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COMBINADOS




O Corpo - Diferenças físicas





OBJETIVO GERAL


·        Fazer que os evangelizandos percebam as diferenças físicas que existem entre as criaturas, mas, independentemente desses fatores, todas são filhos de Deus. Por isso, somos todos irmãos e merecemos respeito e amizade.
·        Eles devem entender que o valor das pessoas é o que cada uma tem dentro de si: os sentimentos, o caráter e a bondade.

OBJETIVOS ESPECIFICOS

Dizer quais são as diferenças físicas existentes entre as pessoas.
Dizer que todos fomos criados por Deus.

DESENVOLVIMENTO

·        Prece inicial
·        Atividade 1:  Dar para cada criança um ou mais balões coloridos e pedir-lhes que os encham. Após todos os balões estarem cheios, juntá-los em um só conjunto e perguntar: (anexo I)
– Todos esses balões são iguais?
– Quais as diferenças existentes entre eles?

·        Atividade 2: Narrar a história Que bom que somos diferentes ao final, perguntar:
– Como eram os amiguinhos de Sara?
– Vocês já observaram as diferenças existentes entre as pessoas?
– Quem tem amiguinhos iguais aos de Sara?
– Como devemos tratar nossos amiguinhos? (anexo II)

·        Atividade 3: Pintar as figuras da historia

·        Prece final



CONCLUSÃO

Os evangelizandos fizeram as atividades proposta compreenderam que devemos respeitar o próximo independente das diferenças físicas.

(anexo I)







(anexo II)
QUE BOM QUE SOMOS DIFERENTES
Sara é uma menina muito curiosa. Ela gosta de ler e sempre compara o que lê nos livros com as coisas que vê quando brinca no parque ou na escola.
Certo dia Sara estava sentada no chão folheando um livro e pensou:
– Olha só que livro interessante. Aqui está escrito que somos diferentes uns dos outros.
Mas como pode ser, se somos todos iguais?
       
Com esses pensamentos, Sara fechou o livro e resolveu sair para brincar.
– Vou brincar no parque com os olhos bem abertos para ver se enxergo a “tal diferença”.
No parque Sara encontra seus amiguinhos:
– Olá, Ritinha! Vamos brincar? Ritinha, o que fizeram com teus olhos? Eles estão tão “puxadinhos”.
– Sara, como você está engraçada hoje. Eu sempre tive os olhos assim, são iguais aos dos meus antepassados que moravam no Japão. 
– Seus parentes são japoneses?  
           
– Isso mesmo Sara, todos temos os olhos assim.
Sara continua a brincadeira e ao olhar para o lado, viu outro amiguinho passando e o chama:
– Leandro! Venha brincar com a gente!
Leandro chega junto das meninas e diz:
– Olá! Vocês me emprestam o baldinho de areia?
Sara entregando-lhe seu baldinho diz:
– Nossa Leandro, como sua pele está escura! E seus cabelos tão crespinhos!
– Sara, eu sempre fui assim. Sou igual aos meus antepassados que vieram da África para morar no Brasil. Nós somos negros.
                  
Ritinha entra na conversa e diz:
– Não se incomode, Leandro, a Sara hoje está achando tudo diferente.
– É. Hoje eu estou descobrindo que nós não somos iguais.
Leandro e Ritinha se olham, sem entenderem muito bem o que Sara disse:
– Tenho que ir, disse Sara. Minha mãe está me chamando. Tchau amiguinhos! Até amanhã!
Sara sai pensando:
– Será que tem mais gente diferente? Ah, tem minha avó que tem cabelo branco. Minha mãe disse que ela é assim porque já viveu muitos anos.
Imaginando-se abraçada com a tia da escola, Sara pensou:
– Bom, tem a tia Ângela da escola. Adoro abraçá-la. É o melhor abraço do mundo. É tão fofinho, parece o meu travesseiro. Ela é tão gordinha.
Chegando em casa, Sara encontra uma visita. Uma amiga da sua mãe e seu filho estão na sala conversando. Sara fica feliz em vê-los e logo vai a seu quarto buscar alguns jogos para brincar com Paulo.
– Vou levar o jogo de damas e aquele livro interessante. Paulo está na cadeira de rodas, não pode ir até o meu quarto. Ele não pode andar, mas podemos nos divertir jogando ou lendo.
Ao final da tarde, Sara olha pela janela e vê o Sr. Antônio cuidando do jardim. Ele é o jardineiro do condomínio.
                                       
– Lá está o Sr. Antônio. Nossa! Ele é muito bravo, está sempre mal humorado e brigando com as crianças porque a bola cai nas flores. Mas se não fosse ele, nosso jardim seria feio...
– É, o livro tem razão... Somos todos diferentes...
Já imaginou como seria chato o mundo cheio de Saras??



TEXTO COMPLEMENTAR


APARÊNCIAS

Esse senhor vive com aparência impecável.
Cabelos penteados.
Barba feita.
Roupa distinta.
Sapatos lustrosos.
Dinheiro no bolso.
Depósitos bancários.
Estômago saciado.
Vastos conhecimentos.
Residência confortável.
Família constituída.
Ótima situação social.
Aparentemente, mostra ter tudo para ser feliz.
Mas não é.
Ele é portador de uma fístula em forma de chaga oculta a doer continuamente.

*
Esse é o retrato do homem comum.
Aparentemente, mostra ter tudo para ser feliz.
Mas não é.
Traz a fístula invisível da angústia em forma de chaga mental, entre a dúvida e o desespero a fustigar-lhe o espírito continuamente. É um enfermo difícil.
E pouco lhe adianta a boa aparência, com a alma atribulada.
Mudem-se regimes políticos, alterem-se as condições de existência, conquistem-se novos planetas da Imensidade, transformem-se os estados de conforto passageiro... Ainda assim, a renovação exterior nada vale se a alma, em si, usando as ferramentas da vontade, não se dispõe a melhorar a si mesma.
*
Medite essa verdade e atenda à própria transformação moral para o bem, desde os mínimos atos de cada dia, para que a insaciedade e a inquietação não se façam pragas destruidoras de sua vida.

BIBLIOGRAFIA

Texto Complementar:
APOSTILA DA FEB - MÓDULO I: O ESPIRITISMO - JARDIM DE INFÂNCIA PLANO DE AULA Nº 7

VIEIRA, Waldo. Aparências. Bem-aventurados os simples. Pelo Espírito Valérium. 13. ed. Rio de Janeiro: FEB,
2005. Cap. 14.





A CHUVA - MATERNAL


OBJETIVO GERAL
Dizer para que serve a chuva e dizer quem nos deu a chuva

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
As chuvas vem das nuvens que são formadas por vapor d’agua
As chuvas fazem as plantas crescerem
A Chuva foi criada por Deus e tem uma função essencial.
Em uma cartolina, montar uma janela do tempo mostrando o sol e a chuva.
A janela fechada demonstrará a chuva e aberta, o sol brigando..
.
Questionar :
O que devemos fazer com a janela quando chove? E quando faz sol?
Como está o tempo hoje?
Quem gosta de chuva?

Contar a história “A gotinha de chuva”
Lilinha era uma gotinha de chuva. Ela estava esperando o momento de
desgrudar da nuvem emolhar algum jardim florido.
Esse dia chegou. Era época de chuva e quase todo dia uma nuvenzinha se
transformava em água para molhar um jardim.
Finalmente chegou o dia de Lilinha molhar algum jardinzinho na Terra. Ela viu
um jardim cheio deflores e quis cair em cima delas. Mas o vento levou-a para
longe do jardim. Ela caiu numa terra sem um matinho sequer! E ficou muito
triste!
Mas, algum tempo depois... O que aconteceu? Aquela terrinha sem plantas
ficou cheinha de flores, por causa da chuvinha que nela caiu.

Questionar as crianças:
·· Quem era Lilinha?
·· Onde ela estava?
·· Onde ela caiu?
·· O que aconteceu no lugaronde ela caiu?
·· Para que serve a chuva?
·· Quem nos dá a chuva?

Mostrar figuras de lugares com chuva, secos, inundados pela chuva e explicar
as diferenças.
As crianças precisam entender que a chuva é importante para dar comida,
molhar as plantas, mas em excesso ela também pode ser prejudicial.
No varal constarão algumas gotinhas brancas – cada uma delas será recolhida e
entregue a uma das crianças. Elas deverão fazer suas próprias gotinhas de água
e colar bolinhas azuis de papel crepom.


DINÂMICA PARA FALAR DE CORPO E ESPIRITO



Para entender que o que morre é o corpo e não o espírito trabalhamos a música “Morto Vivo”, do grupo Evangelizar é amar (RS), presente no Cd ‘Sou criança’.

Abertura da evangelização infantil: Duração - 30 minutos

Material:
Dois contornos de bonecos de papel num papel cenário branco, que serão colados na parede, um ao lado do outro.
Várias figuras de órgãos do corpo humano: boca, nariz, sobrancelhas, pulmão,coração...
Vários nomes de sentimentos impressos: gentileza, bondade, fé, coragem, caridade...

Atividades:
- Iniciar perguntando o que há de diferente na parede. Quem é essa pessoa? São duas pessoas? Vamos ver...
Procurar as figuras e palavras escondidas pelo salão (embaixo das cadeiras, parede...). Quem encontrar segue até a frente do salão para vermos o que encontraram.
Elas falam o que encontraram e passamos a conversar sobre isso. Eles colam as figuras adequadas nos dois bonecos.
Chegar à conclusão de que os órgãos pertencem ao corpo e os sentimentos ao espírito. Perguntar: quando a gente desencarna, qual desses morre?
Ouvir o que elas têm a dizer. Falar da música.

Fazer a brincadeira de morto vivo com elas e depois ensinar a música “Morto Vivo”
Letra da música:
“Ensina o Espiritismo, Você não vai morrer
Quem morre é o corpo, A gente vive pra valer.
Entre na brincadeira
De morto-vivo:
Quem morre é o corpo, Quem vive é o espírito.
Você não vai morrer, E pode acreditar
De morto-vivo, Vivo,Vivo: Você vai ficar
Morto vivo/ Vivo morto/ Morto vivo/Vivo
Vivo morto, vivo morto
Quem morre é o corpo
Morto vivo morto vivo
Quem vive é o espírito.
Entre na brincadeira (...)”
Morto Vivo - Evangelizar é Amar - Legendado


BY: Islene Santos

TEMA: CUIDAR DO CORPO


CICLO I - FAIXA ETÁRIA: 6 A 7 anos - 07/06/2003

• OBJETIVO INFORMATIVO: Informar à criança a importância do nosso corpo como veículo de comunicação do espírito. Através dele podemos nos expressar, nos comunicar. Falar sobre a nossa responsabilidade em cuidar dele, para que ele possa “funcionar direitinho”.
.
• OBJETIVO FORMATIVO: Levar a criança a ter a consciência e o dever de cuidar da saúde.
(necessidade da higiene do corpo, vestuário, alimentação).

MATERIAL:

1) PRECE INICIAL

2) INCENTIVAÇÃO INICIAL:
Brincadeira: Sr. Rei
(Pode ser cantado ou apenas falado) - Sr. Rei foi caçar e quando ele voltar, não quer ver nenhum "joelho" (todos escondem o joelho), Sr. Rei foi caçar e quando ele voltar não quer ver nenhuma mão (escondem as mãos) e assim por diante, as crianças adoram principalmente quando começar ficar difícil esconder as partes maiores do corpo.

3) DESENVOLVIMENTO:
Todos estamos sorridentes, bem dispostos corados... Estão felizes! Sabem por que estão assim bem dispostos? Saúde. O que é saúde? Saúde é o estado do nosso corpo. Quando não estamos doentes, tudo funciona direitinho, sem dores, febre, nada, dizemos que estamos “bem de saúde”. Quando não estamos bem de saúde, é sinal que estamos doentes, ou seja, algo não funciona bem.
Precisamos saber tudo aquilo que sirva para melhorar nosso corpo e nossa alma.
A finalidade de nossa vida não é apenas viver: é viver para nos tornarmos melhores. Devemos procurar ser melhores em tudo: na saúde, no trabalho, nossos sentimentos, etc.
Devemos procurar estudar, aprender, para adquirir conhecimento, pra crescermos inteligentes.
Devemos também cuidar do nosso corpo, repousar o suficiente, alimentar-se. Antes de tudo, o que nos faz viver melhor é a saúde. Sem saúde não podemos trabalhar. A saúde que Deus nos dá é uma riqueza que precisamos conservar. Uma pessoa sadia tem boa aparência, tem vontade de trabalhar, está sempre alegre, está sempre disposta a auxiliar os outros. A pessoa doente é abatida e triste. Não pode ter boa disposição para o trabalho. Sente-se infeliz.
As doenças nos fazem sofrer, as pessoas de nossa família também sofrem por isso. Consomem tempo e dinheiro e roubam a alegria de viver. A saúde muito depende de nós; daquilo que fazemos para conservá-la. Todos querem ter saúde, mas nem todos querem conservar a sua saúde.
O que podemos fazer para conservar a saúde?
Evitar os vícios, como o fumo, o álcool. Não tomar friagem, não andar descalço em chão frio. Não comer demais, apenas o que o nosso organismo aguenta. Comer frutas, verduras e legumes (às vezes são ruins, mas têm vitaminas de que nosso corpo precisa), não se esquecendo de lavá-los antes. Cuidar da higiene: escovar os dentes, lavar as mãos antes das refeições, antes de levar aos olhos.
As pessoas ficam doentes especialmente nestes casos:
- quando tem o corpo enfraquecido por alimentação deficiente
- quando não tomam o necessário cuidado com o asseio do corpo e da casa ou da pureza da água que bebem, assim como da comida.
- Quando não evitam insetos transmissores de doenças
- Quando não evitam os vícios

4) ATIVIDADE:
Propor a realização de um “manual de instrução de cuidados com o corpo”.
Sortear uma criança. No chão, um papel pardo grande.
A criança sorteada deitará no papel, fará uma “pose” e os demais “contornarão” sua silueta com canetinha.
Haverá, então, no papel, o desenho de um corpo. As crianças deverão completá-lo, acrescentando os detalhes e pintando.
Em seguida, colocar observações em cada parte do corpo, dizendo o que deve ser feito para preservar a saúde naquele local. Exemplo: puxar uma seta nos olhos e escrever: “lavar as mãos antes de coçar os olhos, não ler no escuro”.

5) AVALIAÇÃO/FIXAÇÃO:
Série de “O que é o que és”, cujas respostas devem ser partes do corpo. Quando as crianças acertarem, perguntar o que deve ser feito para preservar aquela parte. Se acertarem, ganham uma parte do corpo que será montado na lousa.

7) PRECE FINAL

8) BIBLIOGRAFIA
“Evangelização Infantil – Vol.III” – Mariluz Valadão Vieira – Editora Aliança1
Plano de Aula gentilmente cedido pelo Núcleo Espirita O Semeador, no grupo virtual de evangelização espírita infantil, grupos yahoo.

CUIDADO COM O CORPO

Prece Inicial

Primeiro momento
Trabalhar os seguintes conceitos:

1 - Quem sou eu
Fazer as seguintes perguntas às crianças:
- As pessoas são iguais às outras? Na aparência? No jeito de ser?
- Existe alguém igual a você no mundo?
- Somos parecidos com alguém?

Ver anexo 1

Exercício 1: Apresentar a turma alguns objetos que se parecem iguais mas que possuem características diferentes.
Apresentar alguns bichinhos de plástico idênticos para as crianças apertarem e descobrirem que eles possuem sons diferentes (Alessandra levará no dia).

Por isso:
- Cada indivíduo é especial, único;
- Cada pessoa é diferente física e emocionalmente. Mesmo os gêmeos idênticos são diferentes;
- Deus ama cada um como ele é;
- Deus empresta um corpo físico a cada espírito para aprender e evoluir durante a vida terrena; cuidados com o corpo físico.
- Por isso é que precisamos ser boas pessoas (sermos respeitosos, amorosos, alegres) e também cuidar de nós, do nosso corpo.

2 – Cuidados com o corpo
Se Deus nos deu o corpo físico, quais são os cuidados que devemos ter com o nosso corpo físico?

Ver anexo 1 – Colar figuras no quadro durante a explicação ou levar o computador

- Cuidados com a higiene: tomar banho, cortar as unhas, escovar os dentes, cortar os cabelos, lavar as mãos, etc.
- Cuidados com a alimentação: comer alimentos saudáveis como frutas e verduras, evitar o excesso de guloseimas (chocolates, balas, salgadinhos).
- Cuidados com a aparência: usar roupas adequadas, limpas, etc.
- Cuidados com a saúde: cuidar para não se machucar quando brincar, evitar o excesso de sol, tomar vacinas, brincar, fazer exercícios físicos, ir ao médico e ao dentista quando necessário.

ATIVIDADE DIRECIONADA :  

De 2 à 6 anos

Bonequinhos de palitos de picolé: A roupa pode ser feita palito de picolé a carinha pegar uma cartolina para desenhar carinhas ou desenhinhos. OBS: Ajudá– los a desenvolver a criação.




Os demais

Porta-retrato para retratar a criança e a valorização do seu corpo, mostrando no desenho o que eles precisam para cuidar do corpo. O desenho é feito em uma folha e colado em uma cartolina colorida de tamanho um pouco maior, para fazer as bordas. Um pedacinho de cartolina (dobrado ao meio e colado atrás do desenho) mantém em pé o porta-retrato.




Prece de encerramento
ANEXO 1 – Cartaz “somos iguais?”


SOMOS TODOS IGUAIS?



Na aparência, nas qualidades e nos defeitos???




ANEXO 2 – Apresentação do conceito de cuidado com o corpo

CUIDADOS COM A HIGIENE

CUIDADOS COM A ALIMENTAÇÃO


CUIDADOS COM A SAÚDE



CUIDADOS COM A APARÊNCIA




by: Alice Lirio

Caridade


Ciclo: Jardim
OBJETIVO GERAL 

Fazer que os evangelizados compreendam que a caridade não é apenas dar esmolas ou doar bens materiais, é também a doação de si mesmo em beneficio do próximo.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Fazê-los entender que caridade pode praticada em qualquer idade.
Reconhecer na caridade o caminho para a renovação espiritual.

DESENVOLVIMENTO

Prece inicial –
•Conversar sobre o conteúdo da aula.
Atividade1: narrar a história: Bimbo e os bichinhos da floresta
Atividade 2: montar o quebra cabeças das figuras da história
· pedir as crianças para narrarem a parte da história por elas montada.
•Atividade3: distribuir as máscaras, pedir às crianças para realizar uma atitude de caridade igual a praticada pelos bichinhos da história.
•Prece final.

CONCLUSÃO

Os evangelizandos compreenderam o verdadeiro sentido da caridade.
ANEXOS

 
 Atividade I: História
BIMBO E OS BICHINHOS DA FLORESTA
O macaquinho Bimbo morava num circo.
Um dia, saiu para dar umas voltas e tanto andou que chegou a uma floresta onde ficou perdido.
Andou, andou... De repente, disse:
–– Ah! que linda casinha!
De fato, encontrara uma bonita casa e teve vontade de entrar ali para descansar. Mas, pensando bem, achou que a casa não era dele. Logo, não deveria entrar.
Assim, Bimbo deitou-se debaixo de uma árvore e tão cansadinho estava que logo dormiu.
Dormiu, dormiu e não percebeu que os bichinhos da floresta ali estavam à sua volta; olhando para ele e dizendo:
–– É um menininho!
–– Não é, pois menino não tem rabo.
–– Mas olhem a roupinha dele!
Até que o Pica-pau, que andava por muitos lugares e conhecera muita gente e muitos bichos, bateu com o bico na árvore e falou:
–– Seus bobos! É um macaquinho vestido de gente.
E o Pica-pau bateu com mais força o bico na árvore para Bimbo acordar.
Bimbo abriu os olhos, assustado, e começou a chorar:
–– Quero voltar para casa. Eu moro no circo.
Os coelhinhos ficaram com tanta dó de Bimbo, que também passaram a chorar.
Então, o Pica-pau disse:
–– Já é muito tarde para você voltar para casa. Se a minha casa fosse grande, eu o convidaria para dormir lá.
— Ora, ora Pica-pau! Por isso não, pois a nossa casa é grande e dá para ele dormir.
Quem falou assim foi o coelhinho.
O esquilinho também queria levar Bimbo para dormir na casa dele e o ratinho também.
Bimbo perguntou:
–– De quem é aquela casinha?
–– É nossa – disseram os dois coelhinhos.
–– Pois eu posso ficar ali e agradeço muito ao esquilo, ao ratinho e ao Pica-pau.
Quando o macaquinho Bimbo foi para a casa dos coelhinhos, o Pica-pau cortou uma porção de
tábuas; o esquilo roeu cocos e fez uma porção de pregos; e, com esses materiais, os coelhos fizeram-lhe uma linda cama. Daí a pouco, chegou o ratinho com uma porção de palha para o colchão.
Bimbo foi dormir pensando nos amiguinhos que tanto o estavam ajudando.
Bem que a bailarina do circo tinha lhe dito que há muitos animais bonzinhos na floresta.
Bimbo dormiu muito bem! Quando abriu os olhos, viu... a bailarina do circo!
Ela sentira a falta de Bimbo e saíra a procurá-lo.
–– Vamos embora, Bimbo? – convidou a bailarina. – A sua casa é o circo e todos lá estão à sua
espera.
Bimbo ficou indeciso pois já havia feito muitos amigos entre os bichinhos da floresta. Mas, o que fazer... A bailarina tinha razão. Precisava voltar para o circo. E, assim pensando, no dia seguinte, partiu com a bailarina, muito agradecido a todos que tanto o tinha amparado, no momento de grande necessidade.
* * *
1– Quem era Bimbo? 2 – Onde ele morava?
3 – Que aconteceu com ele? 4 – Onde Bimbo adormeceu?
5 – Quem o encontrou? 6 – Quem levou Bimbo para dormir em sua casa?
7 – Como Bimbo voltou para o circo?
Atividade 2:  Montagem de quebra-cabeças com as figuras da história








   
 Atividade 3: dramatização da história com as máscaras dos bichinhos da história.
   





      

               

               
Textos Complementares:

FRATERNIDADE
344 –– O “amor ao próximo” deve ser levado até mesmo à sujeição, às ousadias e brutalidades das criaturas menos educadas na lição evangélica, sendo que o ofendido deve tolerá-las humildemente, sem o direito de esclarecê-las, relativamente aos seus erros?
–– O amor ao próximo inclui o esclarecimento fraterno, a todo tempo em que se faça útil e necessário.
A sujeição passiva ao atrevimento ou à grosseria pode dilatar os processos da força e da agressividade; mas, ao receber as suas manifestações, saiba o crente pulverizá-las com o máximo de serenidade e bom senso, a fim de que sejam exterminadas em sua fonte de origem, sem possibilidades de renovação.
Esclarecer é também amar.
Toda a questão reside em bem sabermos explicar, sem expressões de personalismo prejudicial, ainda que com a maior contribuição de energia, para que o erro ou o desvio do bem não prevaleça.
Quanto aos processos de esclarecimento, devem eles dispensar, em qualquer tempo e situação, o concurso da força física, sendo justo que demonstrem as nuanças de energia, requeridas pelas circunstâncias, variando, desse modo, de conformidade com os acontecimentos e com fundamento invariável no bem geral. (1)

CARIDADE
Conceito – Virtude por excelência constitui a mais alta expressão do sentimento humano, sobre cuja base as construções elevadas do espírito encontram firmeza para desdobrarem atividades enobrecidas
em prol de todas as criaturas.
Vulgarmente confundida com a esmola – essa dádiva humilhante do que sobeja e representa inutilidade – a caridade excede, sobre qualquer aspecto considerada, as doações externas com que supõe
em tal atividade encerrá-la.
Sem dúvida, valioso é todo gesto de generosidade, quando consubstanciado em dádiva oportuna ao que padece tal ou qual aflição, lenindo nele as exulcerações físicas ou renovando-lhe o ânimo, com que o fortalece para as atividades redentoras.
Entretanto, a caridade que se restringe às oferendas transitórias, não poucas vezes pode ser confundida com filantropia, esse ato de amor fraterno e humano que identifica certos homens ao destinarem altas somas que se aplicam em obras de incontestável valor, financiando múltiplos setores da Ciência, da
Arte, da Higiene, do Humanismo...
(...) A caridade para ser praticada nada exige, e, no entanto, tudo oferece. Pode ser caridoso o homem que nada detém e é capaz de amar até ao sacrifício da própria vida. Enquanto que o filantropo se exalça, mediante o excedente de que salutarmente se utiliza, na preservação do bem, na edificação da beleza, na manutenção da saúde.
Para a legítima caridade é imprescindível a fé, sem o que não lobriga a transcendente finalidade.
Sem embargo, para a aplicação filantrópica basta um arroubo momentâneo, uma motivação estimulante, uma explosão idealista.
A caridade é sobretudo cristã e esteve sempre presente em toda a vida de Jesus, seu insuperável divulgador e expoente, porque repassava todas as suas doações com o inefável amor, mesmo quando visitado pelo impositivo da energia.
A filantropia, não obstante o valioso tributo de que se reveste, independe da fé, não se caracteriza pelo sentimento cristão, é irreligiosa, brotando em qualquer indivíduo, mesmo entre déspotas ou estroinas, vaidosos ou usurpadores, o que significa já avançado passo de elevação moral.
Enquanto uma é humilde e se apaga, ocultando as mãos do socorro e reconhecendo não haver feito tudo quanto deveria, a outra pode medrar arbitrariamente, recebendo o prêmio da gratidão e o aplauso popular, engalanada na recompensa da referência bajulatória ou imortalizada na estatuária e nos monumentos, igualmente transitórios...
Inegavelmente, é melhor para o homem promover, fazer, estimular o bem e desenvolver a felicidade geral, do que, disfarçando-se para fugir do dever de ajudar, através de falsos escrúpulos nada produzir, coisa alguma realizar.
Ideal, porém, seria o filantropo atingir a mais alta expressão do seu investimento, culminando na caridade que transforma o próprio doador como alguns hão logrado.
DESENVOLVIMENTO – O apóstolo Paulo, o incomparável pregoeiro das verdades eternas, melhor do que ninguém, escrevendo aos Coríntios a sua Primeira Carta, nos versículos 1 a 7 e 13 do capítulo XIII, definiu a caridade na sua máxima significação: “Mesmo quando eu falasse todas as línguas dos homens e a língua dos próprios anjos, se eu não tiver caridade serei como o bronze que soa ou um címbalo que retine; – ainda quando tivesse o dom da profecia, que penetrasse todos os mistérios, e tivesse perfeita ciência de todas as coisas; ainda quando tivesse toda a fé possível, até ao ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, nada sou. – E, quando houvesse distribuído os meus bens para alimentar os pobres e houvesse entregado meu corpo para ser queimado, se não tivesse caridade, tudo isso de nada me serviria.”
“A caridade é paciente; é branda e benfazeja; a caridade não é invejosa; não é temerária, nem precipitada; não se enche de orgulho; não é desdenhosa; não cuida de seus interesses; não se agasta, nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre”.
“Agora, estas três virtudes: a Fé, a Esperança e a Caridade permanecem; mas, dentre elas, a mais excelente é a Caridade”.
E determinou com incomparável sabedoria, sob superior inspiração alguns dentre os diversos Carismas, mediante cuja prática o cristão alcança plenitude de paz, na convulsão envolvente do caminho por onde evolue, no corpo somático: o de pregar e ensinar a verdade cristã – caridade do ensino; o dos auxílios a pobres e enfermos – caridade do socorro; o de curar – caridade para com a saúde...
CARIDADE E ESPIRITISMO – Escudando na caridade o recurso único, sem o qual o homem não consegue salvar-se, Allan Kardec penetrou as inesgotáveis fontes da Espiritualidade fazendo que a Doutrina Espírita tivesse como objetivo precípuo a salvação do Espírito, arrancando-o em definitivo da constrição das reencarnações inferiores, em cujos vaivéns se compromete para logo expungir e se desequilibra para depois se reorganizar.
Através dos complexos meandros da Ciência Espírita o investigador consciente e devotado culmina na certeza indubitável da indestrutibilidade da vida e da imortalidade; mediante as demoradas lucubrações pelas trilhas variadas da Filosofia Espírita compreende a lógica irretorquível da vida, mesmo diante dos aparentes disparates e aberrações da Lei como em face das mil incógnitas dos destinos, defrontando a justiça equânime, imparcial para com todos, a todos facultando os mesmos recursos de autoburilamento com a recuperação dos valiosos tesouros da harmonia interior; pelo inter-relacionamento com a Divindade de Quem se aproxima e a Quem se reivincula, pela Religião com que se afervora, acima das exterioridades frui o benefício da perfeita comunhão, com que se refaz e capacita para a felicidade real, indestrutível e plena.
Embora estabelecendo a necessidade de o homem promover e praticar a caridade material, necessária e de subida significação, propugna o Espiritismo, também e especialmente, pela caridade moral, a que exige melhores condições ao Espírito, portanto, mais importante, quando conclama aquele que a pratica à própria elevação com que se sublima e edifica interiormente.
Na sua execução não se cansa, não se exaure, não reclama, não se considera, tudo dá, mais do que dá: dá-se!
Jesus, culminando o Seu ministério entre os homens da Terra, após as incontáveis doações pela estrada da compaixão e da misericórdia, com que a todos socorreu e leniu, doou-Se, deu a vida na cruz como sublime legado de amor, inapagável luz de Caridade que passou a clarear os milênios porvindouros em fora, desde aquele momento. (2)
* * *
BIBLIOGRAFIA

1. XAVIER, Francisco Cândido. Fraternidade. O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 26. ed.Rio de Janeiro: FEB,
2006. Terceira parte. Perg. 344.
2. FRANCO, Divaldo Pereira. Caridade. Estudos Espíritas. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 7. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1999. Cap. 16.
3. PLANO DE AULA N.º 12 apostilha da FEB
JARDIM DE INFÂNCIA (5 e 6 ANOS)

MÓDULO III: CONDUTA ESPÍRITA–- VIVÊNCIA EVANGÉLICA