ESQUECIMENTO DO PASSADO




  • Prece Inicial
UMA PERGUNTA COMUM DE VÁRIAS PESSOAS QUE ESTUDAM O ESPIRITISMO É:
POR QUE O ESPÍRITO ENCARNADO ESQUECE O PASSADO?
    Cássia
    Artur
  • Contar a história - Nova oportunidade
Horácio Ilze
Cássia era uma linda moça, dócil, gentil e prestimosa. Morava em uma fazenda produtiva de cana-de-açúcar.

Seus pais, Horácio e Ilze, cuidavam de tudo e a amavam muito. Estava comprometida com Artur, filho de um farmacêutico e estudante de Direito.

Júlio
O administrador da fazenda tinha um filho chamado Júlio, rapaz sem estudo, viciado em bebida alcoólica e namorador, que se apaixonou por Cássia e a queria a todo custo.

Cássia não queria saber de Júlio, disse-lhe que iria casar com Artur, pois o amava.

Inconformado, Júlio arma uma cilada para Artur e o mata.

Cássia, de tanta tristeza, contrai uma grave doença e morre depois de algum tempo.
Cheio de remorsos e tristeza, Júlio se suicida.


Muito tempo depois...em nova oportunidade, ele, Júlio, reencarna como filho de Cássia e Artur, que o amam como filho querido, apesar das dificuldades de comportamento que a criança apresenta pois é muito doente.

Artur
Cássia
Júlio






AULA

A reencarnação é a escola abençoada onde aprendemos a amar até os nossos inimigos do passado.
Deus é misericordioso e bom por nos dar essa oportunidade de reencarnarmos e transformarmos vício em virtudes.
O esquecimento do passado na reencarnação é bondade divina, seria muito perturbador termos consciência de ter praticado atos, que tivessem prejudicado aqueles que hoje convivemos!
Cada existência é como se fosse a primeira, o homem adquire mais inteligência e consegue distinguir o bem do mal.
Não precisamos conhecer o nosso passado espiritual para progredir.
Pela intuição, temos uma vaga lembrança, uma sensação, daquilo que fomos em outras existências. Deus nos deu essas ferramentas necessárias para a nossa evolução
Será que pode o homem regredir nas sua evolução?
Se o homem não souber resistir às provas, poderá cometer novas faltas, contudo, o espírito pode avançar ou estacionar, nunca regredir.
As provas que um Espírito sofre, tanto se referem ao futuro como ao passado, são para expiar algum mal ou aprender algo novo.
O espírito quando encarnado equece as vidas passadas. O Espírito goza sempre do seu livre arbítrio.
As existências futuras dependem da maneira como o Espírito cumpre a existência presente.
Os Espíritos protetores sempre inspiram novos pensamentos.
O espírito quando encarnado, esquece as vidas passadas. O Espírito goza sempre do seu livre arbítrio.

ATIVIDADE

BY: ALICE LIRIO

A fé que transporta montanhas



Montanha: As diferentes formas como se apresenta a superfície da Terra é chamada de relevo. A montanha é uma figura do relevo, portanto é uma grande elevação do terreno.
Um conjunto de montanhas forma uma serra.

Vocês já viram uma montanha?
E uma serra?
Será que é possível movimentar uma montanha?

Certo dia, estava Jesus ensinando, quando um homem dirigiu-se a Ele dizendo que o filho era lunático e que seus discípulos não conseguiram curá-lo. Jesus pediu que trouxesse o doente e abençoando-o ficou curado. Depois, os discípulos perguntaram:
Por que não pudemos curá-los?
Jesus lhes disse:
Por causa da vossa pouca fé. Porque na verdade, se tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda, direis a este monte:
"Passa daqui para acolá". Ele há de passar e nada vos será impossível. ( Mateus, XVII 14 a 19)

Como pode uma montanha ir?
- A fé verdadeira confere energia e os recursos para a vitória dos obstáculos. Neste ensinamento, as montanhas simbolizam nossos defeitos, nossos vícios e nossos problemas.

"Transportar Montanhas" significa, que podemos superar todos estes obstáculos.

O poder da fé atua sobre o Fluido Universal. Aquele que tem uma grande fé, pode operar fenômenos de cura. Quando possuímos a fé verdadeira, colocamos nossas vontades, nossas energias em ação. Esta vontade firme, pode modificar muitas coisas, inclusive fazendo curas, desde que esteja de acordo com a justiça Divina.

Isso não é chamado de milagre?
- Antigamente sim. Hoje já entendemos ser uma lei natural. Já conhecemos os fluídos, e sabemos que Jesus pôde curar todas aquelas pessoas, porque ele sabia como utilizar estes fluidos,, Ele é um Espírito muito evoluído.

Afinal, o que é fé?
- Ter fé é guardar a certeza em Deus.

Podemos acreditar em tudo? A fé deve ser cega?
- Claro que não! A fé deve apoiar-se na razão, a fé deve ser raciocinada. Nós temos que primeiro entender como acontece, para depois acreditar.

Prestem atenção!
A fé não pode ser imposta, não deve ser cega, pois gera FANATISMO.
  • Prece de encerramento

Paz e violência

Tema: Paz e violência;

1. Música e prece;


2. O que é a violência?
* Levá-los a ver que não existe só a violência física, mas também a realizada com palavras e atitudes.
2.1. A violência existe somente contra pessoas?
* Falar da violência contra os animais, a natureza e as coisas em geral;

3. Por que acontece a violência?
*
Falta de respeito com o outro;
* Falta de paciência, cólera;
* Egoísmo, orgulho, intransigência;
* Falta de compreensão do ensino de amar o próximo;


4. Como combater a violência?*
Sendo tolerante com as pessoas;
* Percebendo que quem planta violência só pode colher o mesmo;
* Perdoando os erros dos nossos irmãos, porque nós também erramos e queremos ser desculpados;
* Desenvolvendo em nós a doçura;
* Pensando mais nos outros e nos seus sentimentos;
* Não revidando a violência;
* Não ofendendo as pessoas;
* Não descontando raiva nas pessoas, nos outros seres vivos e nas coisas dos outros ou públicas;


Conclusão:Se queremos um mundo melhor, com mais paz e menos sofrimento, temos que fazer a nossa parte. Toda vez que somos rudes e agressivos, contribuímos para que o mundo seja violento; a paz começa em nós. Jesus deu a nós o maior exemplo de não violência, quando pediu a Pedro que guardasse sua espada e usasse a força do amor.


Vinícius e esposa

A VIDA DE JOSE



Aprendendo com Jesus

. Trabalhar com a canção: José, que fala sobre o papel do pai de Jesus: Levar os personagens e montar uma maquete com: uma casinha com um coração iluminado por trás, uma carpintaria ou materiais e instrumentos de trabalho... (Utilizar as figuras de José ). Aproveitar o ensejo e deixar gravuras que representem outros tipos de família. Só com a figura do pai, da mãe, avó...

“Teve alguém na história de Belém, que a história quase não falou,
Mas fez também a noite de Natal, foi companheiro, amigo e pai leal.
Teve um sonho, lindo sonho e uma flor, linda flor e um lar tão pobre, mas rico de amor.
No dia a dia trabalhava com suor, trabalhava talhando a madeira com amor.
Oh! Carpinteiro de Nazaré inspira o homem a ser fiel, ter sua casinha de amor e fé.
Fazer do lar seu próprio céu.
De tardezinha, voltava para o lar e o aguardavam Jesus e Maria.
Todas as tardes eram tardes de amor, a mesa posta e o pão de cada dia.
Teve um sonho, lindo sonho e uma flor, linda flor e um lar tão pobre, mas rico de amor.
No dia a dia trabalhava com suor, trabalhava talhando a madeira com amor.”
(desconheço o autor da canção)
. O evangelizador pode levar a foto de seu próprio pai e relembrar as virtudes e valores que lhes foram ensinados quando criança: amor, respeito, amizade, trabalho. Se possível, levar cartazes, para facilitar a compreensão das crianças.
. Trabalhar com uma caça-ao-tesouro: Espalhar pela sala ou pátio, vários objetos que o pai usa: calça, boné, óculos, sapatos masculinos, cueca... À medida que eles forem encontrando, vão trazendo para a sala para juntos descobrirem o tema da aula.
. Trabalhar com situações-problema: pai que bebe, agressivo... e que tipo de atitude devemos ter perante esses casos. Principalmente, esclarecer que o pai que se encontra nessas condições sofre bastante por não conseguir no momento seguir os exemplos de José, pai de Jesus, e que mesmo assim devemos respeitá-lo e orar por ele para que aos poucos consiga vencer tais dificuldades.

Trabalhando com Jesus

. Confeccionar uma lembrança para o papai: um porta-chave, um porta-canetas...
. Decorar uma caixinha com mensagens diversas de reflexão ou alguns cartõezinhos de amor e agradecimento para serem espalhados pela casa.
. Pintar um lenço para presentear o papai: carimbar com a mão usando tinta de tecido.





ZAQUEU








Histórias - As irmãs Fox


AS IRMÃS FOX

Em 1848, a aldeia de Hydesville, localizada no condado de Wayne, Estado de New York, distante 30 km da cidade de Rochester, era um pequeno aglomerado de casas de madeiras com uma típica população de agricultores.

Nesta aldeia, a família Fox, uma fa
mília de fazendeiros composta pelo Pai (John Fox), a Mãe (Magaret Fox), e de suas filhas: Margareth Fox, de 10 anos e Kate Fox, de 7 anos.


 Nesta aldeia, a família Fox, uma família de fazendeiros composta pelo Pai (John Fox), a Mãe (Magaret Fox), e de suas filhas: Margareth Fox, de 10 anos e Kate Fox, de 7 anos.

Após vários moradores passarem pela casa que fazia ruídos, nela foi morar a família Fox. No princípio, a família não foi incomodada por esses sons que pareciam naturais à casa, mas depois de algum tempo, eis que tais barulhos, ruídos, batidas e até arrastamento de móveis começaram a aparecer com muita força. E estas coisas incomodavam tanto, mas tanto que as meninas viviam em sobressalto, a ponto de se negarem a dormir sozinhas no quarto.



Em 31 março de 1848, deu-se o primeiro lance do fantástico episódio. A menina de 7 anos de idade - Kate Fox - na sua espontaneidade - teve a audácia de desafiar a "força invisível" a repetir, com os golpes, as palmas que ela batia com as mãos:
-Aqui! Sr. Pé Rachado, faça o que eu faço! - Disse, corajosamente, Kate, batendo palmas.
A resposta foi imediata, e a cada estalo, um golpe era ouvido logo a seguir!
Chegaram a conclusão que aquela força podia ver e ouvir, pois até quando se dobrava o dedo, a força respondia. Vários vizinhos foram chamados, e por sua vez, eles chamaram outras pessoas e formou-se então uma reunião, onde as pessoas perguntavam muito.
Eles criaram um código tipo: uma batida seria a letra A, duas batidas seria a letra B e assim por diante...


Ele (o dono dos ruídos) informou, por este código, ser um espírito e que tinha sido assassinado naquela casa. Ele disse, também, o nome do antigo inquilino que o matara e depois o enterrara na adega a 10 pés de profundidade. Seu nome era Charles B. Rosma.
Os mais interessados em esclarecer o caso resolveram escavar a adega visando
encontrar o esqueleto do suposto assassinado. E encontraram mesmo.

E um jornal de Boston, cidade dos Estados Unidos, até noticiou o fato.


As irmãs Fox cresceram, mas por inexperiência e imaturidade acabaram se 
envolvendo com o vício do alcoolismo e acabaram sofrendo muitas perseguições e difamações injustas.
A Kate Fox, foi à Europa onde pôde ser estudada por sábios de renome. 
Porque lá havia desenvolvimento científico pelos quais os fenômenos poderiam ser estudados com rigor e profundidade.

A partir desta data vários outros fenômenos deste tipo passaram a ocorrer em outras cidades, em outros países, em outras famílias despertando assim consciências e preparando todos para o surgimento do Espiritismo.
FIM