Boas Atitudes


Objetivos: Transmitir às crianças que para se cultivar amizades e manter bons relacionamentos, tanto com quem já conhecemos, quanto com os que ainda vamos conhecer, é preciso procurar ser melhor, ter boas maneiras/boas atitudes ou se comportar de uma forma socialmente aceitável e respeitosa e sempre pensando/considerando os outros.

1° Momento: CARTILHA DE BOAS MANEIRAS – LEITURA COMPARTILHADA
- Realização da leitura compartilhada da “Cartilha de boas maneiras”, nesse caso, confeccionada pelo evangelizador. Cada evangelizando receberá uma delas e os mesmos poderão levar para casa para consultarem sempre que sentirem vontade ou necessidade.

- O conteúdo da cartilha é recheado de imagens/cenas, que ilustram situações de boas atitudes/bons comportamentos, tais como: dizer sempre a verdade; pedir por favor, com licença e obrigado; cumprimentos (bom dia, boa tarde e boa noite); respeitar os colegas; ser organizado; pedir licença para falar; dicas de higiene pessoal; procurar ajudar a quem precisa (aos mais velhos e em casa, por exemplo); estudar; respeitar as filas; não brigar; não bater; não xingar; não machucar; não apelidar; não falar palavrões, entre outros.

- Durante esse momento deve-se estimular a criança a participar, a interagir, proporcionando situações em que a mesma possa contribuir com exemplos práticos do seu dia-a-dia. O evangelizador pode estar complementando em todo momento.

2° Momento: ATIVIDADE DE FIXAÇÃO - PINTURA

Objetivos: “O que eu ouço, eu esqueço; o que eu vejo, eu lembro; o que eu faço, eu entendo”. (Confúcio, pensador e filósofo chinês) Assim, o objetivo dessa atividade é proporcionar às crianças outros meios, além do de ver e ouvir, que possam colaborar com a fixação dos aprendizados, já que nesse exercício os mesmos precisarão pensar sobre o assunto para selecionar imagens, isto é, separar as boas das más atitudes.

Material para Aplicação: Coleção colorida; lápis; cópias da atividade elaborada.

Procedimento: As crianças devem riscar com um “X” as imagens que representarem atitudes ruins e colorir as que representarem boas atitudes/bons comportamentos.

A tristeza


Otávio estava muito triste. Seu cachorro Pitoco havia morrido. Pitoco era seu melhor amigo. Seus pais lhe deram quando ele ainda estava aprendendo a andar, e os dois cresceram juntos. Eram inseparáveis! Quanta aventura tinham feito um ao lado do outro! Sempre corriam pela praia, faziam trilha na mata perto de sua casa, nadavam juntos no rio e, de noite, Pitoco dormia num tapete aos pés da cama de Otávio. E agora, Pitoco estava morto. Nunca mais poderiam fazer essas aventuras. Otávio não parava de chorar. Seus pais, seus avós, seus amigos… Todo mundo tentava consolá-lo, mas em vão.
Sua tristeza era tão grande que acabou ficando doente. Não queria comer, não queria ir à escola, nem sair com seus amigos para brincar. Ficava o dia inteiro na cama pensando no seu amigo Pitoco. Seus pais ficaram bem preocupados com ele, então tiveram uma ótima ideia que com certeza iria acabar com aquela tristeza. Eles sabiam que, quando fazemos alguma coisa boa para os outros, nos esquecemos dos nossos problemas e nos sentimos alegres, fazendo a tristeza ir embora! Então puseram um plano em ação. O papai disse:
- Filho, dona Margarida está com a perna machucada e não pode passear com seu cãozinho Pimpo. Tadinho, ele está sem passear há vários dias e está triste igual você. Que tal levantar da cama e levá-lo para dar uma volta no parque?
- Ah, pai, eu não estou com disposição! Se eu fizer isto vou me lembrar do Pitoco e ficar ainda mais triste.
- Acho que você vai sim se lembrar do Pitoco, mas vai se sentir bem por estar ajudando outro cachorrinho e sua dona também.
Otávio concordou meio a contra gosto e se levantou, vestiu uma roupa confortável, colocou um tênis e foi passear com o Pimpo. Quando Pimpo percebeu que ia passear, começou a pular e abanar o rabinho todo serelepe e feliz. Estava com tanta energia que saiu puxando Otávio pela corrente! Parecia mais que era ele quem estava levando Otávio para passear. Logo Otávio estava correndo e rindo com as sapequices de Pimpo. Voltou para casa todo suado e com um sorriso enorme nos lábios. Seus pais ficaram bem contentes com o que viram.
- Papai, posso me oferecer para passear com mais cachorros da vizinhança? Tem bastante gente por aqui que não tem tempo para passear com seus cachorrinhos.
- Esta é uma ótima ideia! Vamos fazer alguns cartazes e espalhar pelo bairro.
E assim, Otávio e seus pais fizeram vários cartazes e espalharam pelo bairro onde moravam. O telefone não parava mais de tocar. Todo mundo queria que Otávio levasse seu cachorrinho para dar uma volta pelo parque. Sua agenda ficou bem lotada e quase não tinha mais tempo livre. As pessoas ficavam tão felizes que até pagavam para ele fazer esse trabalho. Logo Otávio tinha tantos amiguinhos cachorros que não tinha tempo para ficar triste pensando no Pitoco. Ele encheu seu quarto com fotos dos seus novos amigos caninos. Tinha a foto do Baruk, do Fred, da Hanna, da Suzi, da Laica, da Pitucha, da Nina, do Totó, do Fifo, do Hulk… Não cabiam mais fotos na sua parede!
Mas, dentre todos aqueles cachorros, o que Otávio mais gostava era um cachorrinho chamado Bimbo. Bimbo era deficiente e só andava usando uma cadeirinha de rodas própria para cachorros. Esse era seu cachorrinho predileto. Como ele se sentia feliz em ver Bimbo correndo e latindo pelo gramado! Parecia que o mundo era perfeito naquela hora! Todos os dias, Otávio saía com Bimbo e um ajudava o outro a ser mais feliz e a esquecer as tristezas da vida! E assim, Otávio aprendeu que o segredo da felicidade era fazer o bem aos outros. Nunca mais deixou que a tristeza morasse em seu coração!

O carvão e a camisa


O sentimento que vamos estudar hoje está presente no coração de muitas pessoas e, infelizmente, até no coração das crianças. Todos nós ficamos com raiva de vez em quando. Isso é normal. Mas o que devemos fazer quando temos este sentimento?
Certa vez o pequeno Zeca, de apenas 8 anos, entrou em casa após a aula, batendo forte os seus pés no chão da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver seu filho com aquela atitude, chama o menino para uma conversa:
- Meu filho, venha aqui um momento. Precisamos ter uma conversa séria.
Zequinha fecha os punhos e, dando socos no ar, disse ao pai:
- Olha, papai, eu estou com muita, mas muita raiva! O Juca não podia ter feito aquilo!
O pai de Zequinha escutou calmamente o filho que continuava a reclamar enquanto contava o que aconteceu:
- O Juquinha me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito que ele faça isso comigo. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai continua escutando tudo calado enquanto caminha até um armário perto da churrasqueira, onde estava guardado um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal, e Zequinha o acompanhou, falando da sua raiva. Zequinha olha seu pai abrindo o saco de carvão e fica ainda com mais raiva.
- Poxa vida, papai, estou desabafando a minha raiva e o senhor nem liga para meus sentimentos! Está me deixando com mais raiva ainda!
- Calma, Zequinha, isto que estou fazendo tem tudo a ver com o que você está sentindo!
Zequinha olha intrigado para o pai e pensa: “como um saco de carvão pode ter alguma coisa a ver com minha raiva pelo Juquinha?”
- Filho, faça de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca, e cada pedaço de carvão é um pensamento maldoso que você está tendo em relação a ele neste momento. De onde você está, quero que jogue todo o carvão do saco na camisa, até o ultimo pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
Zequinha achou aquela brincadeira divertida e logo encheu as mãos com pedaços de carvão e começou a atirá-los com toda a força, tentando acertar o máximo de pedaços possíveis naquela camisa branquinha. O varal estava longe do menino, e poucos pedaços acertavam o alvo. O tempo se passou e ele terminou a tarefa. O saco de carvão estava vazio, e a camisa borrada de carvão. O pai, que espiava tudo de longe, se aproximou dele e lhe perguntou:
- Filho, como você está se sentindo agora?
- Estou cansado, mas alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para Zequinha, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e com carinho fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
Zequinha acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Ele estava tão sujo de carvão que só conseguia enxergar seus dentes e olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente:
- Filho, olhe pela janela. Veja a camisa que você acertou os pedaços de carvão. Ela quase não se sujou. Entretanto, olhe só para você! Está completamente sujo. Toda vez que sentimos raiva de alguém e começamos a lhe desejar o mal, estamos, na verdade, fazendo mal a nós mesmos.
- Então, papai, o carvão é a minha raiva e meus pensamentos ruins, e a camisa é o Juquinha?
- Sim, Zequinha, isso mesmo!
- Mas, a camisa, ou melhor, o Juquinha, ficou sujo também.
- Sim, filho. Ele também se sujou. A raiva que você sentiu dele também o atingiu, mas você se sujou muito mais. A raiva faz mal a quem sente e a quem recebe, mas se nos vingamos ou desejamos o mal, não nos sentiremos melhor por isso.
- Entendi, papai. Então vou controlar minha raiva e pedir a Jesus que a tire do meu coração.
- Fico orgulhoso pela sua decisão, Zequinha. Guarde em sua mente esta lição
.
APLICAÇÃO:
As crianças podem evitar que a raiva não provoque estragos em seu coraçãozinho ou no coração de outras pessoas. Temos que aprender maneiras saudáveis de controlá-la. Às vezes sentimos raiva de coisas ruins que acontecem à nossa volta e não podemos evitar:
· Raiva da injustiça
· Raiva de ver animaizinhos sendo maltratados
· Raiva por vermos uma briga ou discussão
· Raiva por vermos algo ruim acontecendo conosco ou com alguém que amamos.
Outras vezes sentimos um tipo de raiva que vou chamar de “raiva ruim”:
· Raiva que vem do ciúme
· Raiva que vem da inveja
· Raiva por alguém que não gostamos
· Raiva por não podermos fazer algo que queremos
· Raiva por não podermos ter algo que queremos
· Raiva por termos perdido alguma coisa
Esta raiva é muito pior, pois alimenta em nosso coração o ódio, a revolta e o sentimento de vingança. Muitas vezes, quando alimentamos o sentimento da raiva, acabamos brigando, discutindo, falando ou fazendo coisas feias e só pioramos as coisas. A única pessoa que pode nos ajudar a controlar a nossa raiva e a destruí-la é nosso Amigo Jesus. Ele prometeu nos dar a paz em meio às coisas ruins que acontecem no mundo.
Então, quando vocês sentirem raiva, peçam que Jesus tire este sentimento do seu coraçãozinho. 


O SACO DE CARVÃO

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
- Pai estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta, calmamente, o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado.
Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.
Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho como está se sentindo agora?
- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo.
Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.
O pai, então, lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.










recebi da Alice Lirio


REGRAS DE BOA CONDUTA



Sou sábio, cristão e bastante educado. Por quê...
1.     Respeito o meu semelhante e também os animais;
2.     Não faço do ônibus, metrô e da rua minha lixeira, tenho sempre um saquinho na minha bolsa;
3.     Em público procuro não falar alto ao telefone celular para não incomodar;
4.     Respeito o espaço dos outros, principalmente nas filas por maior que seja a minha necessidade;
5.     Cuido dos idosos, das crianças e das grávidas com carinho e respeito;
6.     O som do meu carro ou da minha casa é sempre baixo para não incomodar meus vizinhos, viver em comunidade é uma questão de cidadania e respeito aos direitos dos outros;
7.     Visito sempre os doentes. Seja do corpo ou da alma, elaborando uma conversa alegre, otimista e saudável, criando e mantendo um ambiente agradável e sobretudo, não ultrapasso o limite de 15 minutos, para não me tornar inconveniente;
8.     Procuro ser grato por tudo, ainda mesmo quando as coisas pareçam desfavoráveis;
9.     Cuido, com carinho e respeito àquelas que me deram a vida e me criaram;
10.                         Procuro ajudar a todos, mesmo aqueles a quem não tenho simpatia, a caridade não discrimina ninguém;
11.                        Quando levo meu cão para passear, recolho sempre seus detritos, não deixo as praças e as ruas sujas;
12.                        Cuido do meio ambiente, não destruo as árvores, cuido delas e planto-as sempre que posso, para ajudar na preservação do planeta;
13.                        Não faço fofoca, tenho comigo um lema: não vejo, não ouço e principalmente não falo; o silencio e de ouro;
14.                        Não me envolvo com drogas por mais simples que seja;
15.                        Enfim sou educado, respeito todas as crenças pois, ninguém é dono da verdade, não insulto ninguém, elogio sempre a quem merece pois todos gostam de ser sentir apreciados, estou sempre pronto a recuar e pedir desculpas; por isso:
16.                        Sou bastante inteligente porque não deixo nada para depois, nem no trabalho, nem na escola ou no lar e principalmente a minha reforma íntima, que fará de mim uma pessoa melhor, capaz de viver e atuar na sociedade transformando-a.

Novas aulinhas em breve!

Depois de alguns problemas com o blog, estou voltando a postar aulinhas novas!!!