQUINHO E EXPLICAR SOBRE A LIGAÇÃO DO ESPÍRITO COM O CORPO. O ESPÍRITO PRECISA DO CORPO PARA REENCARNAR E PODER EVOLUIR. TODAS AS NOITES O ESPÍRITO SE DESPRENDE DO CORPO FÍSICO, E TRABALHA, PASSEIA, ANDA PELO PLANO ESPIRITUAL. DAR O CELOFANE PARA QUE CORTEM O SEU ESPÍRITO COMO QUISEREM. 

OBJETIVOS DE VIDA



1. Objetivos:
Ter objetivos na vida (pessoal, familiar, profissional, etc). A importância de se ter objetivos como ordenadores de nossa vida. Acreditar na nossa capacidade, lembrando de que se tivermos vontade e merecimento, conseguiremos tudo o que quisermos.

2. Desenvolvimento do tema:
A realização dos objetivos não é feita da noite para o dia. Existe um longo caminho a percorrer até alcançar as vitórias. Nem sempre é um percurso fácil. Mas qualquer um de nós, se tiver vontade e determinação, pode chegar lá. Entre os ingredientes básicos para o crescimento profissional, pessoal, familiar, etc., está o empenho. Para que tudo dê certo precisamos acreditar na vida, ter paixão e carinho por tudo que fazemos.
Para o homem de grande visão, recolher o lixo das ruas não incomoda, pois ele sabe que isso faz parte da tarefa de tornar o planeta mais belo. Enquanto para o homem de pouca visão tornar o planeta mais belo não fascina, pois ele sabe que esse desejo trás consigo o trabalho de recolher o lixo dos caminhos. Para criar um mundo onde as realizações sejam obras do coração, existe um caminho de desafios. A única maneira de ele ser superado com tranqüilidade é olharmos para o objetivo, e não para os obstáculos.
Um dos grandes campeões brasileiros do nosso tempo, o piloto Ayrton Senna, no inicio do campeonato de Fórmula 1 de 1992 ganhava uma corrida atrás da outra, pela Mc Laren, Ainda assim, Senna reclamava que o seu carro não estava acompanhando o desenvolvimento das máquinas da Williams. Na época, muita gente acreditou que tudo não passava de uma jogada de marketing para o piloto valorizar suas vitórias. O final do campeonato endosou as queixas se Senna. Quem levou o título de campeão foi o francês Alain Prost, a bordo de uma Williams com motor muito mais potente. Portanto, celebre com prazer as suas vitórias, mas tenha sempre em mente o desejo de evoluir. Analise seus pontos fracos para serem melhorados, estimule as pessoas ao seu redor a crescerem, a terem objetivos na vida. Antes de criticar, analise qual é a sua parcela no problema, procure fazer o melhor possível. Ter uma boa idéia não basta até que você a realize.
Quando uma pessoa toma um ônibus ou um taxi é preciso que ela saiba para onde quer ir. Sem destino haverá desperdício e perda de tempo. Determinar um caminho é um dos primeiros passos para darmos sentido aos nossos objetivos sem perda de tempo. Da mesma forma, quando não temos objetivos, nosso cérebro fica dando voltas sem chegar a lugar algum.
Por vivermos num mundo muito competitivo, devemos acreditar no que queremos mesmo diante de dificuldades e tensões. Assim, de acordo com o nosso merecimento, nossos objetivos podem nos trazer tanto vitórias quanto derrotas, pois ambas fazem parte da vida. Perder é conseqüência da própria existência, assim devemos fazer das derrotas o início das grandes mudanças em nossa vida.
Nunca abandone um objetivo, porque abandonar um objetivo é o mesmo que abandonar a si mesmo. Um objetivo é tão indispensável quanto um braço ou uma perna.... Seus objetivos são você. Não desista! Em caso de tropeço, saiba que eles estão aí para você crescer. Avance sempre, nem que seja um milímetro...
Não deixe o passado decidir sua vida. Uma vida difícil, muitas vezes pode nos levar ao conformismo de pensar que o que sempre aconteceu continuará na mesma situação eternamente.
Não se esqueça de agradecer a todos aqueles que acreditaram em você
Estabeleça seus objetivos que Deus estará sempre te auxiliando. Acredite em você. Acredite  que você nunca estará só.
3. Texto de apoio:
Um filho e um pai caminhavam por uma montanha.
De repente, o menino cai, se machuca e grita:
- Ai!!!
Para sua surpresa, escuta sua voz repetindo em algum lugar da montanha:
- Aiiiii ...
Curioso pergunta:
- Quem é você?
Recebe como resposta:
- Quem é você?
Contrariado, grita:
- Seu covarde!
Escuta como resposta:
- Seu covarde!
Olha para o pai e pergunta, aflito:
- O que é isso?
O homem sorri e fala:
- Meu filho, preste atenção.
Então o pai grita em direção à montanha:
- Eu admiro você!
A voz responde:
- Eu admiro você!
De novo, o homem grita:
- Você é um campeão!
A voz responde:
- Você é um campeão!
O menino fica espantado. Não entende.
O homem explica:
- As pessoas chamam isso de eco, mas na verdade, isso é a vida. Ela lhe dá de volta tudo o que você faz e diz.
Nossa vida é simplesmente o reflexo das nossas ações.
Se você quer mais amor no mundo, crie mais amor em seu coração.
Se você quer paz em sua família, desenvolva a sua própria paz.
Tanto no plano pessoal quanto no plano profissional, a vida vai lhe dar de volta o que você deu a ela.
4. Fixação:
E agora? Quais são seus objetivos? Eles são capazes de te estimularem a crescer? Se a resposta for não, comece hoje a construir seus objetivos. A hora é agora. Não deixe nada para depois. Pegue um lápis, um papel e estabeleça seus objetivos.
 Bibliografia: A Revolução dos campeões – Roberto Shinyashiki – Ed. Gente


Valor e eficácia da Prece.



Técnica do cochicho" levantar a pergunta: O que mais importa, ORAR BEM ou ORAR MUITO?

COMO É BOM ORAR
          Júlio e Lúcia moravam em uma bela casinha, perto de um bosque todo verde, que acabava numa praia de um mar azul e cheio de lindos peixes. Nessa praia e nesse bosque eles se divertiam a valer
          Eles adoravam correr entre as árvores que perto da casa era um lindo jardim com flores multicores. Havia também uma variedade muito grande de plantas frutíferas Eram mangas, laranjas Jabuticabas, e tinha até, duas frondosas jaqueiras. A mamãe sabia fazer doce da jaca, o que era uma delicia. Como era bom correr pelas campinas orvalhadas e colher as frutas do pomar.
          E no mar e nas praias, era uma delicia nos dias de calor. Brincar na areia mergulhar nas ondas, sempre tão convidativas.
          As vezes ficavam observando o salto dos peixes virando cambalhotas no ar.
          Aconteceu que há um mês eles não conseguiram sair, pois os seus pais tinham ido viajar e as crianças tinham ficado com a vovó que era velhinha, e não agüentava andar muito.
          Lúcia ficava muito zangada por não sair mas Júlio gostava de ficar na janela admirando e sonhando com o dia de poder sair e passear novamente.
          Vovó Ana, muito velhinha e paciente, ensinou aos meninos que em vez de ficarem aborrecidos por não saírem, deveriam orar e pedir ao bom Deus que ajudasse ao papai, resolver logo os negócios para poder voltar mais rápido.
          Os dois atenderam os ensinamentos da vovó. Oraram pela manhã pedindo proteção para o papai, a mamãe, a avózinha tão amiga. À noite, agradeciam o dia calmo e bonito e pediam para que os pais voltasse logo.Com isso eles foram ficando mais alegres e passavam horas e horas combinando como seriam os passeios com papai.
          Numa manhã azul, bateram a porta e as crianças correram para atender. Que alegria! Papai e Mamãe! Todos se abraçaram e foram para a sala. Sentaram-se pertinho uns dos outros e Papai falou assim: Sabem o que fomos fazer na cidade?
          Fomos conversar com o dono da casa em que moramos. Ela não é nossa?(perguntou Lúcia)
          Não filha, é alugada, mas a partir deste mês será nossa se Deus quiser.
          Engraçado mamãe (falou o papai para a vovó) é que ele não queria nos vender a casa de maneira nenhuma, mas depois foi ponderando, fomos conversando e ele aceitou uma oferta.
          Vovó virou para as crianças, piscou o olho e falou assim: Viram como foi bom orarmos juntos?
          A casa que eles tanto adoravam seria agora deles para toda a vida e eles poderiam passear e correr a qualquer hora. Poderiam visitar o pomar, ir a praia admirar o jardim e as flores. Como Deus é bom. COMO É BOM ORAR!

          Faça no caderno uma prece
          Cantar ou Recitar:
          Oração da Criança
          Eu quero meu Deus ser sempre
          Criança em meu viver
          Ser sempre pura
          Em meu proceder
          Eu quero ser boa e casta
          Ser dentro da treva luz
          Ajude-me Senhor eu quero
          Ser como o menino Jesus.

 (chegou sem menção de autoria ou fonte. Se Souber qual seja, por favor nos informe, afim de darmos os devidos créditos)

Obediência a quem nos orienta - porque



1. TEMA: Obediência a quem nos orienta - porque
2. OBJETIVO: A criança deverá valorizar a obediência aos pais ou responsáveis como recurso que facilita o aprendizado sem maiores problemas para o aprendiz.
3. BIBLIOGRAFIA:
I Pe, 5: 5. ESE, IX: 8. Caminho, Verdade e Vida (Emmanuel/F.C.Xavier), cap. 81; Vinha de Luz (Emmanuel/F.C.Xavier), cap. 136; Messe de Amor (Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco).
4. AULA:
a) Incentivação inicial: Exposição ilustrada.
Apresentar às crianças a tartaruga montada de acordo com a Ilustração nº 01, comentando um pouco sobre a vida deste animal: a tartaruga tem uma carapaça ,formada de placas ósseas, a qual tem garantido sua sobrevivência ao longo do tempo. Existem mais de duzentas espécies de tartaruga, que variam de tamanho, cor e modo de vida. Temos desde a tartaruga-manchada, que pesa cerca de 200 gramas, até a tartaruga-coriácea, que pesa 700 quilos. Existem tartarugas marinhas, de água doce, terrestres e aquelas que podem viver tanto em terra como na água.
(O evangelizador deverá enfatizar a informação a seguir) A tartaruga marinha coloca seus ovos na areia da praia. Quando as tartaruguinhas saem dos ovos, elas se dirigem imediatamente para a água, obedecendo ao instinto.
Quem sabe o que é instinto?
Como os animais não têm inteligência como os homens, não sabendo assim escolher o melhor para si, eles possuem o instinto, que é uma força a qual os leva a sobreviver pela seleção dos melhores recursos para tal.
E os homens, será que também só têm o instinto para guiá-los? Não! Nós temos a inteligência,
podemos escolher e obedecer as sugestões se assim o desejarmos. O homem inteligente procura obedecer os ensinamentos que visam auxiliar seu progresso, mas existem aqueles que aprendem pelo sofrimento,
porque se recusam a obedecer conselhos bons e corretos.
Chamaremos aqui alguém que lhes contará um caso em que a desobediência aos bons conselhos trouxe conseqüências graves, de difícil reparação.
b) Desenvolvimento: Narração com fantoche ou máscara.
O evangelizador apresentará a história abaixo usando um fantoche, que “narrará” a mesma, ou
pedirá a um outro evangelizador que use uma máscara para contar o fato às crianças. Estas deverão estar assentadas no chão, em círculo, formando um ambiente bem descontraído.


MEU AMIGO JUCA TEIMOSO
Olá, garotada! Eu sou o(a) ................
Tô chegando agora para lhes contar um caso de arrepiar! Um acontecimento que fez meu coração disparar! Vejam só ...
O Juca é um amigo que tenho. Amigão do peito, gosto dele à beça. Mas, uma coisa não se pode negar: eta menininho teimoso! Ele acha que é gente grande, que sabe tudo, que não deve obediência a ninguém ...
Papai, mamãe, vovô, vovó, “seu” Chico da Padaria, “seu” Honório do Mercado, vivem repetindo pro Juca: - Garoto, garoto, de tanto desobedecer, você ainda vai se dar mal... Quem não aprende por bem, seguindo os bons conselhos, aprende por mal apanhando do sofrimento...
Eu também repito isto pra ele, porque sou seu amigo. Digo que até hoje, apesar de ser muito mais velho, eu obedeço; procuro obedecer os bons conselhos que me dão, as leis de Deus, os ensinamentos de Jesus... E isto tem me ajudado a aprender muita coisa sem necessidade de ficar “quebrando a cabeça”...
Mas o Juca quer lá saber de obedecer???!!! ...

Pois bem, o irmão do Juca - o Carlos - que é bancário, tem uma moto. E ele até ganha mais uns trocados à noite, fazendo entrega de pizzas com ela. Juca é doido pra dirigir a moto, mas Carlos está cansado de lhe explicar que moto é coisa perigosa, que a pessoa deve ser habilitada (saber dirigir, ter carteira), seguir direitinho as leis do trânsito, essas coisas ...
Ontem à tarde, Juca ficou em casa sozinho. E o bichinho da desobediência começou a fazer cócegas nos seus miolos ... Pensou: - Vou aproveitar que ninguém está em casa para dar uma volta de moto. Dou só um passeio pelo quarteirão e volto com a moto na garagem para o lugar sem que papai, mamãe e Carlos percebam. Eles acham que eu sou criança pra dirigir, mas estão enganados. Sei tudo daquela moto!!!
Juca abriu a garagem, ligou a moto, e até que saiu com ela, mais ou menos bem. Acontece que ele mora no alto de uma ladeira, e ao descer a rua, a moto, que é daquelas grandes, foi ganhando velocidade, e o Juca não tinha forças para controlá-la! A moto foi embalando, embalando, ele foi ficando nervoso, nervoso, perdeu totalmente o controle! Felizmente conseguiu virar o guidão para o lado e ...
CRINNNNCH !!!! CRÁS !!!! BAM !!!! BAM !!!! Caiu a moto com o Juca que foi rolando pela ladeira, se ralando todo ...
Pessoas correram para acudi-lo e entre elas estava o “seu” Honório.
- Ora, ora, Juca, é você - dizia “seu” Honório enquanto acudia carinhosamente o nosso amigo -
Ainda bem que esta rua não tem muito trânsito e você também não bateu com a cabeça no chão; isto poderia ter lhe custado a vida! Vamos, vamos para o hospital.
Levaram Juca para o hospital e ele foi atendido. Parece que aprendeu a lição, porque ele mesmo queria vir aqui contar a história pra vocês. Mas, infelizmente, nosso amiguinho está com umas costelas quebradas, fratura no braço e na perna direitos, além de muitas escoriações ... Aí pediu para que eu fizesse um desenho de como ele está e o trouxesse até aqui. Olhem como ficou nosso amigo Juca! (Ilust. nº 02)

c) Fixação: 

  • Sugestão 1 - Diálogo. O fantoche ou o contador do caso conversará com as crianças sobre o tema da aula, fazendo perguntas sobre se conhecem casos de desobediência e suas conseqüências, por que devemos obedecer aos que nos orientam, etc…
  • Sugestão 2 - Modelagem e pintura. O fantoche ou o contador do caso proporá às crianças que modelem em argila e pintem com guache uma tartaruga, para se lembrarem que a mesma sobrevive seguindo seu instinto, e que o homem vive melhor obedecendo os bons ensinamentos, usando a inteligência.

d) Material didático

  • Fantoche ou máscara para o contador da história; 
  • Figura 1, colorida e montada de acordo com as instruções; 
  • Figura 2; Material de acordo com a Fixação escolhida.




Obediência II - HISTORIA


Obediência
Quando falamos em obediência, logo nos vem a imagem de nossa mãe nos dizendo: “Me obedeça, por favor”.
Então, quando uma criança ouve a palavra obediência, já pensa : “Vai começar a chatice de novo”.
Mas hoje nós vamos aprender que a obediência não é uma coisa chata, mas é como se fosse uma regrinha, que quando bem usada nos traz grandes benefícios, e faz a gente se sentir muito bem, assim como quando vamos pra cama sem bronca de ninguém ou quando nossa lição de casa está feitinha e podemos dormir tranqüilos.
É assim a obediência, como um jogo, se alguém não “obedece” as regras do jogo acaba sendo prejudicado e prejudicam os outros.
A natureza também tem regras que se não obedecermos causa prejuízo a nós e a toda população. Como por exemplo, em uma época de chuva, se jogarmos todo o tipo de lixo no rio, ele transborda e prejudica pessoas que moram na região; quando o tempo está seco, se jogarmos um fósforo perto de uma árvore seca, poderá causar um incêndio
Os escoteiros obedecem a regras para o bom relacionamento de seu grupo, e se sentem muito bem com isso, fazendo com que haja harmonia. 
Como todos já sabem no mês de maio comemoramos o dia das mães (2º domingo de maio), então por que não falarmos de mães e obediência?
Aí, alguma criança vai nos perguntar: Por que é que minha mãe quer que eu faça tudo o que é chato, vive dizendo para obedecer em tudo?
Muito bem! Embora muitas vezes não entendamos nossa mãe sempre quer o melhor para nós, por isso devemos sempre conversar com ela, falar sobre nossas idéias, das coisas que gostamos, e também ouvir as suas preferências, trocar idéias e cada um respeitar seu ponto de vista.
Na página seguinte do Peixinho Vermelho, narramos uma história do livro , “E, para o resto da vida...”, onde veremos que em todos os lares temos problemas e soluções para tudo.
Leia a historinha!
A Cesta
Quando menina, eu era preguiçosa e reclamava quando me pediam para fazer os mais insignificantes deveres dentro de casa.
Sempre que possível, eu transferia o que tinha a fazer para os meus irmãos. Eles, entretanto, não tinham melhor disposição do que eu, de modo que estávamos sempre discutindo e de cara feia uns para com os outros. Meus pais nada diziam e esperavam que decidíssemos as querelas. Hoje percebo que papai simplesmente pensava na maneira pela qual iria nos dar uma lição proveitosa.
Uma das minhas tarefas e a que me deixava sempre mal-humorada, consistia em pegar uma cesta e ir comprar pão para a ceia (refeição).
Um dia, meu pai chegou do trabalho e nos encontrou em conflito, com a cesta no chão entre nós. Ele estava bastante cansado, porém, ao invés de se sentar um pouco para descansar, voltou-se para mim e me disse em tom carinhoso:
---Filha, dê-me a cesta.
---Eu dei de pronto, certa de que tinha levado a melhor e que um dos meus irmãos ia ser mandado à padaria. Mas não foi isso o que aconteceu. Dirigindo-se a nós todos, propôs-nos o seguinte:
---Filhos, até aqui eu tenho dado o dinheiro e vocês fazem as compras. Vamos mudar um pouco. Vocês vão dar o dinheiro e eu irei fazer as compras. Já estou com a cesta e vou à padaria buscar o pão. Vocês, por favor me dêem o dinheiro para pagar o pão.
Aquela mudança inesperada assustou a todos e ficamos por um instante a nos entreolhar sem dizer palavra.
Sem suportar por mais tempo a situação, tomei-lhe a cesta, peguei o dinheiro e fui buscar os pães, muito pensativa, deixando meus irmãos em um silêncio de perplexidade. Papai foi tomar seu banho como se nada tivesse acontecido.
Voltei, e quando já estávamos todos sentados à mesa para a refeição, com muita cordialidade ele se dirigiu à nós :
---Filhos, disse, a ceia representa uma benção de Deus para o esforço de cada um de nós. Deus nos abençoou para que eu pudesse trabalhar e ganhar o dinheiro, vocês fizessem as compras com ele e sua mâe cozinhasse a comida. Assim, todos nós nos alimentamos e sentimos satisfeitos. A cooperação é a garantia do lar e da humanidade inteira. Quando ela falta, a benção de Deus não pode ser realizada. Ao longo de toda vida, vocês verão que isso acontece.
Depois disso, nossa atitude mudou. A lição serviu para todos nós e ainda hoje, quando nos reunimos, lembramo-nos de papai e daquela ceia. Toda vez que a nossa colaboração, para qualquer trabalho digno, nos é solicitada, lembramo-nos daquela cesta de carregar pão e, alegremente aceitamos os encargos certos de que, assim, a benção de Deus nos estará beneficiando e beneficiando a todos.
Gostaram da história? 

OBEDIÊNCIA


Prece Inicial
Primeiro momento: contar a história Gisa e Arco, utilizando-se dos desenhos para ilustração.

Gisa e Arco
Gisa é uma bela tartaruga. Ela mora com seus pais e irmãos em uma linda praia, mais precisamente no mar. O local fica perto de umas rochas grandes, e a água bate nas pedras e volta. Gisa adora ficar tomando sol nas pedras e olhando o mar.
Ela tem uma vida legal, tomando sol e brincando com seus irmãos e amigos. Gisa é amiga de Arco, um peixe muito simpático. Eles costumam nadar juntos, descobrindo sempre plantas e bichos diferentes que vivem no fundo do mar.
A mãe de Gisa, Dona Titã, pede sempre que ela não vá nadar muito longe, porque pode ser perigoso. Mas Gisa não dava importância aos conselhos da mãe... Achava que a mãe não sabia das coisas, que era preocupada demais e que não havia mal algum em explorar novos mares.
E assim o tempo ia passando, com muitos banhos de sol nas pedras e aventuras de Gisa e Arco no fundo do mar.
Um dia, porém, eles foram nadando, nadando, e quando perceberam estavam muito longe de casa. O local tinha lindos corais e algumas plantas diferentes que eles pararam para apreciar. Naquele momento, passou um enorme barco, que jogou uma rede de pesca. Logo Gisa se debatia na rede, sem conseguir sair.
Ela e alguns peixes começaram a gritar por socorro! Arco não sabia o que fazer para salvar a amiga e os outros peixes. Foi então que apareceram dois enormes peixes, que pareciam ter uma serra na boca:
- Morde a rede! Nós vamos ajudar!
E assim os três passaram a morder e serrar a rede, e pouco antes de os pescadores puxarem a rede para cima, eles conseguiram fazer um buraco, por onde Gisa e vários peixes, conseguiram sair. Mas infelizmente muitos outros peixes ficaram na rede, que logo estava dentro do barco.
Que susto! Gisa e Arco agradeceram muito a ajuda dos novos amigos. Os peixe-serra contaram que aquele era um lugar muito perigoso no mar, pois sempre havia muitos pescadores.
- Não avisaram vocês que é perigoso nadar aqui? Ainda bem que estávamos de passagem por esses lados do mar.
Gisa ficou vermelha, lembrando dos conselhos da mãe, enquanto Arco baixou a cabeça, envergonhado. Eles, então, perguntaram qual era o caminho mais seguro para voltar para casa.
Os novos amigos ensinaram o caminho, e Gisa e Arco nadaram rápido de volta para casa.
Enquanto voltavam, lembraram do susto e prometeram nunca mais nadar tão longe e sempre obedecer aos pais. 
                                               Claudia Schmidt

Segundo momento: conversar com as crianças.
* A tartaruga e o peixe foram obedientes?
* O que aconteceu com eles?
* Devemos obedecer nossos pais? Por quê? Porque eles sabem o que é melhor para nós. Obedecendo estaremos evitando situações de perigo.
* Lembrar que as pessoas de nossa família nos amam e querem o   nosso bem. 

Terceiro momento – atividade: pintar e montar a tartaruga Gisa e o peixe Arco e depois colar em palitos de picolé. 


Livrinho de orações






recebi: Ana Maria de Cassins

ORDEM E DISCIPLINA

         IDADE - 5 e 6 anos


         OBJETIVO - Levar a criança a perceber e sentir as suas limitações, respeitando o limite do próximo, direcionando assim seus impulsos com ordem e disciplina.
         INCENTIVAÇÃO: propor uma dinâmica às crianças com o objetivo de trabalhar com o equilíbrio, ordem e disciplina. As crianças em fila; o evangelizador vai à frente e andam contando em ordem decrescente (10 a 1) batendo os pés e as mãos alternadamente
         DESENVOLVIMENTO: Mostrar as figuras. (separadamente) Anexos 1, 2, 3. Refletir com as crianças sobre o que está se passando nas figuras. As reflexões devem levar a criança a perceber as escolhas que fazem com relação a hábitos, costumes e atitudes de cada um em casa, na escola e na sociedade em geral. Levar a criança a perceber através dos anexos, que tudo segue uma ordem e disciplina, começando na natureza.
         A ordem e a disciplina facilitam nossas tarefas, evitam acidentes, aborrecimentos e fazem parte de nossos deveres.
         
FIXAÇÃO: levar bastante figuras de objetos de cozinha, quarto, escola, higiene, etc. Distribuir folhas de papel e em cada uma a criança deve separar os objetos com a mesma finalidade, colocando assim uma ordem, mostrando que as coisas organizadas em nossa casa facilita o trabalho e não desperdiçamos tempo em procurá-los. 
Beatriz de Almeida Rezende

ANEXOS
ANEXO 1

ANEXO 2


ANEXO 3