O AMOR COLOCADO EM PRÁTICA




 Objetivos: Mostrar que o amor é a força que move o universo; ajudá-los a perceber a necessidade de que o amor se manifeste em atitudes práticas; levá-los a refletir sobre o amor de Deus e de Jesus pela humanidade; debater, a partir de situações práticas, como podemos manifestar amor pelo próximo.
Musicas para harmonizar:
Prece inicial
Primeiro momento:
  • Diálogo: Todos vocês amam alguém, certo? O que é o amor?* Deixar que manifestem suas opiniões.
  • É difícil definir um sentimento tão grandioso com poucas palavras. Podemos dizer que o amor é um conjunto de bons sentimentos, um querer bem, um afeto real e grande, um desejo de servir e fazer o bem.
  • Mas será que o amor se manifesta de uma forma apenas? Só existe aquele amor romântico que aparece nas histórias e novelas? (Após ouvi-los, comentar que há muitas formas de amor)
  • Existe o amor de Deus por todos nós. O universo todo é uma prova de amor do criador pelas suas criaturas. Deus faz o Sol nascer para bons e maus, dá alimento aos animais, o ar as plantas, a água para a humanidade; ao homem, a inteligência e o livre-arbítrio, que é a liberdade de decidir seus atos, para que possa ter o mérito pelas suas escolhas corretas e a responsabilidade pelas ruins. Há também o amor de Jesus por todos nós. Foi por amor que o Mestre veio nos ensinar a amar, perdoar, ser caridosos, dar valor aos bens do espírito, não julgarmos... O amor do Cristo pela humanidade é tão grande, que ele está conosco desde a formação do planeta epermanecerá dirigindo esse globo até que todos nós evoluamos. Existe também o amor maternal, o paternal, o fraterno, o romântico, o amor a uma causa, aos animais, a natureza... Há também, é claro, o amor a Deus, a Jesus e aos bons espíritos. Todas as manifestações reais de amor são benéficas, para quem dá e para o que recebe.
  • E Jesus, o que nos ensinou sobre o amor? (Incentivar a participação de todos) O nazareno nos ensinou que toda a lei divina pode ser resumida em dois mandamentos: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Através da parábola do Bom samaritano, ensinou-nos que podemos ser o próximo de qualquer pessoa, que a caridade e o bem não escolhem momento, cara do beneficiado, condições ou circunstâncias. Jesus nos instrui a amar mesmo os nossos inimigos. Claro que não temos, ainda, como dedicar àqueles que não gostam de nós o mesmo afeto que oferecemos aos que nos tratam bem. Quando Jesus fala para amarmos nossos inimigos, quer nos incentivar a orar por eles, não persegui-los, ajudá-los no que for possível e não guardar rancor. Cristo ainda nos ensina a amar aqueles que erram. Ele nunca teve uma palavra de condenação para aqueles que não cometem equívocos de má-fé. Ele ensinou-nos também o amor à verdade, quando nos falou que o conhecimento dela nos libertará. Além de tudo isso, mostrou-nos que Deus é o pai de amor, não o senhor dos exércitos.
  • Vocês acham que quando amamos alguém basta que digamos isso a pessoa amada? Se dissermos amar um amigo, mas não estamos com ele nos momentos de dificuldade, não o tratamos bem, quando ele não está em condições de ser muito legal conosco, não procuramos ajudá-lo em nada, não procuramos fazer a vida dele mais feliz, então nosso amor é apenas da boca para fora. Com sua vinda a Terra, Jesus provou, com atitudes, que ama a humanidade, porque demonstrou seu interesse de nos ajudar a evoluir. Não adianta falarmos que amamos essa ou aquela pessoa, nossa religião, a natureza e a verdade, se nossas ações não provam isso. Jesus nos disse para fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem e não fazermos a eles o que não quereríamos que fosse feito a nós. Com base nesse ensinamento, vamos analisar agora várias situações práticas do dia-a-dia, buscando encontrar as soluções mais de acordo com ele.

 Segundo momento: Levar para eles as situações abaixo. Pedir que leiam em voz alta e procurem encontrar alternativas de ação para os envolvidos, de acordo com o que aprendemos na aula.

Situações:

 1. Mário saiu com a avó e a mãe para um passeio. Foram ao parque de diversões e ele andou em vários brinquedos. Depois Mário decidiu que queria comer sorvete, mas estava gripado e sua mãe não permitiu. O menino se emburrou e passou o resto da tarde reclamando e brigando com a mãe e a avó, impedindo que elas aproveitassem o passeio.
2. Rafael estava em um aniversário na casa de Antônia. Entrou sozinho em uma sala escura e, sem querer, derrubou um vaso azul, que estava sobre a mesa. Quando a mãe de Antônia ouviu o barulho do vaso quebrado, entrou na sala, mas não havia mais ninguém. Perguntou, então a Rafael, que estava próximo a porta da sala, se ele sabia quem tinha quebrado o vaso. Rafael disse que não tinha sido ele, mas que tinha visto Pedro e Henrique saírem da sala depois de ouvir o barulho do vaso quebrado.
3. João saiu com Paulo e Thiago para ir ao cinema. No caminho pararam no Armazém de seu Joaquim. Paulo e Thiago pegaram, cada um, duas barras de chocolate, sem que o dono do Armazém percebesse. João ficou surpreso e tentou alertá-los de que aquela atitude estava errada. Paulo e Thiago riram de João, chamando-o de covarde por não ter roubado nada. João acabou voltando para casa sozinho, sem ir ao cinema, bastante preocupado com a atitude de seus companheiros.
4. Matheus está arrumando seu quarto com a ajuda da mãe. As duas separaram uma porção de brinquedos com que Matheus não brinca mais há muito tempo. A mãe de Matheus pediu que a menina trouxesse uma sacola para colocar os brinquedos que a menina não usa mais, a fim de que possam levar até o Centro Espírita, onde serão doados para crianças carentes. Quando Matheus trouxe a sacola, disse que não queria dar os brinquedos que haviam sido separados, pois gostava muito deles e não queria que mais ninguém brincasse com eles. A menina queria que eles ficassem guardados no guarda-roupa, pois sabia que não iria mais brincar com eles, mas eram muito bonitos e ela queria guardá-los.
5. Na casa de Ana a família faz o Evangelho no Lar todas as sextas-feiras, às 9 horas da noite. Nesta semana, Antônia não queria participar do Evangelho porque tinha ganhado um jogo novo e queria continuar brincando. A mãe de Ana disse que a menina tinha que participar e a garota teve que obedecer. Durante a realização do Evangelho no Lar Ana não quis fazer a prece, nem a leitura e ficou o tempo todo empurrando o irmão menor.
6. A turma de Antônia está fazendo uma prova de matemática. Antônia não sabe a resposta da última questão. Ela olha para a prova de Clarissa e vê que a menina já respondeu a última questão. Antônia olha mais uma vez e consegue ver a resposta da colega. Clarissa não percebe o que Antônia fez, mas Gil, que está sentado ao lado de Clarissa, vê tudo.
Terceiro momento: Conclusão:
Fomos criados por Deus em um ato de amor, para que, amando, cumpramos nossa parte na sua obra. É o amor, não o dinheiro, que move o universo. É por amor que são feitos os maiores gestos de carinho, amizade e solidariedade. É o amor por alguém que tira das trevas enorme número de espíritos sofredores. O amor faz a vida ter mais sentido, dá razão de ser aos sacrifícios e ao esforço no bem. Entretanto, não basta dizermos que amamos, se não demonstramos isso com atitudes práticas. Quando amamos alguém, o melhor que temos a fazer é tentar tornar mais feliz a vida dessa pessoa. Hoje, ainda é muito difícil para nós amar a todos, mas o objetivo nosso é chegar ao amor universal, a percepção de que, sendo todos filhos de Deus, somos todos irmãos, ligados pelo amor do mesmo pai. Amar se aprende amando, portanto o amor, para se tornar mais forte e purificado, deve ser exercitado. É para aprender a amar que estamos na Terra. Se nos esforçarmos por sermos mais amorosos com todos, certamente nossas ações serão melhores, porque o amor não pode dar motivo senão ao bem. Muita gente se queixa de que não é amada, mas não se esforça para amar mais. Quanto mais amamos, mais temos chance de ser amados. O amor forma uma corrente energética positiva. Quanto mais à humanidade amar, mais será feliz, porque o amor é contrário às más inclinações, ao que existe de ruim em nós. É a falta de amor que gera o egoísmo, a discriminação, a violência, o uso de drogas e os crimes.

Quarto momento: Distribuir aos evangelizandos atividade escrita.


ATIVIDADE

1. ESCREVA AS RESPOSTAS DAS PERGUNTAS NO BALÃO:

Todos vocês amam alguém, certo? Mas o que é o amor?
O amor se manifesta de uma forma apenas? Só existe
aquele amor romântico que aparece nas histórias e novelas?



2. Jesus então contou uma parábola. Siga a ordem das 
gravuras e descubra-a.






Que Parábola (história) é essa que Jesus contou? O que ela nos ensina?
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3. Quando amamos não basta apenas falar. O amor exige demonstrações e práticas. Identifique-as abaixo.

(Desconheço a fonte e autoria. Conteúdo sofreu adaptações)

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