ALLAN KARDEC


SEMANA ALLAN KARDEC

Objetivo – mostrar para o evangelizando a importância de Kardec na Doutrina e sua missão Desenvolvimento – começar com a dinâmica da “carta enigmática”. A carta terá como conteúdo um pouco da vida de Kardec não citando seu nome para que eles adivinhem o tema da aula. Peça que um evangelizando leia a carta para comentarmos sobre Kardec. Com a dinâmica, o conhecimento sobre a vida de Kardec será mais atraente. Missão de Kardec: divulgar a Doutrina dos Espiritos. Através do Pentateuco podemos estudar a Doutrina para nos evoluir e praticar os exemplos do Cristo.

Carta enigmática

Nasceu em 03 de outubro de 1804, na cidade de Lião, na França. Era um __________________muito inteligente, estudioso, pesquisador, poliglota, autor de diversos __________________ e professor de várias disciplinas. Em 06 de fevereiro de 1832, casou-se com a senhora Amélie Gabrielle Boudet, nascida em 23 de novembro de 1795. Ela era uma ____________muito culta, inteligente, autora de livros e também _______________. O casal não teve filhos. Em 1854 ouviu falar, pela primeira vez, nas ___________girantes. A Europa e muitas outras regiões viam-se envolvidas por estranhos fenômenos. Só se ouvia falar, por toda parte, das mesas girantes, que se moviam em diversas _____________e salões e, inclusive, respondiam a _______________por meio de pancadas. Como pesquisador e estudioso, se pôs a examinar tais fenômenos, descobrindo que eram provocados por inteligências invisíveis (os espíritos), através de uma faculdade inerente ao ser humano, que ele chamou de “mediunidade”. Pesquisando os fenômenos mediúnicos, recebeu muitas informações dos ________________ sobre o chamado “plano espiritual”. Desencarnou em Paris, na França, em 31 de março de 1869, aos 65 anos, em decorrência da ruptura de um aneurisma, tendo sido enterrado em 02 de abril. Sua esposa viveu até 1883, ano em que, a 21 de janeiro, desencarnou na idade de 89 anos.

Quem é ele? ________________________________ 

A MEDIUNIDADE A SERVIÇO DOS SEMELHANTES


LIVRO: ESTANTE DA VIDA

Certo homem, que se reencarnara a fim de educar-se em duras provas, quais sejam enfermidades, abandono e solidão, montou a choupana que lhe serviria de casa à beira de estrada deserta e poeirenta, a cavaleiro de fundo vale, onde uma fonte permanente mantinha no chão seco larga faixa de verdura.
Viajores iam e vinham e, fôssem eles ocupantes de carruagens, ou simplesmente pobres romeiros a pé, ei-los que paravam junto ao casebre, contentes e agradecidos por encontrarem, ali, com o homem solitário, uma bênção muito rara na região: a água pura.
O ermitão, em demonstrações de bondade incessante, várias vezes, diariamente, descia a encosta agressiva até o manancial e enchia o cântaro, regressando vereda acima, tão só no intuito de oferecer água cristalina aos viajantes diversos.
Na faina de auxiliar, entrou em contacto com um Espírito angélico a quem o Senhor incumbira de velar por todos os que transitassem pela extensa rodovia, e o eremita, profundamente emocionado e feliz, passou a chamar-lhe Anjo da Estrada.
Estabeleceu-se para logo, entre os dois, suave convívio. Nenhum dos passantes lhe via o celestial companheiro; entretanto, para o solitário, aquele benfeitor espiritual se transformara em presença sublime. Se cansado, eis que o Anjo lhe restaurava as energias; se doente, recebia dele o remédio salutar. Se triste, recolhia-lhe as exortações confortativas e, quando em dúvida sobre doenças e dificuldades naturais do cotidiano, tomava-lhe as sugestões tocadas de amor. O Amigo do Céu descia com ele até à fonte, tantas vezes quantas fôssem necessárias, ajudava-o a transportar o grande vaso cheio, narrava-lhe histórias das Mansões Divinas, recobria-lhe a alma de tranqüilidade e júbilo sereno.
O tempo rolou e trinta anos dobraram sobre aquela amizade entre duas criaturas domiciliadas em mundos diferentes.
A estrada era sempre uma estalagem da Natureza, albergando viajores que se renovavam constantemente, mas o ermitão, conquanto satisfeito, mostrava agora a cabeleira branca e os ombros caídos.
Certa feita, um homem prático, de passagem pelo lugar, em lhe enxergando a cabeça vergada ao peso do cântaro bojudo, observou-lhe, conselheiral:
- Amigo, porque um sacrifício assim tão grande? Não seria melhor e mais justo transferir a casa para a fonte, ao invés de buscar a fonte para casa?
O doador de água estremeceu de alegria. Como não pensara nisso antes? Da idéia à realização mediaram poucos dias... No entanto, em carregando o velho material da velha choca para a reentrância do vale, ei-lo que vê o amigo angélico em lágrimas copiosas...
- Anjo bom, porque choras?
E a resposta veio célere:
- Pois, então, não percebes? Concedeu-me o Senhor a tarefa de proteger as vidas de quantos se arriscaram na estrada... Enquanto lá te achavas, oferecendo água límpida aos que viajam com sede, tinha eu a permissão de trocar contigo as bênçãos da amizade. Mas agora... Se preferes o menor esforço, é forçoso que eu me resigne a distância de ti, esperando que alguém se decida a cooperar comigo, junto dos viajores que me cabe amparar na condição de zelador do caminho!...
O eremita não hesitou. Suspendeu a mudança, tornou ao lugar primitivo, retomou a sua venturosa paz de espírito ao pé da multidão anônima a que prestava serviço, e preferia trabalhar e ser feliz, em companhia do mensageiro celeste. Com quem partiu para o Mais Além, no dia em que lhe surgiu a morte do corpo.
***
Como é fácil de ajuizar e de ver, meu caro amigo, abençoe a sua possibilidade de dessedentar os peregrinos da romagem terrestre com as águas puras de fé viva, esclarecimento, pacificação e consolo, sem se fixar nos eventuais sacrifícios que isso lhe custe. Você compreenderá, um dia, que vale muito mais livrar-se alguém de aflições e tentações, junto dos Espíritos Benevolentes e Amigos, que viver à conta de nossas próprias imperfeições das existências passadas, e que é muito melhor desencarnar sofrendo, mas servindo ao próximo, em favor da própria libertação espiritual, que ter de acompanhar o desgaste repelente do corpo, a pouco e pouco, em facilidade e descanso, para afundar, de novo, no momento da morte, na corrente profunda de nossas paixões e desequilíbrios.
IRMAO X







Fábula da convivência



Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais, não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.
Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinho, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...
Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.
Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor!
É fácil conviver com pessoas, difícil é formar uma equipe!

(Autor desconhecido)

Para sermos uma equipe, "precisamos descobrir a alegria de conviver"
(Carlos Drummond de Andrade)




A TEIA DA AMIZADE





Material:
Um rolo (novelo) de fio ou lã.

Como Fazer:

1. Dispor os participantes em círculo.
2. O coordenador toma nas mãos um novelo (rolo, bola) de cordão ou lã.
3. Em seguida prende a ponta do mesmo em um dos dedos de sua mão.
4. Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo. Assim, logo após se apresentar brevemente, dizendo que é, de onde vem, o que faz etc, joga o novelo para uma das pessoas à sua frente.
5. Esta pessoa apanha o novelo e, após enrolar a linha em um dos dedos, irá repetir o que lembra sobre a pessoa que terminou de se apresentar e que lhe atirou o novelo.
6. Após fazê-lo, essa segunda pessoa irá se apresentar, dizendo quem é, de onde vem, o que faz etc...
7. Assim se dará sucessivamente, até que todos do grupo digam seus dados pessoais e se conheçam.
8. Como cada um atirou o novelo adiante, no final haverá no interior do círculo uma verdadeira teia de fios que os une uns aos outros.

Comentários:Pedir para as pessoas dizerem:

- O que observaram;

- O que sentem;

- O que significa a teia;

- O que aconteceria se um deles soltasse seu fio etc.

Mensagem:
Todos somos importantes na imensa teia que é a vida; ninguém pode ocupar o seu lugar.

CIDADANIA


UM LINDO GIBI DA TURMA DA MONICA SÓ CLICAR:
http://www.4shared.com/rar/dw4T-VHL/cidadania_-_turma_da_monica.html

REGRAS