AMIZADE

PERIQUITO  CURRUPACO
Era uma vez um periquito chamado Currupaco. Vivia em uma árvore muito alta e ele era conhecido como Currupaco porque lá de cima, além de falar muito, ele ficava debochando dos outros animais das redondezas. Certo dia, Currupaco via a Dona Pata, esbaforida, espantando algumas moscas que estavam a atormentar:

         - Saiam para lá, suas moscas , vão embora! Vocês estão atrapalhando o meu trabalho!

         O periquito achou aquilo muito engraçado e começou a imitar a Dona Pata, brincando de sombra e repetindo tudo o que a pobre patinha falava:

         - Pare de me imitar, seu periquito metido! - falava Dona Pata, sem nada adiantar, pois ele havia adorado a nova brincadeira.

         As moscas foram embora e Currupaco, após se cansar também partiu.

         O sábio babuino Roni, que era uma macaco muito inteligente, estava vendo tudo e resolveu falar com Currupaco:


         - Meu amiguinho! Por que você faz isto com Dona Pata, e com todos os outros animais desta floresta? Eu estive observando que você debocha, ironiza, atrapalha a vida de todos. Não é assim que devemos agir! Currupaco pouco se importou com o que o babuino falava, e também começou a imitá-lo. Roni se retirou, mas antes deixou uma mensagem:

         - A amizade não se compra. Temos que conquistá-la com carinho e respeito. Assim você nunca terá amigos. E fez uma pergunta que deixou o periquito pensativo:

         - Você tem amigos?

         Depois de muito refletir, Currupaco se deu por conta de que o macaquinho tinha razão, pois até hoje ele não havia conquistado um amiguinho sequer.


         - Primeira coisa, pensou consigo mesmo, vou pedir desculpas a quem eu magoei. Depois, vou tratar bem a todos os meus irmãozinhos animais, não repetindo os erros que eu cometi até então. E também vou ajudar a todos que precisam de auxílio.

         Fazendo isso, em pouco tempo, Currupaco tinha a amizade de todos na região. E ele aprendeu que era muito mais feliz agindo assim, no bem e na caridade, do que maltratando os outros.
 historia de Camille Scholl


ilustração Eduarda Johann Scholl

Espíritos Protetores




Objetivo: A criança deverá desenvolver um sentimento de segurança maior perante a Vida e sentir-se estimulada à prática do bem, pela certeza no amor de Deus, que nos concede a bênção de termos Espíritos Amigos a nos ampararem e inspirarem em Seu nome.

Referências bibliográficas:
Lucas, 1:11; Mateus, 26:53 e 28:2
ESE cap. XXVIII, 11 a 24; LE itens 489 a 522
O consolador, perg. 226

Aula:
a) Incentivação Inicial: Iniciar um diálogo com as crianças, com perguntas por exemplo: quem toma conta de vocês? Quando vocês estão tristes, quem os ajuda? Quando fazemos algo errado, quem nos chama a atenção? Quando nosso pai, mãe, avó, avo, tio, tia, etc não está por perto, será que ninguém está nos olhando, nos protegendo?

b) desenvolvimento: Contar a história do Chiquinho, vamos ouvir?

Chiquinho e o Anjo da Guarda

Este é Chiquinho (mostrar ilustração)
Chiquinho é um menino alegre, muito bonzinho, Ele mora com o seu pai em uma casa no alto do morro. Sua mãe já desencarnou, assim são apenas ele e seu pai. E, como seu pai não ganha muito bem, Chiquinho o ajuda vendendo jornais depois da aula.
Vamos ver como é um dia na vida de Chiquinho?
Ele acorda cedinho, faz sua prece, se apronta e toma uma xícara de café com um pedacinho de pão. Depois ele vai para a escola, que é muito longe. Ele terá que atravessar ruas e ruas, algumas desertas , o que é perigoso. Mas, Vejam só... parece que Chiquinho não está sozinho (mostrar uma ilustração que corresponda a Chiquinho e um espírito "invisível) ) quem será este que o acompanha e parece estar tomando conta dele? não é seu pai... também não é seu tio...
É alguém diferente, alguém que Chiquinho não pode ver.. quem será? (deixar as crianças darem suas respostas)
Pois é, é um espírito, é o espírito que chamamos de nosso espírito protetor, também conhecido por Anjo guardião. lembram-se que Chiquinho ao se levantar orou pedindo a Deus e a Jesus que o protegesse e a seu pai também? pois então.
Seu Espírito Protetor está ali ajudando-no , protegendo-o. Nós não o vemos, porque seu corpo não é material; ele é um corpo mais sutil, mais leve.
E esse Espírito Protetor, toda vez que Chiquinho está zangado, quando ele vai brigar ou quer gritar, quando está em uma situação de perigo, fala lá dentro de sua cabeça: Não faça isso, Chiquinho, você irá ficar triste depois, se arrependerá; mude o caminho hoje, vá por outra rua...
E assim, Chiquinho não vê, mas seu Espírito Protetor está escutando cada palavra, cada atitude, cada situação vivida.


E não só Chiquinho tem um Espírito Protetor , todos nós o temos e como é bom saber e sentir essa proteção não é?
Mas se lembram que Chiquinho, ao se levantar , fez uma oração? Pois então, é necessário também buscarmos estar ligados ao nosso Espírito Protetor.

c) Fixação

Montar um jogo do caminho

1) de um lado colocar a figura do Chiquinho fazendo sua oração pedindo proteção ao Espírito Protetor.
2) montar alguns caminhos , sendo que apenas um deles chegará até a figura do outro lado
3) a figura do outro lado deverá ser a do Espírito Protetor

obs: deixar as figuras sem colorido, para que após as crianças acharem qual caminho será o correto entre a oração e o chegar ao Espírito Protetor, possam colori-las

Material didático: figuras ilustrativas; jogo do qual o caminho?, lápis de cor


(fonte: AME/JF)



ANJO DA GUARDA










Meu amigo invisível


Assuntos abordados
Amizade; família; protetor espiritual; convivência; encarnação; mundo espiritual; imortalidade da alma; vidas passadas.
Orientações para contar a história
 Apresente a história a partir dos aspectos positivos. Alguém já teve um amigo imaginário? E um amigo que ninguém conseguia ver? Às vezes, crianças têm amigos imaginários, mas outras vezes, crianças também podem ter amigos invisíveis. Vamos conhecer a história de Juca para sabermos se o seu amigo é invisível, ou imaginário. Vamos descobrir, também, o motivo desta visita tão diferente... 

Juca era um garoto de oito anos. Muito inteligente, mas muito teimoso e egoísta. Apesar das tentativas dos pais em torná-lo mais amável, Juca não mudava de comportamento. Juca tocava mesmo o terror onde passava. Já havia sido expulso de duas escolas e estava prestes a ser expulso mais uma vez. Seus pais não sabiam mais o que fazer. Juca era acompanhado por psicólogo, psicopedagogo, benzedeiras e nada..., continuava mesmo teimoso. Aprontava todo tipo de traquinagem e implicava muito com o irmão. Certa vez, sua mãe pediu ao anjo da guarda (Espírito protetor) de Juca, que lhe ajudasse de alguma forma, pois temia o futuro do filho. Juca adorava jogar futebol. Era a única brincadeira, a qual ele brincava obedecendo bem as regras. Num final de semana, enquanto ele se preparava para o jogo de futebol, Juca teve uma visita diferente. Entrou sem bater, em seu quarto, André, um garoto que parecia ter a sua idade.

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Objetivo da Encarnação


Nível: Jardim (3 a 5 anos)


1) Prece Inicial

2) Incentivação
 Riscar no chão uma linha sinuosa. Formar a fila das crianças e entregar à primeira uma colher e uma bolinha de isopor. Pedir para que ela caminhe rapidamente sobre a linha traçada equilibrando a bolinha na colher, sem deixar cair.
Quem conseguir caminhar sem deixar a bolinha cair, termina a atividade. Aquele que deixar a bolinha cair no chão, tem nova oportunidade de recomeçar (no início da linha), mas com um grau de dificuldade maior: deverá segurar a colher com o um dos braços esticados. (Aproveitar pra criar aquele suspense: vocês acham que ele merece uma nova chance?)
Terminada a atividade perguntar as crianças:
Como foi chegar ao final da linha sinuosa?
Você ficou feliz quando teve uma nova oportunidade de recomeçar?


Seria mais fácil se tivesse prestado maior atenção na primeira vez para não deixar cair a bolinha no chão?

3) Narrar a história – A nova Chance
 Ritinha era a filha única de um casal bondoso e trabalhador. Desde criança, demonstrou que era cheia de vontade. Não lhe faltaram os conselhos, nem o carinho dos pais. Entretanto, a menina rebelde, desprezava-os, respondia mal e nunca se interessava em cumprir seus deveres escolares.
 O tempo passava e Ritinha continuava a não aproveitar as oportunidades que seus pais ofereciam. Jovem ainda, adoeceu e desencarnou.
 Ao despertar no mundo espiritual, se arrependeu e percebeu que perdeu uma grande oportunidade. Ritinha sofreu muito. As respostas mal criadas que havia dado a seus pais ecoavam sem descanso em sua mente e sentia-as como verdadeiras flechadas no coração. Todos os momentos eram de angústia.
 Um dia suplicou ao seu Espírito Protetor para que lhe fosse dada uma nova chance, reencarnando novamente, isto é, nascendo outra vez e crescendo para tornar-se uma boa menina.
 Ritinha conseguiu a nova chance, porém, não mais nas condições anteriores. Reencarnaria em outro lar, ficando órfã, ainda menina e cedo teria de trabalhar para pagar seus estudos. Vencendo essas dificuldades, ela teria um grande progresso espiritual.
 Ritinha agradeceu comovida a nova chance, compreendendo a importância das lutas que teria de enfrentar.
 Alguns meses depois, renascia Ritinha, em novo corpo, em outro lar.
 Será que aproveitará bem a nova chance?
De que dependerá a vitória ou o fracasso?

Comentar sobre a história "A Nova Chance", em que Ritinha teve nova chance de aprender as lições ignoradas para ser feliz e que quando se perde esta oportunidade as dificuldades aumentam. A reencarnação é uma dádiva de Deus e quando nos esforçamos para seguir o caminho do bem, estamos buscando nossa própria felicidade.
 Por que reencarnar? Para corrigir os erros, aprender a ser bom, amoroso, amigo.
Reencarnamos para evoluir, para aprender.

4) Fixação – brincadeira
Jogo de tabuleiro. Jogo das virtudes. Os alunos são divididos em duas equipes. Devem percorrer o caminho com o objetivo de atingir o final.

Ao girar o ponteiro terão o direito de andar X casinhas. Caso retirem um cartão com virtude, poderão andar mais uma casa. Caso retirem um cartão com má tendência, eles deverão permanecer na mesma casa.

by: PELOS CAMINHOS DA EVANGELIZAÇÃO NO MATERNAL E JARDIM

Leis morais: Lei de justiça, amor e caridade.



Aula 1:
Tema: Lei de justiça, amor e caridade.
Aula para o Maternal.
Objetivos: Desenvolver os sentimentos de amor ao próximo, mostrar a eles que para chegar a felicidade, temos que ter amor, fé e caridade, fraternidade e que todos esses sentimentos estão ligados entre si.
Estratégia: Montar um trenzinho, dentro de cada um dos vagões tem os nomes de um dos sentimentos citados, este trem tem um destino, a Cidade da Felicidade. Os passaportes são a caridade (coração) e a alegria (chapéu). Pedir para que eles recortem, colem e pintem o trenzinho já desenhado na cartolina (com cola colorida).
Relato: Foi uma forma simples, mas divertida de eles terem uma noção sobre os sentimentos. Todos participaram.
Aula realizada na SEBP.
Aula 2:
Tema: Lei de justiça, amor e caridade.
Objetivos: Compreender que esses sentimentos se desenvolvem na medida em que progredimos moralmente. Valorizar e vivenciar a máxima cristã: Amai-vos uns aos outros. Aprimorar e cultivar o senso de cooperação, colocando seus dons a disposição dos que conosco convivem.
Estratégia: Pequenos cartazes (um com o desenho de um repolho, outro com o de uma rosa) destacando o que acontece em cada um (o repolho, conforme saem as folhas, vai se fechando e a rosa nasce fechada e depois abre-se para embelezar a natureza). Para se comer o repolho de tão fechado é necessário cortá-lo bem fininho. Questionamentos: o que acontece quando fazemos como o repolho? Como podemos parecer com a rosa? Como deve ser a nossa vida, como repolho ou como rosa? Após oferecer fichas a cada um, para que leiam em voz alta e comentem em grupo, será dada uma cruzadinha sobre o que ajuda uma família a viver bem, e pedir que escrevam e falem o que não apareceu na atividade (por exemplo, evangelho no lar). Dobradura do barco que na última etapa se transforma em camiseta, simbolizando o engajamento, o compromisso na prática ou vivência das atitudes que foram comentadas. Canto da Oração de São Francisco (se houver tempo). Salientar a importância de começarmos na família a prática do amor ao próximo se estendendo para os outros.
Dobradura do barco:

Material: Uma folha em branco para cada um.

Descrição: Somos chamados por Deus à vida, e esta nossa vida nós podemos representar como um barco que navega em alto mar. (fazer o barco de papel).

O barco pesa do lado direito. São as influências do mundo. Ex: Ambição, drogas, inveja, etc.
Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibre novamente. (Cortar a ponta do lado direito do barco)
Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora é que está pesado, precisamos tirar mais alguma coisa deste barco. Deste lado do barco está pesando: Egoísmo, infidelidade, impaciência, desamor, falta de oração, etc. (Cortar a ponta do lado esquerdo do barco)
Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta prá cima, é a nossa fé em Jesus que nós queremos ter sempre dentro do nosso barco, esta nossa fé nós vamos guardar e cuidar com carinho para nos sustentar na nossa jornada. (Cortar a ponta de cima do barco e colocar em algum lugar visível)
Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou (Abrindo parece uma camisa).


Há momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo, mas em muitos momentos nós navegamos por entre tempestades que quase nos leva à naufragar. Para não corrermos o risco de naufragar precisamos equilibrar bem o peso de nosso barco, e para isso vejamos o que pode estar pesando dentro desse barco.
Convidar os evangelizandos para “vestir” a camisa da doutrina espírita, colocando em prática os ensinamentos aprendidos.
Relato: A aula transcorreu bem, participaram e na confecção da camiseta se empolgaram. Não cantamos.
Aula realizada na SEBP.