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HONESTIDADE

UMA PESCARIA INESQUECÍVEL


Ele tinha onze anos e, a cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago.

         A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.
         O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água.
         Logo, elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago.
         Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha.
         O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado, erguia o peixe exausto da água.
         Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada.
         O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras movendo para trás e para frente.
         O pai, então, acendeu um fósforo e olhou para o relógio. Pouco mais de dez da noite...
         Ainda faltavam quase duas horas para a abertura da temporada.
         Em seguida, olhou para o peixe e depois para o menino, dizendo:
         - Você tem que devolvê-lo, filho!
         - Mas, papai, reclamou o menino.
         - Vai aparecer outro, insistiu o pai.
         - Não tão grande quanto este, choramingou a criança.
         O garoto olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou embarcações à vista.
         Voltou novamente o olhar para o pai.
         Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza em sua voz, que a decisão era inegociável.
         Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura.
         O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu.
         Naquele momento, o menino teve certeza de que jamais pegaria um peixe tão grande quanto aquele.
         Isso aconteceu há trinta e quatro anos.
         Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido.
         O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais.
         Sua intuição estava correta. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite.
         Porém, sempre vê o mesmo peixe todas as vezes que depara com uma questão ética.
         Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de CERTO e ERRADO.

         Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa.
         A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos observando.
         Essa conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE À ÁGUA.
         A boa educação é como uma moeda de ouro:  TEM VALOR EM TODA PARTE.

Uma Pescaria Inesquecível, de James P. Lenfestey, do livro Histórias para Aquecer o Coração dos Pais, Editora Sextante
        
Segundo momento: conversar com os evangelizandos a respeito das atitudes dos personagens da história e suas conseqüências.
Sempre podemos escolher que atitude tomar. As nossas atitudes sempre têm conseqüências.
Ser honesto, não mentir, respeitar o que é dos outros são escolhas que fazemos todos os dias.
Não é Deus quem escolhe por nós.
Todos temos liberdade de escolha, também conhecida como livre-arbítrio.
Deus não é culpado pelas escolhas que fizemos. Logo Ele não é culpado pelo resultado das nossas atitudes erradas e nem pelas dificuldades que elas vão trazer no futuro.

Terceiro momento: os bens materiais são empréstimos de Deus. Devemos fazer bom uso deles. Também há liberdade de escolha na riqueza (auxiliar os outros) e na pobreza (não ter inveja, nem ciúme do que os outros possuem).

Quarto momento: pedir que as crianças citem outros exemplos de honestidade. Abaixo segue o relato de algumas situações que surgiram em nossa aula:
Devolver o troco que recebeu a mais.
Não colar nas provas.
Falar a verdade (é mais fácil perdoar a verdade do que a mentira).
Devolver o que encontrar perdido.
Não pegar as coisas ou roupas dos irmãos ou amigos escondido.
         Obs.: uma criança contou uma pequena história de um menino que sempre fingia que estava se afogando para que os outros o socorressem e quando as pessoas chegavam perto começava a rir. Um dia ele estava se afogando de verdade, gritou por socorro e ninguém socorreu, pois pensaram que ele estava brincando, acabou morrendo afogado.

Quinto momento: lembrar que tudo se resume na frase: Fazer aos outros o que desejamos que façam para nós.

Comentar:
Devemos ser honestos sempre, mesmo que ninguém esteja olhando.
Todos erramos às vezes, afinal, ainda estamos aprendendo, mas temos que nos perdoar e continuar tentando acertar.

Quando estamos com dúvida sobre que atitude tomar, é importante orar e pedir a ajuda da espiritualidade para seguir no caminho do bem (conversar com nosso espírito protetor).
         Obs.: a história poderá ser lida pelo evangelizador para que os evangelizandos reflitam sobre a mensagem. O importante é que a leitura seja clara e pausada, para que eles possam entender a mensagem, sem a necessidade de explicações complementares que entrecortariam a história.

Sétimo momento: solicitar que os evangelizandos realizem uma das duas tarefas abaixo:
         * Descrever uma situação que envolva o tema da aula (honestidade);
         * Fazer um desenho que represente uma atitude de honestidade.

         Prece de encerramento








No papel da mendiga

         Magali chegou da escola correndo e foi direto para o quarto. Dona Augusta estranhou, pois a filha sempre chegava sorridente, contando coisas.
         Logo chegou a filha mais velha, Carol, explicando que a irmã estava chateada porque na peça teatral da escola seria uma mendiga.
         - Magali não quer ser pobre - concluiu.
         Mais tarde, Dona Augusta observava as filhas, que brincavam perto dela. As bonecas eram muito ricas, preocupadas com as roupas novas que iriam vestir e sempre com muitas festas para ir. Perguntou então, quem eram as personagens da brincadeira.
         - Esta é Bebel, artista famosa. A outra é médica e aquela é uma modelo riquíssima respondeu Carol.
         - Esta aqui se casou com um milionário e não faz nada e esta - apontando para outra - mora num castelo.
         A mãe aproveitou, então, para explicar que mais importante do que ter muito dinheiro é ser uma pessoa honesta e ajudar os outros.
         - Mas ninguém gosta de ser pobre - lembrou Magali.
         - Pobreza não é defeito, filha. É apenas uma condição material passageira, afinal, todos nasceremos de novo, muitas vezes, em diferentes condições.
         Dona Augusta percebeu que as filhas ainda não tinham compreendido que o mais importante não é a casa, o carro, as roupas ou o dinheiro que temos nesta vida, mas sim nossa evolução espiritual. E completou:
         - Muitas coisas determinam o lugar e a família que nascemos: as pessoas com as quais precisamos conviver, as provas que temos que passar, o que nos propomos a fazer e aprender nesta vida e a maneira como usamos as condições materiais que tivemos na vida anterior, são alguns exemplos.
         Com muito amor, a mãe explicou que pobreza não é castigo, que Deus não privilegia alguns e que o Pai Maior nos dá oportunidades de aprendizado sempre, pois Ele nos deu a inteligência e a razão para adquirirmos recursos para estudar e termos uma vida mais confortável. Aos poucos, as garotas compreenderam que Deus não impede o progresso material, mas isso não deve ser o objetivo principal da vida.
         Dois meses depois, Dona Augusta foi assistir à peça de teatro da escola. Magali havia aceitado o papel de mendiga. Ela compreendeu que Deus é sempre justo e que cada encarnação é uma oportunidade de crescer no bem, independente da riqueza que possuímos, da família em que nascemos ou do lugar em que estejamos.
(Claudia Schmid)

by: Passatempo espirita/ Alice Lirio

HOMEM DE BEM

OBJETIVO

 Apreender a importância de ser um homem de bem;

 Compreender a importância do amor e da caridade;

  Perceber que sem elas, não estaremos seguindo os ensinamentos de Jesus.

 Conteúdo

Jesus como maior professor.
A importância do Homem de Bem.

  • Contar histórias (exemplo de como ser ‘bom’) “A prece de Nena”
  • Vídeo (exemplo de caridade) “ O casaco” 
  • Atividade de colorir Giz de cera, cola, lápis de cor.

Atividade 01: Introduzir o assunto conversando com as crianças sobre o que consideram boas e más ações
 Será que orar pela saúde de pessoas que amamos (papai, mamãe, etc.) é uma coisa boa?
Em seguida contar a história “A prece de Nena”, e conversar sobre a história para fixar a mensagem.

A prece de Nena


Eu me chamo Nena, moro com papai, mamãe e meus dois irmãos. 
Quando chegava a noite, antes de dormir, eu sempre reparava os meus irmãos fazendo prece e não entendia bem.
Então, um dia, eu estava brincando com minhas bonecas e papai chegou do serviço mais cedo, sem ninguém esperar, e ele espirrava, tossia, enfim, papai não parecia bem.
Perguntei à mamãe por que ele estava assim e ela me explicou que papai estava dodói, e me pediu para cuidar dele, dando muito carinho.
Então sentei ao lado de papai na cama e sem perceber comecei a orar. Pedi ao papai do céu que ajudasse meu pai a ficar bom logo. 
Mamãe viu minha prece e assim que papai ficou bom, dias depois, ela me explicou que eu deveria fazer outra oração, agradecendo a saúde que ele havia
recuperado, pois não devemos orar apenas para pedir coisas, mas também para
agradecer tudo de bom que acontece na nossa vida, como por exemplo, nossa família saudável e feliz.

Atividade 02:  Passar para as crianças o vídeo “O casaco” e buscar observar o entendimento das crianças sobre o filminho.
CLIQUE AQUI PARA VER O VIDEO

ATIVIDADE: DESENHO
https://criancasparajesus.wordpress.com/2009/08/29/menina-orando/

by: Alice Lirio



Honrar Pai e Mãe

OBJETIVO:

Levar o evangelizando a compreender a importância dos pais ou daqueles que tem responsabilidades sobre eles. Que devem amá-los respeitá-los e ter gratidão para com eles durante toda a vida, cumprindo o mandamento cristão do amor ao próximo.


Incentivação:

Descobrir o tema da aula - A Flor Dorminhoca
Escrever no miolo da flor:

”Honrar pai e mãe”. 

Colocá-la numa vasilha com água. 



Perguntar se elas sabem o que significa exatamente a palavra  “HONRAR”.


DESENVOLVIMENTO:

Que é honrar?

 É respeitar, amar, obedecer às orientações daqueles que tomaram perante o Alto, a responsabilidade do encaminhamento de um Espírito, adotando-o na condição de filho.

Deus colocou, entre Suas leis, essa que lembra ao filho o dever de gratidão para com aqueles que o receberam na Terra, deram-lhe um corpo, cuidaram da sua saúde, alimentaram-no, educaram-no, e o encaminharam no mundo, até que tivesse condições de dirigir a própria vida.

Lembra o Mandamento que, mais tarde, os filhos devem amparar os pais – ainda que sejam adotivos , servindo-os na velhice, pois estes muito trabalharam, sofreram e se dedicaram, anos a fio, para torná-los felizes e fazê-los progredir. Honrar pai e mãe é, assim, expressar gratidão, demonstrar amor filial. É, enfim, também cumprir o mandamento cristão do amor ao próximo.

HONRAR PAI E MÃE É:

AMÁ-LOS
RESPEITÁ-LOS
CUIDAR DELES COM MUITO AMOR E CARINHO E AGRADECER ETERNAMENTE O QUE ELES FIZERAM POR NÓS
É AJUDÁ-LOS NAS HORAS MAIS DIFÍCEIS.
É AGRADECER PELOS DIAS EM QUE NÓS PRECISAMOS DELES.

Observação:

Comentar que tem vários tipos de família e que umas são compostas por pai, mãe e filhos, outras de avós e filhos e tios, outras de irmãos, outras de pais com filhos adotivos.

E que devemos amar a todos e tratá-los com respeito, pois são eles responsáveis pelo pela educação. Família é quem cuida de você.Os pais tem um valor muito grande perante DEUS pois eles nos permitiram de nascer.

A Tirinha que emocionou o mundo

http://youtu.be/YfR779f7r8w

Os Mandamentos do Lar

http://youtu.be/29draZPNZEY

by: Alice Lirio

BICHINHOS NAS MÃOS DE BETINHO


Betinho era muito esperto e arteiro. Aprontava cada uma! Adorava jogar bola, andar de bicicleta, andar de skate, de patins, subir em árvores, brincar na lama, rolar na grama com seu cachorrinho de estimação… Enfim, o dia era curto para tudo o que Beto gostava de fazer. Mas, isto não tem nada de errado, não é mesmo? Toda criança com saúde e energia gosta de fazer tudo o que Betinho faz! O problema era que Betinho não gostava de lavar as mãos, nem mesmo depois de usar o banheiro.
- Filho, água não dá choque! Sua mão deve estar igual ao jardim zoológico, cheia de bichos! Você vai ficar doente – alertava a mamãe.
- Não estou vendo nada. Depois eu lavo – dizia Betinho olhando as mãos.
E lá ia brincar novamente. Na hora da comida, vinha correndo para a mesa e, somente depois de muita insistência da mãe, ia lavar as mãos. Mas se a mãe não estivesse por perto, pegava na comida com as mãos sujas, contaminando todo o alimento. Se os olhos coçavam, esfregava a mão suja neles. Se a cabeça cocava, esfregava as mãos sujas nela. Coçava também o ouvido e o nariz. Ai, ai, ai, Betinho! Ele não aprendia mesmo. Certa manhã, ao acordar para ir à escola, Betinho sentiu seus olhos coçando e doendo. Foi olhar no espelho e viu que estavam vermelhos e grudentos.
- Mãe, tô ficando cego! – gritou desesperado.
A mamãe veio e, olhando cuidadosamente, disse:
- Acho que é conjuntivite! Vamos no médico.
O médico olhou, examinou e constatou que realmente era conjuntivite.
- Betinho, você vai ficar alguns dias com os olhos doloridos e inflamados. Lave com bastante soro fisiológico e mantenha as mãos muito limpas.
Betinho escondeu as mãos do médico, pois não queria que ele as visse sujas. O médico desconfiou e falou:
- Você é mais um desses menininhos que não gostam de lavar as mãos?
Betinho balançou a cabeça, envergonhado. O doutor explicou:
- Betinho, quando não lavamos as mãos ficamos sujeitos a muitas doenças e infecções e aos vermes também. Imagine o monte de monstrinhos que você enfia na boca, no nariz, nos ouvidos, nos olhos. Eles acabam entrando em nosso corpo e fazendo o maior estrago. Se você tivesse higiene com suas mãos, talvez não tivesse pegado conjuntivite.
Betinho prometeu ao médico que iria mudar e que, a partir dali, teria higiene com suas mãos. E ele cumpriu a promessa. Seu corpo passou a ser mais limpo por fora e ainda mais por dentro!
APLICAÇÃO
Quando preciso lavar as mãozinhas?
  • Cada vez que você perceber que estão sujas,
  • Depois de usar o banheiro,
  • Depois de mexer com dinheiro,
  • Depois das brincadeiras,
  • Depois de jogar bola,
  • Antes e depois de comer,
  • Depois de brincar com seu animalzinho de estimação,
  • Depois de tossir ou espirrar,
  • Depois do recreio da escola,
  • Depois visitar um amiguinho ou familiar doente,
  • Depois de ajudar a mamãe ou o papai em algum trabalho da casa,
  • Ao voltar da rua após um passeio.
Como lavar as mãos?
  • Use água corrente e sabão líquido. Estes são os melhores materiais que as crianças devem usar para lavar as mãos.
  • Se não tiver água e sabão, use o gel de limpeza e toalha descartável.
  • Esfregue as mãos com força sob a água corrente por 20 segundos (conte até 20). Neste período, até 90% dos germes encontrados na mão são mortos.
  • Lave as costas das mãos, pulsos, dedos e unhas.
  • Tire todo o sabão.
  • Use toalhas de papel ou um secador de ar para secar as mãos.
  • Após lavar as mãos, não toque a torneira (toque-a com um papel nas mãos), o botão da descarga, nem o cesto de lixo.



HIGIENE



LIMPEZA E HIGIENE



Higiene


Quais são os cuidados que devemos ter com o nosso corpo físico?

         
http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/cuidadocorpo2boton3.gif Cuidados com a higiene: tomar banho, cortar as unhas e cortar os cabelos para manter a boa aparência, escovar os dentes ao acordar, antes de dormir e depois das refeições, lavar as mãos antes das refeições, ao usar o banheiro e ao chegar da rua ou sempre que estiverem sujas, etc.

         
http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/cuidadocorpo2boton3.gif Andar calçado: manter os pés calçados, evitando vermes e micróbios, que penetram no corpo, causando doenças; também evita pregos e caco de vidros.

         
http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/cuidadocorpo2boton3.gif Cuidados com a alimentação: comer somente o necessário, sem excessos. Ingerir comidas saudáveis, legumes, verduras, frutas, procurando comer vários tipos de alimentos. Lembrar que alimentar-se bem não significa comer muito. Evitar o excesso de guloseimas (chocolates, balas, salgadinhos). 

         
http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/cuidadocorpo2boton3.gif Cuidados com a saúde: tomar cuidado com a higiene e a alimentação, cuidar para não se machucar quando brincar, evitar o excesso de sol, tomar vacinas, praticar esportes para exercitar o corpo físico auxiliando para que ele cresça saudável e forte, ir ao médico e ao dentista periodicamente para possíveis prevenções e outras atitudes que contribuem para preservar a saúde do corpo físico.

         
http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/cuidadocorpo2boton3.gif Cuidados com nossa mente: ler bons livros e revistas. Assistir programação adequada para a idade: desenhos e filmes infantis (o evangelizador deverá explicar quais são os mais apropriados, ressaltando o perigo de assistir programas violentos e jogar jogos violentos no videogame). A higiene mental é muito importante para nossa saúde.

         Quinto momento - dinâmica: o evangelizador deverá levar uma cartolina com o desenho de uma árvore, poderá colocar como titulo “Arvore dos Desejos”. Mostrar o desenho para os evangelizandos e perguntar o que retrata.

         Colocar a cartolina em cima de uma mesa e pedir para que os evangelizandos continuem sentados até que um a um venha fazer o seu pedido. A chamada poderá ser feita por tamanho ou em ordem alfabética dos nomes.



         Ao colocar o cartaz sobre a mesa, o evangelizador deverá colocar nos galhos, vários tipos de frutas e algumas guloseimas do tipo: balas, pirulitos, bombons... e em seguida começar a chamar os evangelizandos, cada um deverá concluir a frase: “Eu desejo comer um(a)...” e retirar da arvore o que pediu. 

         O evangelizando deverá alertá-los que só poderão retirar uma única coisa e comer somente depois do término da aula.

         Quando todos já estiverem de posse de seus pedidos, o evangelizador deverá questionar individualmente a cada evangelizando, o porque da escolha e se o que escolheu faz bem para o seu corpo, justificando a resposta. Depois de todos apresentarem suas opiniões, o evangelizador deverá perguntar quais os cuidados que devemos ter com uma árvore e fazer a comparação de nossas necessidades físicas com a árvore, para que possamos crescer fortes e saudáveis para produzir bons frutos. 

         O evangelizador deverá reforçar a importância de sempre optarmos pelos alimentos naturais que trazem mais benefícios ao nosso organismo e dizer dos malefícios de alguns alimentos que algumas vezes preferimos, mas que são grandes inimigos do nosso corpo.

         Sexto momento: brincando e colocando em prática o que aprendeu. Nesse momento o evangelizador poderá escolher alguma brincadeira em que todos possam participar, para posteriormente, após o termino da mesma, conversar com as crianças sobre a utilidade de cada parte do corpo.

         Sugestões:

         
http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/cuidadocorpo2boton4.gif 01 – Adivinhações: o evangelizando que quiser vai à frente e tenta imitar um dos cuidados que devemos ter com o nosso corpo físico, para que seja adivinhada pelo grupo.

         
http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/cuidadocorpo2boton4.gif 02 - “Seja o Chefe”: uma criança realiza atividades de cuidados com o corpo e a turma imita.





O JACARÉ BOM PAPO - HONESTIDADE

Ideias e dicas: Contar historinhas

Uma idéia criativa e legal para prender a atenção das crianças é se vestir como um "contador de histórias". Pode ser uma roupa de época, como alguém que vivia nos tempos de Jesus, se for uma história bíblica. Um chapéu bem bonito, uma roupa colorida, ou até um dos personagens da própria história que você estiver contando, um herói, uma rainha, princesa ou príncipe. Vale tudo para impressionar os pequenos.
Certamente elas crianças irão adorar!

Outras dicas:
*Conte uma história que interessa ao nível da classe.
*É importante que as crianças estejam próximas ao professor, para isso use o círculo.
*Conheça bem a história. Não é bom que o professor vá para a aula sem antes se preparar.
*Faça sempre um planejamento de sua aula. Certamente você vai ver a diferença que dá preparar tudo com antecedência. A aula fica mais gostosa e tranquila e seus alunos aprendem mais.
*Dê ênfase às partes principais da história.
*Fale sempre em tom agradável, nem depressa;

Escolha da História

Constatada a importância da história como fonte de prazer para a criança e a contribuição que oferece ao seu desenvolvimento, não se pode correr o risco de improvisar. O sucesso da narrativa depende de vários fatores que se interligam, sendo fundamental a elaboração de um plano, um roteiro, no sentido de organizar o e desempenho do narrador, garantindo-lhe segurança e assegurando-lhe naturalidade. O roteiro possibilita transformar o improviso em técnica, fundir a teoria à prática.
O primeiro passo consiste em escolher o que contar.
Hora da História

Podemos dizer que o ato de contar histórias para as crianças está presente em todas as culturas, letradas ou não letradas, desde os primórdios do homem. As crianças adoram ouvi-las, e os adultos podem descobrir o enorme prazer de contá-las. Na Educação Infantil, enquanto a criança ainda não é capaz de ler sozinha, o professor pode ler para ela. Quando já é capaz de ler com autonomia, a criança não perde o interesse de ouvir histórias contadas pelo adulto; mas pode descobrir o prazer de contá-las aos colegas. Enfim, a “Hora da História” é um momento valioso para a educação integral (de ouvir, de pensar, de sonhar) e para a alfabetização, mostrando a função social da escrita. O professor pode organizar este momento de diversas maneiras: no início ou fim da aula; incrementando com músicas, fantasias, pinturas; organizando uma pequena biblioteca na sala; fazendo empréstimos de livros para que as crianças leiam em casa, enfim, há uma infinidade de possibilidades.

A IMPORTÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DA CRIANÇA*

Um dos papéis da literatura é ajudar a criança a compreender o mundo e a si mesma, a construir sentidos para a vida. Lidando com a imaginação, com a fantasia - faculdades que a criança domina bem - e contando com o arranjo artístico da linguagem, a literatura fala diretamente ao inconsciente da criança, explicando para ela coisas que não conseguiria entender de outra forma. A história de Joãozinho e Maria, por exemplo, pode mostrar à criança que ela é capaz de enfrentar (e vencer) o medo; que, mesmo estando numa situação difícil, com inteligência e discernimento ela poderá achar uma solução.

Através da literatura, a criança entra em contato com emoções, sentimentos e questões existenciais: “em suas narrativas afetuosas eu descobria o contraditório, o medo, o desejo, o ódio, a insegurança, sentimentos comuns a todos nós”. (Queirós, 1996: 24). E, de acordo com o escritor Ricardo Azevedo, esses são assuntos “sobre os quais não tem cabimento dar aula”:

 “… a morte, a busca do auto-conhecimento, a amizade, a alegria, os afetos, as perdas, o desconhecido, o imensurável (o gosto, o prazer, o amor, a beleza etc.), a busca da felicidade, a astúcia, o ardil, os sonhos, a dupla existência da verdade, a relatividade das coisas, a injustiça, o interesse pessoal versus o coletivo, o livre arbítrio, a passagem inexorável do tempo, o paradoxal, o conflito entre o velho e o novo etc.” (Azevedo)

Outro fator importante é a questão do desenvolvimento da criatividade. A literatura explora muito a sensibilidade, a imaginação; e as crianças que crescem em contato com a literatura – tendo sua sensibilidade e imaginação explorada – conseqüentemente se tornam mais capazes de imaginar. E imaginar é pensar, é raciocinar - o que leva tanto à criatividade quanto à criticidade. 

Histórias falam direto ao coração. Elas entram e vão se acomodando. E o coração se exalta, se exulta, se acalenta. Fica cheio de satisfação e enternecimento. (Carmélia Cândida)

A contação de histórias e o desenvolvimento emocional da criança
Os contos de fadas atualizam ou reinterpretam, em suas variantes ,questões universais como a formação dos valores,misturando fantasia e realidade no clima do ERA UMA VEZ...’’
As ansiedades e eventuais problemas de angústia do cotidiano são supostamente bastante profundas, e é justamente no enriquecimento de seus recursos internos para enfrentá-las que as histórias infantis são um benefício.
Como ser um contador?

“Não existe fórmula mágica”
1. Escolha uma história de que você deseja contar e que a tenha lido muitas vezes;
2. Conte para alguém antes de contar para todo o mundo;
3. Faça um relaxamento, respire e concentre-se;
4. Feche os olhos e imagine o cenário, os personagens, o tempo...
5- Prepare as crianças, motivando –as com uma conversa introdutória. (“Hora do conto”);
6- Mostre o livro fale (se quiser) do autor;
7- Combine se vai haver interrupção ou não, depende de você;
8- Tenha cuidado com sua postura e os
vícios de linguagem;
9- Antecipe um pouco do tema e associe com a vida;
10- Leia ou conte de memória com expressividade;
11- Intercale , quando for o caso, com cantigas;
12- Prenda a atenção usando um tom de voz agradável;
13- Diferencie a voz dos personagens;
14- Faça sons e onomatopeias imitando os personagens e os acontecimentos;
15- Crie suspense;
16- Delimitar pelo tom de voz o desenvolvimento da história com tons para a introdução, desenvolvimento, clímax e final;
17- Usar novas palavras para o enriquecimento do vocabulário infantil;
18- Seja natural, deixe falar o seu coração e seduza o ouvinte para que ele deseje ouvir novamente.
Que histórias contar?
CONTOS DE FADAS
CONTOS MARAVILHOSOS
FÁBULAS
LENDAS
MITOS
CAUSOS
Porque contar histórias? (benefícios)
“ O culto do livro passa pela tradição oral” - Daniel Pennac.
Contar histórias é a mais antiga das artes.
Ø Segurança;
Ø Troca afetiva;
Ø Desenvolvimento da criatividade e da linguagem;
Ø Deleitar a criança;
Ø Infundir o amor à beleza;
Ø Desenvolver sua imaginação;
Ø Desenvolver o poder de observação
Ø Ampliar experiências;
Ø Desenvolver o gosto artístico;
Ø Estabelecer uma ligação interna entre o mundo da fantasia e o da realidade;
No sentido da língua as histórias oferecem:
Ø Enriquecem a experiência;
Ø Desenvolvem a seqüência lógica;
Ø Esclarecem o pensamento;
Ø Educam a atenção;
Ø Desenvolvem o gosto literário;
Ø Fixam e ampliam o vocabulário;
Ø Estimulam o interesse pela leitura;
Para ser um contador de histórias, não é necessário ter dom, como muitas pessoas afirmam, mas é necessário sensibilidade e poder de encantamento. Assim, para se contar uma história sugerimos:
· O conhecimento antecipado do texto (escrito ou imagético, impresso ou eletrônico), observando os elementos que o compõe, vivenciando as emoções e familiarizando-se com os personagens;
· A escolha de um texto que dê prazer, para que se possa transmiti-lo com prazer;
· A utilização de "senhas" para iniciar e terminar a história. Alguns exemplos:
NO INÍCIO

"Era uma vez ... "
"Há muito tempo atrás ..."
"No tempo em que os bichos falavam ..."
"No tempo em que a galinha tinha dentes..."
"Numa floresta muito distante ..."

NO FINAL

Entrou por uma porta
Saiu pela outra
Quem quiser que conte outra
Entrou por uma porta
Saiu pela outra
Mande el rei, meu senhor
Que me conte outra.
Entrou pelo pé de um pinto
Saiu pelo pé de um pato
Mande el rei, meu senhor
Que conte quatro.
Minha história acabou
Um rato passou
Quem o pegar
Poderá sua pele aproveitar.
E assim terminou a história...

ALGUMAS DICAS PARA UM CONTADOR DE HISTÓRIAS
  • Haja com naturalidade;
  • Opte por ler ou por contar a história, sem mesclar;
  • Não esconda as palavras difíceis. Se o ouvinte for criança fale a palavra naturalmente, caso seja um objeto ou personagem fora de contexto, brinque com a palavra antes de iniciar a história. Ex: urinol;
  • Evite utilizar a linguagem no diminutivo, "apequenando" o ouvinte; Ex: Criancinhas, eu vou contar uma histórinha deste livrinho, mas antes vamos cantar uma musiquinha;
  • A história não deve ser utilizada para dar lição de moral ou para corrigir comportamentos;
  • Não apresente apenas histórias "fechadas", pelo contrário utilize-se de histórias com facetas contraditórias. Ex: Branca de neve (branca e bonita) Menina bonita do laço de fita - Ana Maria Machado (negra e bonita);
  • Quando possível utilize músicas e cantigas, porque elas seduzem as pessoas em qualquer faixa de idade;
  • Apresente diferentes versões de uma história, porém antes de iniciar, informe ao ouvinte, pois em especial as crianças menores, não admitem alterações;
  • ENFIM: faça do ato de contar histórias um momento prazeroso.

 recebi do tio Ito por email.