Família – liberdade e limites




Primeiro momento: contar a história Liberdade e limites na família usando fantoches de dedo, gravuras coladas no quadro ou álbum seriado. Em nossa aula usamos o “Kit Avental” – é um avental feito de feltro que o evangelizador veste e vai contando a história e colando os personagens no próprio avental. Eles podem ser feitos de feltros com velcro ou de papel mais grosso, como cartolina ou cartão e colados com durex mais largo. Utilizamos desenhos de bonecos tipo palitos que são fáceis de desenhar. Veja abaixo os modelos e a história.
Segundo momento - questionar aos evangelizandos:
§ Qual o ensinamento dado pelo pai?
§ O que fez a família a partir desse ensinamento?
§ Falar sobre as regras de cada família e de cada escola.
§ O que é necessário em uma família para haver harmonia no lar?
Terceiro momento: confeccionar uma flor onde no centro (miolo), se escreverá a palavra FAMÍLIA e nas pétalas se escreverá o que é necessário uma família possuir para que todos os membros possam conviver em harmonia (cada aluno escreverá o que julgar necessário para que isso se realize). Após, efetuar a dobradura das pétalas, colar um pedacinho de imã para fazer um enfeite de geladeira. Veja abaixo modelo de flor.

 Quarto momento: escrever no quadro os sentimentos ou valores escritos nas flores, marcando com um X ao lado dos que aparecem mais vezes para ver qual sentimento eles acharam mais importante.
Prece de encerramento
Modelos:
História:

Liberdade e limites na família
Em uma casa humilde vivia a família do seu Luís. Apesar das dificuldades viviam felizes, cada um com seus afazeres ou tarefas que lhes eram atribuídas.
Certo dia, Aninha, a filha mais velha, então com dez anos, chamou seus irmãos e lhes disse:
- A partir de hoje só eu posso entrar no quarto de dormir, pois vocês só bagunçam e não ajudam a arrumar. E traçou uma linha imaginária no chão perto da porta dizendo aos irmãos que eles não poderiam ultrapassar aquele limite sem que ela autorizasse.
Roberto com oito anos disse, então, que ninguém poderia entrar na cozinha, pois era ele que lavava a louça do café, e repetindo o gesto da irmã traçou também uma linha imaginária no chão dizendo que a partir daquele momento a cozinha seria um espaço só dele, que estava proibida a entrada dos irmãos sem a sua permissão.
Júnior, o caçula de quatro anos, olhou para os dois e sem compreender direito o que estava acontecendo foi até o banheiro e fez com o pé o mesmo gesto dos irmãos.
Dona Amélia, que a tudo observava, ficou em silêncio, dirigindo-se a lavanderia para realizar suas tarefas.
De repente, Aninha lhe chamou, dizendo que estava com sede, mas Roberto não lhe deixava entrar na cozinha para pegar água.
Roberto, por sua vez, necessitava usar o banheiro e Júnior não o deixava entrar. Júnior queria tirar a sua sonequinha e Aninha lhe barrava a entrada no quarto.
Dona Amélia chamou seu Luís, que estava trabalhando no jardim e lhe explicou o que estava acontecendo.
Seu Luís pensou um momento, e convidou a todos a se dirigirem até a sala, pois necessitavam conversar.
Com muita calma falou aos filhos que, a cozinha, o banheiro e os demais cômodos da casa eram de todos os que viviam naquele lar, que quem tinha sede ou fome poderia usar a cozinha, que quem necessitasse ir ao banheiro assim deveria fazê-lo, bem como todos poderiam usar o quarto, que era compartilhado pelos três, no momento que desejassem repousar. Disse-lhes que tudo na vida possui regras e que todos devem cumpri-las para não haver bagunça. Que cada um deveria cuidar da sua tarefa e respeitar o trabalho do outro, fazendo uso da liberdade com responsabilidade.
Foi então que eles resolveram realizar uma reunião familiar, uma vez por semana, para discutir as regras e, se necessário, criar outras novas dentro das necessidades, para o bom convívio em família.
Adaptação da história “As regras do Jogo” do Roteiro Sugestivo para os encontros de Estudo FERGS
- Modulo 3 – Conduta Espírita – Vivência Evangélica.
Ciclo: 2º da Infância.
 Modelo de flor:


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