A ALMA APÓS A MORTE

VAMOS PRIMEIRAMENTE CONHECER DIFERENTES MODOS DE VIVER:


NA ÁGUA  -  NA TERRA  - NO PLANO FÍSICO  - NO PLANO ESPIRITUAL

Todo ser vivo


Nasce – cresce – reproduz– morre


Uns vivem na água, ou meio aquático, outros vivem na terra ou meio terrestre.

O homem tem além do corpo físico, tem o Espírito
Depois de viver um tempo há o desencarne.
O desencarne é a morte do corpo físico

Corpo físico Mortal – Espírito Imortal

O despertar no plano espiritual...   

...acontece de acordo com a evolução do espírito
Se formos bons e fizermos nossos deveres, guardamos boas lembranças ficamos felizes.
Se formos maus e deixamos de fazer nossas obrigações, ficamos infelizes e agoniados
Nós continuamos a pensar e sentir e nos apresentamos com o perispírito, que é o nosso corpo espiritual.

Contar a HISTÓRIA

         Por que Godofredo morreu? Foi descuidado, dirigiu em alta velocidade.
         Era a hora de ele morrer? Provavelmente não, o acidente aconteceu por irresponsabilidade dele.
         Como a esposa e o filho viram Godofredo, se ele tinha morrido? Eram médiuns e viram Godofredo em espírito. Mas eles não vão ficar vendo Godofredo o tempo todo, viram ele porque havia um motivo, talvez ele precisasse de preces, de auxílio, por estar perturbado.
         A mulher e o filho eram espíritas? Provavelmente não. Não precisa ser espírita para ver espíritos, há médiuns em todas as religiões e também entre as pessoas que não têm religião. Mãe e filho desmaiaram porque não entenderam o que estava acontecendo.
         Será que Godofredo se deu conta que tinha morrido? Não. Ele estava perturbado, sem saber o que fazer e o que tinha acontecido. Muitas pessoas, como Godofredo, ao desencarnarem não se dão conta que o corpo físico morreu e que o espírito continua vivo e por isso procuram o lar, a família e as coisas materiais que deixaram, desejando seguir normalmente a sua antiga vida material.
         Godofredo mudou depois que seu corpo morreu? Não, ele continuou gostando das mesmas coisas, continuou pensando e se preocupando com o que pensava e se preocupava antes de se desligar do corpo físico. Não ficou nem melhor, nem pior, apenas o mesmo Godofredo, porém sem o seu antigo corpo físico. Por isso ele dizia: - Eu continuo o mesmo Godofredo de sempre! (último desenho).
         O que vai acontecer com Godofredo? Como as mudanças de consciência e de percepção da nova realidade espiritual são graduais e lentas, provavelmente Godofredo ainda vai ficar algum tempo desorientado, tentando viver a vida que tinha antes de desencarnar, até perceber que seu corpo físico morreu e que ele se encontra no Mundo Espiritual. Quando se der conta de sua nova realidade espiritual, ele poderá reavaliar suas atitudes e buscar auxílio espiritual através de uma prece sincera. E com certeza Godofredo será auxiliado pelo seu Espírito Protetor e pelos amigos espirituais, pois Deus não desampara nenhum de seus filhos. Por isso são muito importante as nossas preces.
                 É isso que sempre acontece quando alguém desencarna? Não. A realidade da vida espiritual é diferente para cada pessoa, de acordo com a vida que levou na Terra;
         Se tiver merecimento, o espírito pode acordar em uma colônia espiritual ou um hospital, para se recuperar e se adaptar ao mundo dos espíritos;
         Pode despertar em um lugar de sofrimento se cometeu suicídio, ou se foi uma pessoa que prejudicou os outros, ou que só pensou em si mesma (egoísta);
         Se foi uma pessoa boa, que ajudou os outros e procurou desenvolver boas qualidades, pode ser recebida por seus amigos que já desencarnaram ou por amigos de outras reencarnações e irá para um lugar legal, onde continuará estudando e evoluindo.
O que é sintonia? Dizemos que há sintonia quando duas pessoas pensam e agem da mesma maneira, tem os mesmos gostos. É como quando tem uma apresentação de uma banda. Quem vai? Todos os que gostam daquele tipo de música. Pode-se citar como exemplo, também, os nossos amigos, nos relacionamos melhor com aquelas pessoas que tem os mesmos gostos e objetivos que nós. Nossa sintonia espiritual é que vai determinar o local e como vamos nos sentir depois da morte do corpo físico. Os lugares no Mundo Espiritual são de acordo com a sintonia. Nos lugares de sofrimento reúnem-se espíritos que cultivaram o mesmo tipo de valores (egoísmo, mentira, desonestidade, maldade). Nos lugares felizes, reúnem-se espíritos que indagar o que desejam levar desta vida. Conduzir o diálogo para que eles concluam que não vamos levar nada de material (casa, carro, brinquedos, roupas), mas levaremos as boas ações, os bons pensamentos, e as virtudes que conquistarmos, todo o bem que pudermos fazer (amor, paciência, calma, perdão, honestidade, obediência, caridade, amizade). Comentar que não levaremos os livros, mas levaremos o conhecimento adquirido, e que nossos familiares e amigos não irão conosco quando desencarnarmos, mas levaremos o carinho, a amizade e o amor que cultivamos. Anotar as respostas no quadro.

         OBS.: levaremos também as coisas erradas que fizermos e os pensamentos e sentimentos negativos: o ódio, a vingança, a preguiça, a fofoca. E por isso devemos evitar que eles estejam presentes em nossa vida. Procuremos desenvolver as nossas virtudes, através da prática do bem.


Atividades:

1 – A estrada significa o caminho da nossa vida...
Nos espaços em branco você deverá escrever as ações e sentimentos
que deseja levar desta reencarnação.

“O que eu vou levar desta reencarnação?”

 2 – Complete a cruzadinha.
1 – Nosso ............materiais não são levados para a vida espiritual.
2 – O espírito é .....................
3 - ....................... os bons são felizes.
4 – Só o corpo físico .........................
5 – Se formos .............. despertaremos felizes no plano espiritual.
6 – O perispírito é o ..................... sutil
do espírito.




E







T







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SOMENTE – MORRE – BENS – CORPO – IMORTAL - BONS

Vocabulário
Perispírito – O que envolve o Espírito e sempre o acompanha. É o corpo mais sutil do espírito em forma vaporosa, invisível, é semi-material.
Espírito encarnado: quando o espírito está junto do corpo físico.
Desencarnar: morrer, isto é, deixar o corpo físico e chegar no plano espiritual
Eterno: Não tem fim, nunca morre ou acaba.

by:grupodeapoioaevangelizacao



Caridade


Ciclo: Jardim
OBJETIVO GERAL 

Fazer que os evangelizados compreendam que a caridade não é apenas dar esmolas ou doar bens materiais, é também a doação de si mesmo em beneficio do próximo.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Fazê-los entender que caridade pode praticada em qualquer idade.
Reconhecer na caridade o caminho para a renovação espiritual.

DESENVOLVIMENTO

Prece inicial –
•Conversar sobre o conteúdo da aula.
Atividade1: narrar a história: Bimbo e os bichinhos da floresta
Atividade 2: montar o quebra cabeças das figuras da história
· pedir as crianças para narrarem a parte da história por elas montada.
•Atividade3: distribuir as máscaras, pedir às crianças para realizar uma atitude de caridade igual a praticada pelos bichinhos da história.
•Prece final.

CONCLUSÃO

Os evangelizandos compreenderam o verdadeiro sentido da caridade.
ANEXOS

 
 Atividade I: História
BIMBO E OS BICHINHOS DA FLORESTA
O macaquinho Bimbo morava num circo.
Um dia, saiu para dar umas voltas e tanto andou que chegou a uma floresta onde ficou perdido.
Andou, andou... De repente, disse:
–– Ah! que linda casinha!
De fato, encontrara uma bonita casa e teve vontade de entrar ali para descansar. Mas, pensando bem, achou que a casa não era dele. Logo, não deveria entrar.
Assim, Bimbo deitou-se debaixo de uma árvore e tão cansadinho estava que logo dormiu.
Dormiu, dormiu e não percebeu que os bichinhos da floresta ali estavam à sua volta; olhando para ele e dizendo:
–– É um menininho!
–– Não é, pois menino não tem rabo.
–– Mas olhem a roupinha dele!
Até que o Pica-pau, que andava por muitos lugares e conhecera muita gente e muitos bichos, bateu com o bico na árvore e falou:
–– Seus bobos! É um macaquinho vestido de gente.
E o Pica-pau bateu com mais força o bico na árvore para Bimbo acordar.
Bimbo abriu os olhos, assustado, e começou a chorar:
–– Quero voltar para casa. Eu moro no circo.
Os coelhinhos ficaram com tanta dó de Bimbo, que também passaram a chorar.
Então, o Pica-pau disse:
–– Já é muito tarde para você voltar para casa. Se a minha casa fosse grande, eu o convidaria para dormir lá.
— Ora, ora Pica-pau! Por isso não, pois a nossa casa é grande e dá para ele dormir.
Quem falou assim foi o coelhinho.
O esquilinho também queria levar Bimbo para dormir na casa dele e o ratinho também.
Bimbo perguntou:
–– De quem é aquela casinha?
–– É nossa – disseram os dois coelhinhos.
–– Pois eu posso ficar ali e agradeço muito ao esquilo, ao ratinho e ao Pica-pau.
Quando o macaquinho Bimbo foi para a casa dos coelhinhos, o Pica-pau cortou uma porção de
tábuas; o esquilo roeu cocos e fez uma porção de pregos; e, com esses materiais, os coelhos fizeram-lhe uma linda cama. Daí a pouco, chegou o ratinho com uma porção de palha para o colchão.
Bimbo foi dormir pensando nos amiguinhos que tanto o estavam ajudando.
Bem que a bailarina do circo tinha lhe dito que há muitos animais bonzinhos na floresta.
Bimbo dormiu muito bem! Quando abriu os olhos, viu... a bailarina do circo!
Ela sentira a falta de Bimbo e saíra a procurá-lo.
–– Vamos embora, Bimbo? – convidou a bailarina. – A sua casa é o circo e todos lá estão à sua
espera.
Bimbo ficou indeciso pois já havia feito muitos amigos entre os bichinhos da floresta. Mas, o que fazer... A bailarina tinha razão. Precisava voltar para o circo. E, assim pensando, no dia seguinte, partiu com a bailarina, muito agradecido a todos que tanto o tinha amparado, no momento de grande necessidade.
* * *
1– Quem era Bimbo? 2 – Onde ele morava?
3 – Que aconteceu com ele? 4 – Onde Bimbo adormeceu?
5 – Quem o encontrou? 6 – Quem levou Bimbo para dormir em sua casa?
7 – Como Bimbo voltou para o circo?
Atividade 2:  Montagem de quebra-cabeças com as figuras da história








   
 Atividade 3: dramatização da história com as máscaras dos bichinhos da história.
   





      

               

               
Textos Complementares:

FRATERNIDADE
344 –– O “amor ao próximo” deve ser levado até mesmo à sujeição, às ousadias e brutalidades das criaturas menos educadas na lição evangélica, sendo que o ofendido deve tolerá-las humildemente, sem o direito de esclarecê-las, relativamente aos seus erros?
–– O amor ao próximo inclui o esclarecimento fraterno, a todo tempo em que se faça útil e necessário.
A sujeição passiva ao atrevimento ou à grosseria pode dilatar os processos da força e da agressividade; mas, ao receber as suas manifestações, saiba o crente pulverizá-las com o máximo de serenidade e bom senso, a fim de que sejam exterminadas em sua fonte de origem, sem possibilidades de renovação.
Esclarecer é também amar.
Toda a questão reside em bem sabermos explicar, sem expressões de personalismo prejudicial, ainda que com a maior contribuição de energia, para que o erro ou o desvio do bem não prevaleça.
Quanto aos processos de esclarecimento, devem eles dispensar, em qualquer tempo e situação, o concurso da força física, sendo justo que demonstrem as nuanças de energia, requeridas pelas circunstâncias, variando, desse modo, de conformidade com os acontecimentos e com fundamento invariável no bem geral. (1)

CARIDADE
Conceito – Virtude por excelência constitui a mais alta expressão do sentimento humano, sobre cuja base as construções elevadas do espírito encontram firmeza para desdobrarem atividades enobrecidas
em prol de todas as criaturas.
Vulgarmente confundida com a esmola – essa dádiva humilhante do que sobeja e representa inutilidade – a caridade excede, sobre qualquer aspecto considerada, as doações externas com que supõe
em tal atividade encerrá-la.
Sem dúvida, valioso é todo gesto de generosidade, quando consubstanciado em dádiva oportuna ao que padece tal ou qual aflição, lenindo nele as exulcerações físicas ou renovando-lhe o ânimo, com que o fortalece para as atividades redentoras.
Entretanto, a caridade que se restringe às oferendas transitórias, não poucas vezes pode ser confundida com filantropia, esse ato de amor fraterno e humano que identifica certos homens ao destinarem altas somas que se aplicam em obras de incontestável valor, financiando múltiplos setores da Ciência, da
Arte, da Higiene, do Humanismo...
(...) A caridade para ser praticada nada exige, e, no entanto, tudo oferece. Pode ser caridoso o homem que nada detém e é capaz de amar até ao sacrifício da própria vida. Enquanto que o filantropo se exalça, mediante o excedente de que salutarmente se utiliza, na preservação do bem, na edificação da beleza, na manutenção da saúde.
Para a legítima caridade é imprescindível a fé, sem o que não lobriga a transcendente finalidade.
Sem embargo, para a aplicação filantrópica basta um arroubo momentâneo, uma motivação estimulante, uma explosão idealista.
A caridade é sobretudo cristã e esteve sempre presente em toda a vida de Jesus, seu insuperável divulgador e expoente, porque repassava todas as suas doações com o inefável amor, mesmo quando visitado pelo impositivo da energia.
A filantropia, não obstante o valioso tributo de que se reveste, independe da fé, não se caracteriza pelo sentimento cristão, é irreligiosa, brotando em qualquer indivíduo, mesmo entre déspotas ou estroinas, vaidosos ou usurpadores, o que significa já avançado passo de elevação moral.
Enquanto uma é humilde e se apaga, ocultando as mãos do socorro e reconhecendo não haver feito tudo quanto deveria, a outra pode medrar arbitrariamente, recebendo o prêmio da gratidão e o aplauso popular, engalanada na recompensa da referência bajulatória ou imortalizada na estatuária e nos monumentos, igualmente transitórios...
Inegavelmente, é melhor para o homem promover, fazer, estimular o bem e desenvolver a felicidade geral, do que, disfarçando-se para fugir do dever de ajudar, através de falsos escrúpulos nada produzir, coisa alguma realizar.
Ideal, porém, seria o filantropo atingir a mais alta expressão do seu investimento, culminando na caridade que transforma o próprio doador como alguns hão logrado.
DESENVOLVIMENTO – O apóstolo Paulo, o incomparável pregoeiro das verdades eternas, melhor do que ninguém, escrevendo aos Coríntios a sua Primeira Carta, nos versículos 1 a 7 e 13 do capítulo XIII, definiu a caridade na sua máxima significação: “Mesmo quando eu falasse todas as línguas dos homens e a língua dos próprios anjos, se eu não tiver caridade serei como o bronze que soa ou um címbalo que retine; – ainda quando tivesse o dom da profecia, que penetrasse todos os mistérios, e tivesse perfeita ciência de todas as coisas; ainda quando tivesse toda a fé possível, até ao ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, nada sou. – E, quando houvesse distribuído os meus bens para alimentar os pobres e houvesse entregado meu corpo para ser queimado, se não tivesse caridade, tudo isso de nada me serviria.”
“A caridade é paciente; é branda e benfazeja; a caridade não é invejosa; não é temerária, nem precipitada; não se enche de orgulho; não é desdenhosa; não cuida de seus interesses; não se agasta, nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre”.
“Agora, estas três virtudes: a Fé, a Esperança e a Caridade permanecem; mas, dentre elas, a mais excelente é a Caridade”.
E determinou com incomparável sabedoria, sob superior inspiração alguns dentre os diversos Carismas, mediante cuja prática o cristão alcança plenitude de paz, na convulsão envolvente do caminho por onde evolue, no corpo somático: o de pregar e ensinar a verdade cristã – caridade do ensino; o dos auxílios a pobres e enfermos – caridade do socorro; o de curar – caridade para com a saúde...
CARIDADE E ESPIRITISMO – Escudando na caridade o recurso único, sem o qual o homem não consegue salvar-se, Allan Kardec penetrou as inesgotáveis fontes da Espiritualidade fazendo que a Doutrina Espírita tivesse como objetivo precípuo a salvação do Espírito, arrancando-o em definitivo da constrição das reencarnações inferiores, em cujos vaivéns se compromete para logo expungir e se desequilibra para depois se reorganizar.
Através dos complexos meandros da Ciência Espírita o investigador consciente e devotado culmina na certeza indubitável da indestrutibilidade da vida e da imortalidade; mediante as demoradas lucubrações pelas trilhas variadas da Filosofia Espírita compreende a lógica irretorquível da vida, mesmo diante dos aparentes disparates e aberrações da Lei como em face das mil incógnitas dos destinos, defrontando a justiça equânime, imparcial para com todos, a todos facultando os mesmos recursos de autoburilamento com a recuperação dos valiosos tesouros da harmonia interior; pelo inter-relacionamento com a Divindade de Quem se aproxima e a Quem se reivincula, pela Religião com que se afervora, acima das exterioridades frui o benefício da perfeita comunhão, com que se refaz e capacita para a felicidade real, indestrutível e plena.
Embora estabelecendo a necessidade de o homem promover e praticar a caridade material, necessária e de subida significação, propugna o Espiritismo, também e especialmente, pela caridade moral, a que exige melhores condições ao Espírito, portanto, mais importante, quando conclama aquele que a pratica à própria elevação com que se sublima e edifica interiormente.
Na sua execução não se cansa, não se exaure, não reclama, não se considera, tudo dá, mais do que dá: dá-se!
Jesus, culminando o Seu ministério entre os homens da Terra, após as incontáveis doações pela estrada da compaixão e da misericórdia, com que a todos socorreu e leniu, doou-Se, deu a vida na cruz como sublime legado de amor, inapagável luz de Caridade que passou a clarear os milênios porvindouros em fora, desde aquele momento. (2)
* * *
BIBLIOGRAFIA

1. XAVIER, Francisco Cândido. Fraternidade. O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 26. ed.Rio de Janeiro: FEB,
2006. Terceira parte. Perg. 344.
2. FRANCO, Divaldo Pereira. Caridade. Estudos Espíritas. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 7. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1999. Cap. 16.
3. PLANO DE AULA N.º 12 apostilha da FEB
JARDIM DE INFÂNCIA (5 e 6 ANOS)

MÓDULO III: CONDUTA ESPÍRITA–- VIVÊNCIA EVANGÉLICA

Atividades: Maternal e Jardim






by: Alice Lirio

O AMOR DE JESUS PELAS CRIANÇAS


Pedrinho tinha completado quatro anos e, naquela semana, começaria a ir à escola. Sua mãe precisava fazer os serviços da casa e também trabalhar, e assim, não poderia estar com ele todo o tempo.
Mas Pedrinho preocupado perguntava à mamãe:
- Quem vai cuidar de mim quando eu estiver longe de casa, na  escola ou na rua?
A mãe sorriu, como quem não tem medo de nada e disse:
- Quem vai cuidar de você é alguém que lhe quer muito bem, que gosta da todas as crianças.
Pedrinho arregalou os olhos e perguntou:
- Quem poderá gostar mais de mim do que a senhora e o papai? Eu vou ficar sem vocês...
Sua mãe então explicou:
- Vou contar-lhe todas as coisas que essa pessoa faz e você logo adivinhará quem estará com você.
Pedrinho não estava entendendo nada. Mamãe dizia que ele deveria ficar sozinho na escola! Agora ficaria com alguém que gostava muito dele e de todas as crianças! E tinha que adivinhar o nome!
- Quem vai cuidar de você, meu filho, e cuida de todas as crianças perto ou longe da mamãe, é um moço que morou aqui na Terra há muitos anos. Ele curava doentes. Ensinava às pessoas sobre Deus. Amava todos como irmãos. Perdoava qualquer ofensa. Tratava bem as plantas e os animais. Por onde esse moço passava todos os seguiam, encantados, e as crianças viviam agarradas às mãos d'Ele, porque Ele sabia lindas histórias e era muito carinhoso com elas.
- Mas, mamãe, quem é ele, afinal?
- Espere e ouça mais um pouco com atenção. Você vai adivinhar sozinho. Desde aquela época nunca deixou de ajudar e proteger  todas as pessoas que precisassem de ajuda, principalmente as crianças, porque Ele é muito amigo delas. Sabe, Pedrinho, uma criança nunca está sozinha, porque, sem ser visto, esse moço está sempre ao lado de cada criança. Nunca tenha medo de nada, meu filho. Você nunca está só. Quando alguma criança está triste ou com medo, Ele se aproxima devagarinho e, sem que ela note, lhe dá um abraço. E a tristeza logo vai embora, ela foge para longe.
- E quando alguma criança está em perigo?
Quando algo de grave acontece?
- Ele abre os braços e faz todo o possível para protegê-la. Se você soubesse, Pedrinho, como é bom conversar com Ele na hora da
prece! Ele sempre ouve com atenção o que as crianças dizem. E como fica contente quando fazemos alguma coisa que Ele ensinou! Quando somos obedientes, carinhosos, quando cuidamos das plantas e dos animais.
- Mamãe! - gritou Pedrinho. - Acho que já sei quem é esta pessoa! É Jesus!






by: "PELOS CAMINHOS DA EVANGELIZAÇÃO NO MATERNAL E JARDIM