Entendimento: ESCOLA ESPIRITA DE EVANGELIZAÇÃO


Objetivo: Levar a criança a demonstrar seu entendimento, sua visão sobre a Escola Espírita de Evangelização

Bibliografia básica: codificação : LE, LM, ESSE.

Incentivação Inicial: Bate-papo relembrando a aula anterior

Desenvolvimento:

Confecção de Cartaz intitulado: A Escola Espírita de Evangelização:
Dividir a turma em dois grupos; entregar uma cartolina de cor diferente para cada grupo; solicitar que montem um cartaz referente a como entendem ou enxergam a escola espírita de evangelização e qual modificação ela pode nos trazer.

Material necessário:

Duas cartolinas de cores diferentes
As respostas que sobraram do joguinho da aula anterior
Revistas para recorte
Tesoura
Cola
Lápis e canetas
Borracha

Material de apoio: quadro fixado na parede , montado no jogo da aula anterior.

CÍRCULO DE AMOR




Aquele homem estava um pouco apressado e quase não viu a senhora, com o carro parado no acostamento. Mas percebeu que ela precisava de ajuda.
Assim, parou seu  carro e se aproximou. O carro da senhora era novo, mas estava com problemas.
Mesmo com o sorriso que o homem estampava na face, ela ficou preocupada.
Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora. Quais seriam as intenções daquele estranho? Pensou o senhora.
Ele percebeu que ela estava com muito medo e lhe disse: "eu estou aqui para ajudar, madame. Pode esperar dentro do carro que está mais quentinho. A propósito, meu nome é Alfredo".
Bem, o problema era só um pneu furado, mas para uma senhora era ruim o bastante.
Alfredo abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo o pneu já estava trocado. Mas ele ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.
Enquanto ele apertava as porcas da roda a senhora abriu a janela e começou a conversar com ele.
Contou que estava de passagem por ali, pois morava noutra cidade, e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda.
Alfredo apenas sorriu enquanto se levantava. Ela perguntou quanto devia. Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela. Já tinha imaginado todas as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Alfredo não tivesse parado.
Mas Alfredo não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe ajudara bastante. Aquele era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outra maneira.
"Se realmente quiser me reembolsar, disse Alfredo, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê a ela a ajuda que precisar". E acrescentou: "e pense em mim".
Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi.
Aquele havia sido um dia frio e cinzento, mas ele se sentia muito bem.
Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante e entrou para comer alguma coisa. Não era um restaurante muito limpo, daqueles que ela costumava freqüentar.
A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse secar um pouco o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo com os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pôde apagar.
Notou que a garçonete estava nos últimos meses de gravidez, e ainda assim não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude. A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Alfredo.
Depois que terminou a refeição, enquanto a moça buscava o troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou. A garçonete voltou e procurou localizar a freguesa mas achou apenas algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de $100 dólares.
Havia lágrimas em seus olhos quando leu o que estava escrito. O bilhete dizia o seguinte: "você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou há pouco e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar não deixe este círculo de amor terminar com você".
A garçonete ainda tinha muito trabalho a fazer naquela noite. Mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir. Mas quando foi para casa deitou-se ao lado do marido e ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito. Como podia aquela senhora saber o quanto ela e o esposo precisavam de dinheiro? Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil!
Virou-se para o marido que dormia tranqüilamente ao lado, deu-lhe um beijo carinhoso e sussurrou:  "tudo ficará bem, Alfredo. Eu amo você."
*** 
O amor produz sempre um efeito positivo em quem o recebe e, de maneira mais intensa, em quem o pratica.
Por essa razão, o amor é, e sempre será, a melhor opção. 

Natal




Título: O presente

Tema: O nascimento de Jesus
Verificação: Conversar com as crianças após contar a história sanando dúvidas e verificando o grau de assimilação deles.
Fixação: Montar um presépio de papel ou de gesso.
Motivação Inicial: Quem faz aniversário neste mês? O que comemoramos no mês de dezembro? O que significa o Natal para vocês?

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O presente
Estamos próximos de uma casa muito simples, mas bem bonita. Nela reside uma família:
a mãe, uma senhora meiga e humilde que se desdobra carinhosamente a fim de ensinar as coisas boas ao filhinho;
o filho de 6 anos que já parece entende muitas coisas, parece até um homem devido a seriedade de suas ações e o amor que reflete em seus olhos. Seu rostinho é emoldurado por formosa cabeleira de cachos loiros que irradia doce suavidade;
o pai, um carpinteiro humilde, que trabalha o dia todo para obter recursos para o sustento diário da família.
Para vocês melhor entenderem a nossa história, vamos dar nomes às pessoas: a mãezinha do menino chama-se Maria, o pai chama-se José e o menino... bem... vamos deixar o nome do menino para ver quem descobre...
Um dia, José, depois de ter trabalhado bastante, dirigiu-se à cidade a fim de fazer algumas compras. Em casa ficaram sua esposa e seu filhinho. Vamos observar o que acontece. Que beleza! Uma casinha tão simples, tão humilde, mas como tudo está arrumado e limpo! E os móveis? Como são bonitos, e todos em seus lugares! Maria parece conversar com o menino e dá a impressão de ser uma conversa muito amigável. Vamos ouvir?
__ Meu filho, diz ela, hoje é o dia de seu aniversário. Enquanto seu pai não volta da cidade, vamos conversar um pouco. Quero falar do dia em que você nasceu. Foi um dia tão lindo, jamais esquecerei.
__ Há 6 anos, fomos obrigados a deixar esta casinha tão querida. Deixamos os limoeiros, nosso pequeno jardim, nossa vida cheia de trabalho e de alegria, a fim de atender a ordem do Imperador de Roma, César Augusto, que havia determinado que todos os homens deveriam voltar ao seu lugar de nascimento para se registrar novamente, para que soubesse quantos habitantes havia no país todo. Seu pai José, não querendo me deixar sozinha aqui em Nazaré, resolveu me levar junco com ele apesar de estar nos últimos dias de gravidez.
Eu e seu pai fizemos uma longa caminhada através das montanhas, suportando chuva e sol quente, mas íamos contentes pois logo ficaríamos livres do compromisso do registro. Após alguns dias chegamos à Belém. O animalzinho, um burrinho que nos carregava, estava tão cansado...
Entrando na cidade, vimos muitas pessoas que como nós haviam ido para lá para se registrarem. As ruas estavam repletas de pessoas e algumas delas aproveitavam para fazer negócios, vendendo mercadorias que tinham trazido de lugares diversos. Em todos os cantos viam-se gente encostada ou procurando acomodar-se para descansar, nas portas, nas calçadas, nos jardins. Muitos estavam até tristes. No meio de tanta gente, nós, seu pai e eu, não conseguimos arrumar lugar para passar a noite. O cansaço era grande. Seu pai havia procurado por todos os lados. Tudo estava ocupado, porém, não podíamos ficar ao relento. Que fazer? Ninguém tinha lugar sobrando. Algumas pessoas nos indicaram uma estrebaria, lugar onde se guardam os animais à noite. Alegramo-nos com a indicação; naquela dificuldade, não encontraríamos melhor solução!E foi lá, numa estrebaria em Belém, que você nasceu em meio à noite, bela e silenciosa, fazendo-me a mulher mais feliz do mundo. Começaram a chegar muitas pessoas para visitar você, meu filho. Pastores afirmavam que você havia nascido para a salvação de todos os homens. Que você era o Messias enviado por Deus.
Neste momento, ouvem-se passos. Maria interrompe a narrativa. Sabia que José devia voltar trazendo compras para que ela preparasse em gostoso jantar e talvez trouxesse um presente para o menino.
José entrou contente dizendo:
__ Venha cá, meu filho, quero dar-lhe um grande abraço, fui comprar um presente para você e descobri que quem ganhou um presente fui eu!
__ É isto mesmo! Meus amigos, sacerdotes do templo garantem que você, meu filho, é o Messias, esperado pelo nosso povo. Será um grande homem e todos o conhecerão como Jesus Cristo - o filho de Deus e que com suas palavras de bondade e com suas mãos cheias de amor será a salvação da humanidade. E que todos nós, homens, mulheres, meninos e meninas, seremos estrelas cristalinas que no céu irão brilhar.
Toda dor que sentimos no peito serão aliviadas e consoladas por ti.
O menino ouvia em silêncio o que seu pai dizia e parecia a tudo entender perfeitamente.
Os pais abraçaram o filho Jesus e oraram a Deus Criador por ter lhes enviado tão grande presente.
É por isso que recebemos presentes quando nascemos e quando fazemos aniversário.
Tudo começou com este menino chamado... Jesus!
(Enviada por Claudimeire – participante sala Evangelize CVDEE)

ATITUDE NO LAR




Certa vez uma criança de sete anos perguntou à sua mãe, que era famosa apresentadora de programa de TV:
- Mãe, por que na tela da televisão você sempre aparece sorrindo e feliz e em casa está sempre séria e nervosa?
A mãe, pega de surpresa, respondeu:
- É porque na televisão eu sou paga para sorrir.
E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:
- Mãe, quanto você quer ganhar para sorrir também em nossa casa? 
A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflexão.
Por que não sorrir no melhor lugar do mundo, que é o nosso lar? Por que não dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?
Você já parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?
Girando, ele irriga toda a grama à sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que está próxima do irrigador, está seca.
O irrigador molha a grama que está distante de si, mas não consegue molhar a grama que está mais próxima.
Será que em nossa família estamos agindo à semelhança do irrigador de grama?
Se estamos, é hora de mudar com urgência. Verifiquemos que quando um amigo vem à nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.
Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele está, o que tem feito. Somos extremamente simpáticos. Nosso rosto é a própria expressão da alegria e da camaradagem. Batemos carinhosamente em suas costas. Olhamos com respeito e amizade nos seus olhos. Sorrimos e sorrimos muito.
Toda nossa atenção, durante o tempo em que ele está conosco, é para ele. Deixamos as nossas atividades habituais, largamos o jornal, deixamos de assistir o programa de tv que tanto gostamos.
Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo até à porta, ficamos acenando até ele desaparecer na rua.
Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa família.
Como que num passe de mágica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.
Vamos ler nosso jornal em silêncio, e que ninguém nos perturbe. Passamos a ser outra pessoa. Junto ao amigo somos pessoas simpáticas e sorridentes. Junto à nossa família somos antipáticos e exigentes. Por que?
Será que os nossos amores não merecem a nossa atenção e o nosso carinho? 

Pense nisso! 
Se você se deu conta que está agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situação.
Ainda hoje, enquanto você está com seus filhos, sua esposa, seus pais, seja alegre.
Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto você está na escola, no trabalho, na rua?
Eles estão com algum problema? Gostariam de contar?
Sorria. Conte histórias de bom conteúdo. Relate fatos de sua experiência. E sorria.
Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.
Agindo assim, nossa casa se transformará em um lar. E ainda hoje seremos mais felizes.                                                                                                            NEFA

APÓSTOLOS



INTRODUÇÃO:
- Indagar às crianças:
  * Quando você quer brincar em casa, na escola ou na rua, como escolhe seus amiguinhos?
- Deixar que falem a respeito, solicitando que esclareçam o motivo de suas escolhas.
- Dizer o seguinte:
* Quando vamos realizar algo, nos unimos a pessoas que pensam como nós.
    Assim aconteceu, na história que narraremos em seguida, quando Jesus escolheu os seus discípulos, ou seja, aqueles que seguiam as suas idéias.

DESENVOLVIMENTO:
1) Narrar a história.
2) Perguntar às crianças:
    - Qual era a preocupação de Ângelo?
    - Como vovô Carlindo ajudou o menino a resolver o problema?
    - Como eram os homens escolhidos por Jesus?
    - Por que Jesus escolheu homens que pensavam como Ele?

"A ESCOLHA DOS DISCÍPULOS"

        Uma espreguiçadeira forrada com alvo lençol e uma confortável almofada abrigavam o homem adormecido.
Sua cabecinha branca, seu rosto sereno, seus olhinhos cerrados pelo sono ... que coisa tão linda!
        Foi assim que o rapazola esguio, recém-entrado na adolescência , encontrou seu avô, repousando na varanda repleta de samambaias.  Emocionado, curvou-se e beijou-o docemente.
        - Ângelo, meu querido, já de volta?
        - Vovô Carlindo ... desculpe-me, não tinha intenção de acordá-lo.
        - Não se aborreça, filho. Na minha idade, o sono já não é tão profundo. Fica-se ronronando como os gatinhos ... O que o intriga desta vez?
        - Nada de tão grave, vovozinho ... apenas estou com um dilema:  como o senhor sabe, eu tenho uma infinidade de amigos que me são muito caros e estou achando difícil selecionar entre eles os que devam vir em minha casa, sair em minha companhia, enfim, fazer parte do meu cotidiano.
        - Ora, querido, vou contar-lhe como Jesus escolheu seus discípulos. Acho que isso vai ajudá-lo. E o velhinho começou:
        - Ele tinha bom senso; procurou escolher, dentre a multidão que o acompanhava por toda parte, os verdadeiramente entusiasmados pelas suas idéias, aqueles seguidores fiéis, que seriam capazes de conduzir os outros homens, tal como o pastor que sabe guiar as suas ovelhas pelos lugares mais seguros, onde elas ficariam abrigadas e felizes.
        Desse modo, Jesus começou a fazer convites. Passando pelo Mar da Galiléia, chamou os dois irmãos: Simão (que Ele chamou de Pedro) e André, que eram pescadores.
        Prosseguindo, encontrou outros dois irmãos: Tiago e João, que também foram convidados. E assim, Jesus continuou até convidar doze homens, que Ele sabiam seriam capazes de levar sua mensagem por todo o território da Judéia.
        Esses homens, seus discípulos, chamados, mais tarde, apóstolos, foram os seguintes: Simão Pedro, Tiago, João, André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago (filho de Alfeu), Simão e Judas Iscariotes.
        Eram as pessoas certas; Jesus sabia que com eles a sua doutrina amorosa não seria perdida e ficaria sempre entre os homens.
        O vovô terminou aí. Ângelo comentou:
        - Essa história, vovô, mostra-me a seguinte verdade:  devo selecionar, para conviverem comigo, os amigos cujos hábitos de vida, desejos e sonhos mais se assemelhem com os meus.  Como o Mestre Jesus percebi que deverei escolhê-los, usando o mesmo critério de amor e justiça com que Ele escolheu os seus discípulos.
                                                                Rosenir Teixeira Pereira
        Extraída do Livro "O melhor é Viver em Família" volume 12

(Fonte: Enviada por Jacira ((Casa do Ceará ) - participante da sala Evangelize CVDEE)

PARÁBOLA DA CAIXINHA




Um granjeiro pediu certa vez a um sábio que o ajudasse a melhorar sua granja, que tinha baixo rendimento. O sábio escreveu algo em um pedaço de papel, o qual foi colocado numa caixa. Ao entregá-la ao granjeiro, disse:

- Leva esta caixa por todos os lados de sua granja, três vezes ao dia, durante um ano.
Assim fez o granjeiro. Pela manhã, ao ir ao campo, levando a caixa consigo, encontrou um empregado dormindo, quando este deveria estar trabalhando. Acordou-o e chamou sua atenção. Ao meio-dia, quando foi ao estábulo, encontrou o gado sujo e os cavalos ainda sem sua alimentação.

E à noite, indo à cozinha com a caixa, deu-se conta de que o cozinheiro estava desperdiçando os alimentos. A partir daí, todos os dias, ao percorrer sua granja de um lado para outro com seu amuleto, encontrava coisas que deveriam ser corrigidas.

Ao final do ano voltou a encontrar o sábio e lhe disse:

- Deixe esta caixa comigo por mais um ano. Minha granja melhorou o rendimento desde que estou com o amuleto.

O sábio riu e, abrindo a caixa, disse:

- Podes ter este amuleto pelo resto da sua vida.

No papel havia escrito a seguinte frase: “Se queres que as coisas melhorem, deves acompanhá-las de perto constantemente”.